terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A Música do Dia - Frank Sinatra - The Coffee Song


Frank Sinatra fez homenagens às divas com quem viveu, como Ava Gardner, Mia Farrow, e a socialite Barbara Marx; cantou para cidades como Nova Iorque, mas também teve seus momentos de Brazil.

Em 1946, “A Voz”, como tornou-se mais tarde conhecido, recebeu das mãos do produtor Bob Hilliard a letra de The Coffee Song.

Um poema que fala do perfume, dos negócios, da plantação, do amor e das delicias do café. Espero que você goste da música, de Frank Sinatra e de café.

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Romoaldo de Souza


The Coffee Song

Bob Hilliard & Dick Miles

Way down among Brazilians
Coffee beans grow by the billions
So they've got to find those extra cups to fill
They've got an awful lot of coffee in Brazil

You can't get cherry soda
'Cause they've got to fill that quota
And the way things are I'll bet they never will
They've got a zillion tons of coffee in Brazil

No tea or tomato juice
You'll see no potato juice
The planters down in Santos all say no no no

The politician's daughter
Was accused of drinking water
And was fined a great big fifty dollar bill
They've got an awful lot of coffee in Brazil

You date a girl and find out later
She smells just like a percolator
Her perfume was made right on the grill
Why they could percolate the ocean in Brazil

And when their ham and eggs need savor
Coffee ketchup gives 'em flavor
Coffee pickles way outsell the dill
Why they put coffee in the coffee in Brazil

So your lead to the local color
Serving coffee with a cruller
Dunking doesn't take a lot of skill
They've got an awful lot of coffee in Brazil



segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Mariinha manda, nóis obedece


Quem gostou da receita do Pão de Queijo da Vó Ordália, atenção!!! Informações complementares valiosas foram enviadas pela nossa querida doceira, quituteira, cozinheira e chef empírica Mariinha, lá de Pedralva. Ela manda avisar que a temperatura inicial do forno é de 150º.

- Liga, o forno, deixa esquentar por 15 minutos, coloca o pão de queijo e assa por 40 minutos. Abaixa o fogo para 100º e deixa 20 minutos - completou.

A gente só pode agradecer a atenção, o carinho e a generosidade da grande Mariinha.

E não pensem que acabou. Além das outras receitas da Mariinha, a mineirada se assanhou e recebemos mais uma receita de pão de queijo. Essa veio do fundo do armário da jornalista Malu Emediato. Diretamente de Belo Horizonte, terra da mulherada bonita.

Aguardem! Brevemente aqui no Café & Conversa. Enquanto isso, acompanhe o blog no Twitter: http://twitter.com/CafeConversa

Ricardo Icassatti Hermano


Vício Frenético


Ricardo Icassatti Hermano

Após 25 dias sem internet em casa, finalmente retorno aos trabalhos de abastecimento do blog Café & Conversa. Aproveitei para fazer nesse período uma espécie de desintoxicação de internet, mas não resisti muito tempo. Apelei para o meu iPhone e para o computador da "firma". Como nossa amiga Amy Winehouse canta: They tried to make me go to rehab / But I said 'no, no, no'.

A internet virou artigo da cesta básica, produto indispensável como arroz, feijão, sabonete e pasta de dente. Todo mundo está pendurado nela e a nossa memória também. Antes dela, eu sabia de cor os telefones de todos os amigos e parentes. Hoje, essa memória foi transferida para as agendas eletrônicas. Assim como uma enorme parte do meu trabalho. Está tudo lá nessa nuvem de elétrons.

Mas, comemorando o retorno ao que se assemelha a um vício, o Café & Conversa vai recomendar o filme Vício Frenético (Bad Lieutenant: Port of Call New Orleans), que entrou em cartaz na última sexta-feira em poucos cinemas de Brasília. A obra tem direção de ninguém menos que o alemão Werner Herzog (Invencível, Fitzcarraldo).

Cartaz do filme

Estrelado por Nicolas Cage e pela beleza latina do momento, Eva Mendes, o filme conta a história do detetive Terence McDonagh, da Divisão de Homicídios da Polícia de New Orleans e a sua filosofia um tanto confusa de vida. Prestem atenção na cena em que o detetive prende um traficante dentro de casa e escondido no armário. Os dois têm uma conversa em que o detetive explica essa filosofia de vida.

E tem gente que me pergunta porque gosto tanto de cinema ...

O pano de fundo é a investigação de um massacre feito por traficantes e a relação pouco republicana do detetive Terence McDonagh com a prostituta de luxo Frankie Donnenfeld (Eva Mendes). Isso tudo turbinado por um consumo cavalar de drogas que vão de analgésicos que exigem prescrição médica até heroína pura. Nada de café.

Quanto Buscopan é preciso para invadir um asilo e ameaçar velhinhas com um Magnum 44?

A crítica derramou elogios à atuação de Cage neste filme. Ele estava devendo mesmo. Notório fã do gênero Ficção Científica, o ator andou produzindo um seriado para TV chamado Eureka, que foi um fiasco e não passou da primeira temporada. Deve ter perdido uma boa grana e, nos últimos anos, optou por ganhar dinheiro atuando num monte de filmes trash com produção cara e excelentes bilheterias.

Com os bolsos novamente cheios, Cage pôde se dedicar a um bom roteiro nas mãos de um excelente diretor e se redimiu com o papel de detetive alucinado. Pela primeira vez vi no cinema uma atuação convincente dos efeitos de uma tragada num cachimbo de crack. A transformação facial, corporal, os olhos, Está tudo lá. É aterrorizante. É diversão garantida. Pelo menos para a plateia que ria a cada assassinato na tela. Povo estranho ...

E a trilha sonora? A história se passa em New Orleans, lembra? Blues de primeira linha. Já coloquei o CD da trilha sonora desse filme na minha lista de auto-agrados em 2010. A lista completa das músicas está logo abaixo, nos comentários.

Veja o trailer do filme:



A Música do Dia - Stephanie Marguerite e Emilie Tarascou - Le Café


Le Café é um hilário filme de animação, dirigido por Stephanie Marguerite e Emilie Tarascou, que conta o desejo e o saudável hábito de um pai de família por café.

Pela manhã, Renée toma um arábica, bem encorpado, e se despede da mulher, antes de ir ao trabalho.

No escritório, o burocrata toma ao menos quatro cafés enquanto trabalha, além do cafezinho do “coffe break”. Nas ruas de Paris, Renée ainda encontra tempo e desejo para mais um cafezinho.


O filme de Stephanie Marguerite e Emilie Tarascou desanda para o lado do exagero, mas com humor e sem censura. Quem gosta de censura é o pessoal dessas conferências que estão sendo realizadas Brasil afora. Aqui nós pregamos, vivemos e brigamos pela liberdade, tomando um cafezinho, claro! Eu acho que está faltando café na veia desse povo.


"O Ministério do Bom Senso adverte. Censura faz mal à liberdade!" Aproveite e acompanhe Café & Conversa no Twitter: www.twitter.com/CafeConversa.


Romoaldo de Souza


Le Café

Pour bien commencer,
Ma petite journée,
Et me réveiller
Moi je pris un café

Un arabica,
Noir et bien corcé,
J'enfile ma parka,
Cà y est je peux y aller

"Où est-ce que tu vas?"
Me crit mon aimée
"Prenons un kawa,
Je viens de me levée"

Et tant en avance,
Et un peu forcé,
Je change de sens
et reprend un café

A 8 heure moins le quart,
Faut bien l'avouer,
Les bureaux sont vides,
on pourrait s'ennuyer

Mais je reste calme,
Je sais m'adapté
Le temps qu'ils arrivent,
J'ai le temps pour un café

La journée s'emballe,
Tous le monde peut bosser,
Au moins jusqu'à l'heure...
De la pause café!

Ma secrétaire entre
"Fort comme vous l'aimez!"
Ah mince, je viens d'en prendre,
Mais maintenant qu'il est fait...

Un repas d'affaires,
Tout près du sentier,
Il fait un temps superbe,
Mais je me sens stressé

Mais colègue se marrent
"Détends-toi Renée!
Prends un bon cigare,
Et un p'tit café!"

Une fois fini,
Mes colègue creuvés,
Appelle un taxi,
Mais moi j'ai envie de sauter!

Je fais tout Paris,
Pis je trouve un troquet,
J'commande un déca,
Mais re-caféiné!

Mmmh...

J'arrive au bureau,
Ma secrétaire me fait
"Vous êtes un peu en retard,
Je me suis inquiétée"

Oh!...je la jète par la f'nêtre
Elle l'avait bien cherhcée!
D'façon faut que je rentre,
Mais avant...un café!

Attendant le métro,
Je me fait agréssé,
Une p'tite vieille me dit
"Euh, vous avez l'heure s'il-vous-plaît?"

Oh, j'lui casse la tête,
Et j'la pousse sur le quai
Je file à la maison
Et j'me sers un... devinez!

"Papa, mon papa,
En classe je suis premier!"

PUTIN MAIS QUOI!!!
TU VAS ARRETE DE ME FAIRE CHIER!!!
MAIS QU'IL EST CON CE GOSSE!!!
EN PLUS I'SE MET A CHIALER!!!

J'menferme dans la cuisine,
Il reste un peu de café!

CA FAIT QUELQUE JOURS,
QUE JE SUIS ENFERME,
J'SUIS SEUL DANS MA CUISINE,
ET JE BOIS DU CAFE!!!

IL FAUDRA BIEN QU'JE DORME,
LES FLICS VONT ME CHOPER,
ALORS JE CLOUS LES PORTES,
ET JE REPRENS DU CAFE!!!


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domingo, 17 de janeiro de 2010

A Música do Dia - Twoubadou - Je Vais


Je Vais com o grupo Twoubadou, cuja tradução está próximo do trovador, encerra essa pequena homenagem de Café & Conversa à música e ao povo do Haiti.

Embora com estilo totalmente diferente dos nossos trovadores,
Twoubadou trouxe de volta ao Haiti os pequenos grupos de cantores, compositores e músicos “ambulantes” que se apóiam de pequenos “ensembles”, conjuntos musicais formados de tambores, acordeon (aqui com o músico francês, Fabrice Rouzier), chocalho, instrumentos de corda, percussão e a tradicional manumba, uma caixa com “teclas” de metais.

Além da parte cômica, papel desempenhado por
Tonton Bicha, Twoubadou costuma se apresentar para turistas com ritmos africanos, cubanos, indígenas mescando o kompa com o reggae e uma boa dose de irreverência quase sempre por ocasião do “patwonal day”, durante o Carnaval.

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Romoaldo de Souza


Je Vais
Tout tan ou nan kizin
w-ap pale-m de Cordon Bleu
ou di-m ou se extansil
mwen te mande-w si se yon rèv
(bis) conjigezon tout moun je verre
(refrain)
je verre
tu Tasses
il soucoupe
nous cabarons
vous godez
ils cruchent
(bis) kenbe (pa la ge)
se poun kenbe (bis)
( Tonton Bicha solo)
vagabòn son bèt ke frekan
kon-l sou moun mande-w sigarèt
vagabòn son bèt ke frekan
kon-l sou moun mande-w sigarèt
sou kaban ma-p ba-w yon dola
sou divan ma-p ba-w goud edmi
si se sou nat ma-p ba-w senkant kòb
si se atè ma-p di-w orevwa
(Bis) (Tonton Bicha Blag)
Maryani, maryani m-pa ka blye-w non
M sonje onlè mwen te maryani
mwen rankontre yon ti degajès
alò se m mande-l konbyen-l fonksyone
li di mwen konsa bon eeee
kòm se tonton Bicha k devan-y nan
la-p f-on pri espesyal pou mwen
yon spesyal rabè
m mande-l kòman sa ye
li di mwen kanpe 5 dola
kouche 20 dola
men kòm m te gen 20 dola sou mwen
m di enben bon eeeee ban-m pou 20 dola
alò li gentan ap ranje kòray
pou- y mande wen eeeee
bon tonton Bicha se kouman wa-p pran-y
m di a ò..ò eben nan ka sa m pa gen le chwa non
ak 20 dola ban-m 4 kanpe a 5 dola
ay 4 kanpe tonton Bicha
4 kanpe alon granmoun sovaj
4 kanpe.... granmoun devè gronde
4 kanpe ....alon granmoun move
4 kanpe .....tonton bicha
4 kanpe.... gad jan-on granmoun tente
4 kanpe .... alon granmoun sovaj
4 kanpe.... granmoun nan move vre
(Frè Toto solo)
yon machan-n se granmoun
ye-y se plim
anba braw se plim
devan-w se plim
de bò dada-w se plim
(bis) ( Tonton Bicha solo)
vagabòn son bèt ke frekan
kon-l sou moun mande-w sigarèt
vagabòn son bèt ke frekan
kon-l sou moun mande-w sigarèt
sou kaban ma-p ba-w yon dola
sou divan ma-p ba-w goud edmi
si se sou nat ma-p ba-w senkant kòb
si se atè ma-p di-w orevwa (Bis) (refrain)
je verre
tu Tasses
il soucoupe
nous cabarons
vous godez
ils cruchent
ha ha ha nan ka sa van tan-m plen wi




sábado, 16 de janeiro de 2010

A Música do Dia - Nu Look - Pedi Chelbe'w.


Sensualidade, violência, improviso e ostentação. Ingredientes constantemente encontrados na música popular do Haiti. Hoje, Café & Conversa traz Nu Look, uma espécie de novo visual do hap Gazmann Couleur bastante popular na época do carnaval haitiano, nessa animada Pedi Chelbe'w.

Hoje, novamente, Café & Conversa dá sua contribuição para que os internautas conheçam mais do Haiti que sofreu, na terça-feira, um terremoto em proporções inigualáveis. O Haiti pede socorro!

Romoaldo de Souza

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A Música do Dia - Beethova Obas - Couleur café


O desastre natural que matou perto de 50 mil pessoas, conforme os números da Cruz Vermelha Internacional, chama atenção pela devastação de Porto Príncipe, a capital do Haití, mas não é possível esquecer o que as sucessivas ditaduras fizerem com a cultura, com as organizações populares e principalmente com a música daquele país.

Durante a ditadura de François Duvalier, nascia no Haití, o cantor Beethova Obas que ainda jovem tornou-se um dos mais talentosos instrumentistas e compositores da sua geração. Beethova Obas sempre transitou pela salsa e o blues, com letras sensuais e canções ritmadas por instrumentos como o gogô e o chocalho, tendo como inspiração a música de Cuba, França e Brasil.

Mas, se hoje o mundo se volta para atender o Haiti, Café & Conversa quer lembrar o famoso pintor Charles Obas, pai de Beethova. Em outubro de 1969, o pintor participava de um protesto diante do palácio presidencial, em Port-au-Prince, o nome francês da capital, e desapareceu para nunca mais ser visto.

Couleur Café do poeta francês Serge Gainsbourg fala da sensualidade haitiana, das pessoas da cor do café, do amor, do charme e do encanto que, certamente, mais cedo ou mais tarde serão recuperados, ainda que com as feridas da vida.

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Romoaldo de Souza


Couleur café
Serge Gainsbourg

Que bonito tu .....
Tan negrito como el cafe

J’aime ta couleur café
Tes cheveux café
Ta gorge café
J’aime quand pour moi tu danses
Alors j’entends murmurer
Tous tes bracelets
Jolis bracelets
À tes pieds ils se balancent

Couleur café
Que j’aime ta couleur café
Couleur café
Que j’aime ta couleur café

C’est quand même fou l’effet
L’effet que ça fait
De te voir rouler
Ainsi des yeux et des hanches
Si tu fais comme le café
Rien qu’à m’énerver
Rien qu’à m’exciter
Ce soir la nuit sera blanche

Couleur café
Que j’aime ta couleur café
Couleur café
Que j’aime ta couleur café

L’amour sans philosopher
C’est comme le café
Très vite passé
Mais que veux-tu que j’y fasse ?
On en a marre de café
Et c’est terminé
Pour tout oublier
On attend que ça se tasse

Couleur café
Que j’aime ta couleur café
Couleur café
Que j’aime ta couleur café



quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Sherlock Holmes, um filmão!


Acompanhado de filho (Pablo), nora (Aline), sobrinha (Duda) e mais uma penca de amigos, assisti o mais recente filme do diretor Guy Ritchie, também conhecido como ex-marido da cantora Madonna. Diz a lenda (e as fofocas) que o divórcio do casal aconteceu após Madonna apresentar a ideia do show Sweat and Sticky ao marido e perguntar sua opinião. Ele teria respondido que não entendia porque alguém iria querer assistir uma senhora de 50 anos balançando as pelancas num palco. Madonna não entendeu o fino humor britânico ...

Guy Ritchie: "Minha ex-mulher não tem senso de humor ..."

Mas, o filme é uma eletrizante versão - bem atualizada - da história do detetive mais famoso do mundo: Sherlock Holmes. O papel do detetive britânico é interpretado pelo americano Robert Downey Jr., que retornou ao sucesso mundial vestindo a armadura do Homem de Ferro. Há alguns anos, o ator experimentou - assim como Holmes - o inferno do vício e quase acabou com a sua carreira. Mas, para alegria dos cinéfilos, ele se livrou das drogas (espera-se que pelo menos as ilegais) e voltou mais talentoso que nunca às telas.

Cartaz do filme

Guy Ritchie foi muito perspicaz ao escolher Downey para o papel principal. O roteiro escrito pelos geniais Michael Robert Johnson, Anthony Peckham e Simon Kimberg, construiu um Sherlock Holmes obssessivo, maníaco, destemido, sujo e desconhecedor de limites. Um doido varrido, tresloucado. Mas, será que um homem com a inteligência e a capacidade dedutiva de um Holmes seria normal? Acredito que não.

Por isso, nunca gostei dos vários Sherlocks que vi no cinema. Todos eram muito assépticos, engomadinhos, insossos, inodoros, certinhos e aristocráticos demais. A escolha de Robert Downey Jr. foi precisa, inevitável, acertada, pois ele é a personificação do detetive do roteiro. Completamente sem noção. Parabéns para Guy Ritchie, que está melhorando a cada filme. Não é atoa que é considerado o Quentim Tarantino da Inglaterra.

Momento Rambo

Ao contrário de versões anteriores, o filme mostra uma Londres sombria e enlameada. Afinal, não havia luz elétrica naquela época e foi uma grande sacada do diretor. Além disso, tem dosagens certas de ação, suspense, pancadaria, humor e até sensualidade graças à presença luminosa da atriz Rachel McAdams. Ela, na pele de Irene Adler, interpreta uma espécie de detetive sem escrúpulos, que coincidentemente também é um antigo caso de amor de Sherlock Holmes. No papel do eterno parceiro e médico, Dr. John Watson, está o ator Jude Law. Ainda tem um cachorro Bulldog muito engraçado que sofre um bocado.

Elenco de primeira

Todos dão um show. O filme é puro entretenimento. É o que todo filme deveria ser: um filmão. Recomendo, porque os puristas não vão gostar.

Ricardo Icassatti Hermano