quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A Música do Dia - N.O.H.A - Tu Café


N.O.H.A. é a sigla de Noise of Human Art grupo musical que reúne percussão, jazz, pop e instrumentos de sopro e com essa miscelânea estão em viagem pela Europa, de Ibiza, na Espanha a Sinandrei, Timisoara, na Romênia.

Em um trecho dessa viagem, a vocalista Minerva Diaz Perez, de Gijon, na Espanha, sensualidade pura, percorre de bicicleta cantando Tu Café. Outro caminho, ela faz num Suzuki Samurai vermelho com um fone de ouvido que só o fone já é para deixar qualquer um de boca aberta.

Siga o Café & Conversa no Twitter: www.twitter.com/CafeConversa



Romoaldo de Souza



Tu Café

(N.O.H.A.)


Cuando tomes tu café toma tu café con caña

Cuando tomes tu café toma tu café con caña

(sólo la caña da el aroma)

Cuando tomes tu café toma tu café con caña

(sólo la caña da el aroma con azúcar y con caña)

cuando tomes tu café toma tu café en España

(no te lo tomes sin la caña)

cuando tomes tu café toma tu café en España

(Toma………y hasta caña en España y con caña)

cuando tomes tu café toma tu café en la playa

(y tumbate sobre tu toalla)

cuando tomes tu café toma tu café en la playa

(tumbate en tu toalla en la playa y con cana)

(tumbate en tu toalla en la playa y con cana)


Bolo Marmorizado de Laranja e Chocolate da Helena Gasparetto


O mundo da gastronomia tem uma característica sensacional: a generosidade. Todos os integrantes desse universo são extremamente generosos e, como mães zelosas, não querem ver ninguém com fome e tampouco resistem a um pedido. Afinal, quem está nesse mundo quer e gosta de alimentar a si e aos outros.

Experimente chegar num restaurante e dizer que está passando fome e não tem dinheiro. Vai comer até passar mal. Mas, no final, tem que elogiar a comida. Nada paga a cara de felicidade de alguém que matou a fome e gostou do prato.

Foi assim que fiz minha famosa cara de cachorro pidão vendo televisão de padaria (aquele forno com frangos assando), para implorar à Patissière e agora ex-colunista semanal do site Gourmet, Helena Gasparetto, que disponibilizasse para o Café & Conversa a sua receita recém-inventada do Bolo Marmorizado de Laranja e Chocolate.

Vocês acreditam que a Helena "inventa" coisas assim?

E aproveito para confessar que sou fã incondicional, dependente químico mesmo, de bolos. Com uma caneca cheia de café fresquinho então ... se tiver boa companhia fica melhor ainda. E esse bolo traz uma combinação clássica e campeã, que é chocolate com laranja.

Tá vendo o chocolate? Tá vendo a laranja?
Eu sei, a gente é mau mesmo ...

Agradecendo desde já a generosidade da Helena, aí está o presentão do blog aos nossos queridos leitores. Lambam os beiços!!!

Bolo Marmorizado de Laranja e Chocolate da Helena Gasparetto

Ingredientes

Massa
- 2 laranjas Bahia
- 1 xícara de óleo
- 4 ovos
- 2 xícaras de açúcar
- 1/2 colher de chá de sal
- 3 xícaras de farinha de trigo
- 1 colher de sopa-medida nivelada de fermento em pó
- 300g de chocolate meio amargo derretido

Cobertura
- 1 lata de leite condensado
- 200g de chocolate meio amargo picado
- 1 colher de sopa cheia de chocolate em pó
- 1 colher de chá de manteiga
- 1 lata de creme de leite sem o soro

Preparo
Pré-aqueça o forno em 180º.

Raspe as cascas das duas laranjas e reserve. Descasque e corte as laranjas em pedaços. Coloque no liquidificador junto com as raspas, o óleo, os ovos, o açúcar e o sal. Bata bem. Despeje num tigela (ou batedeira) e acrescente a farinha de trigo peneirada com o fermento. Misture bem

Coloque metade dessa mistura numa forma de furo no meio untada e enfarinhada. Na metade restante, adicione o chocolate derretido. Misture com uma espátula e acrescente 2 a 3 colheres de sopa de água fria.

Coloque essa massa escura por cima da massa branca na forma. Com a ponta de uma faquinha ou um palito de churrasco, misture levemente as duas massas para criar o efeito "marmorizado".

Leve ao forno por uns 50 minutos, ou até que um palito enfiado no bolo saia limpo.

Cobertura
Misture o leite condensado, o chocolate picado, o chocolate em pó, a manteiga e leve ao fogo até ferver por 2 minutos. Retire do fogo e acrescente o creme de leite sem soro. Volte ao fogo baixo somente para homogeneizar a mistura. Cubra o bolo com essa mistura depois de desenformá-lo.

Dica para derreter o chocolate usado na massa do bolo: Coloque num refratário o chocolate picado. Leve à potência MÉDIA do microondas por mais ou menos 4 minutos. Retire, mexa e leve ao microondas por mais 1 minuto. Misture e coloque na massa do bolo.

Ricardo Icassatti Hermano

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Slayer - Em Busca do Espresso Perfeito


Uma coisa que "azisquerda" jamais entenderão é que o mundo socialista é incapaz de criar. É um mundo sem sonhos, sem liberdade, sem esperança. Nesse cenário, as únicas coisas que prosperam são a ignorância, a corrupção, a tristeza, a dor e a morte. É por isso que a democracia e o capitalismo predominam, mesmo contra a vontade de psicopatas travestidos de governantes e seus asseclas.

Não estou dizendo que a democracia e o capitalismo não têm seus defeitos. É claro que têm. Assim como as religiões, foram criados pelo ser humano, ora bolas. Mas, mesmo com seus defeitos, ainda não surgiu nada melhor para a criatividade. Esses dois sistemas - político e econômico - permitem ao homem sonhar e se dedicar a realizar o sonho.

Isso é o que um grupo genial de Seattle, nos Estados Unidos, fez e faz. Esses apaixonados por café e pelo Barismo - Eric Perkunder, Dan Urwiler e Devin Walker -, fundaram a empresa SLAYER PROFESSIONAL ESPRESSO para criar a máquina de espresso perfeita. E parece que conseguiram. Está à venda nos EUA o resultado de anos de pesquisa, a máquina Slayer.

O projeto da Slayer

Pensada para obter o melhor espresso possível, a Slayer agrada pelo design maravilhoso e pelo desempenho excepcional. A máquina foge dos automatismos e devolve ao Barista o controle do artesanato de tirar um espresso. Na longa pesquisa que fizeram, os autores dessa obra prima descobriram, entre outras coisas, que as máquinas tradicionais pressionam a água através do pó de café com tanta força que não conseguem capturar todo o sabor.

Uma Slayer de dois grupos

A Slayer deixa a água passar mais tempo em contato com o pó de café, entre 30 e 35 segundos - contra os 18 a 23 segundos tradicionais nas outras máquinas. Além disso, descobriram que o ponto máximo de doçura do café pode ser obtido com uma variação de pressão, iniciando em 5 BAR, subindo para 9 BAR e voltando para 5 BAR.

Esse espresso foi feito nela

Perkunder disse que não está muito certo sobre o porque dessa combinação de pressão funcionar, mas que todo mundo está trabalhando suas teorias a respeito. "Quem sabe?", disse. Para sabermos tudo isso, teremos que esperar que alguma cafeteria traga uma dessas maravilhas para o Brasil.

Detalhes que fazem muita diferença e a alegria dos baristas

Abaixo você poderá assistir o desempenho e o fascínio dos baristas durante o lançamento da Slayer numa feira especializada, a Specialty Coffee Association of America (SCAA 2009).


Ricardo Icassatti Hermano





A Música do Dia - Blue Scholars - Coffee And Snow


O que você faria se acordasse pela manhã com o carro coberto por uma camada de neve e tivesse de cancelar todos os seus compromissos? Ou, quem sabe, se seu carro amanhecesse boiando nas águas do Tietê. O duo Blue Scholars tem uma alternativa.

Geologic (George Quibuyen) é o MC e Sabzi (Saba Mohajerjasbi) o DJ. Eles moram em Seattle e fazem hilárias brincadeiras com hip hop, a começar pelo nome do grupo Blue Scholars, algo como "colarinho azul", expressão dada aos trabalhadores que ganham salários por hora trabalhada. Bastante diferente, portanto, dos nossos "colarinhos brancos", cada vez mais encardidos. Tome um café!

Siga o Café & Conversa no Twitter: www.twitter.com/CafeConversa



Romoaldo de Souza



Coffee And Snow 


Its cold yup! 

first i came home 

and next thing you know

a blanket of snow cancelled a show

now im chillin

i cant let go i got a cast that fillin

hands to the ceilin but i know i cant be hold up in this spot for long

with a beat this hot and not drop the song

with pajama pants on

a chance to make

with a old school headcall a classic take

track eight to the new jacks and thats the breaks

i hate fakes with a passion cant get enough of everlastin

basement assassin

chasin a dragon

not cause im asian

more cause we need more fire

to warm these nuts

keep them toasted cold might shiver them up

and a snow plow truck aint givin a fuck

well dig ourselves out of the hood

with mind over matter but the matter came first

brown show you how the thang works

taken them to church like came but were seeing his dreams in reverse

say we need more self of steam

i say we need free first

water for the deep sea thirst

hotta than a philippine street i make the heat worst

callin out the sun

wont see a penny outta bailout fund

so i gotta keep it current or im laid out gun

buildin up a fort just in case out front

screen faids out credits in the start

throwed out now in the lenin and the marks

veterans of war ways in our backyards now

no surprise kids its kind of swords wow

and i came from an ile

never seen a blizzard so the weather stay foul

but a group on as i got grown Blue Scholars got started

i was sleepin on frutons at home

cant complain my people starvin

thats the reason why i dont rock no crystaleen carvin

and my folks keep callin

and the snow keeps fallin

and 09 keep marchin

sincerely geo sabzi gotta get that coffee

follow me

LETS GO!


terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Café (e comida, muita comida) a bordo!


O jovem e talentoso casal de jornalistas Caiã Messina e Raquel Ribeiro saíram em merecidas férias. Mas, antes que começassem a encher as malas com meias e cuecas (sem grana dentro), arranquei deles o compromisso de enviar ao blog Café & Conversa um relato sobre os cafés que tomassem ao longo da viagem. É claro que usei de muita chantagem. Eles estavam correndo na chuva e lhes ofereci uma carona providencial. Em seguida, veio a facada.

A viagem se deu em duas etapas. A primeira foi marítima, a bordo de um navio de cruzeiro na rota Santos - Buenos Aires - Punta del Este. A segunda foi em terra, na cornucópica megalópole chamada São Paulo. E os dois cumpriram o prometido, mas não nos deram as fotos deles no navio ...

Leiam a seguir o relato dos dois:

Café (e comida, muita comida) a bordo!

Não. Não entendo absolutamente nada de café. Mas, como prometi aos donos deste blog um relato fidedigno (se bem que após uma carona debaixo de chuva, a gente fala qualquer coisa), preciso antes de mais nada alertar o querido leitor. Alerta dado, vamos lá.

De cruzeiro a hermanos

Embarcamos em um cruzeiro marítimo com destino a Buenos Aires e Punta del Este em um baita naviozão, o Imperatriz, de bandeira panamenha. Pensei que o café servido lá seria tão cinco estrelas quanto a cabine, a comida e o serviço. Mas, me enganei ...

Posso não conhecer e entender todas as nuances da bebida, tão bem explicadas aqui, mas garanto a todos que consigo distinguir algo horripilante à distância. E esse foi o caso.

Fomos ao piano bar da embarcação, um espaço com direito a poltronas e sofás de couro e jazz ao vivo, na certeza de que tomaríamos um belo espresso. O cheiro era convidativo. A macchina, italiana. Mas, o produto servido era tão ruim, tão ruim, que não me animei a perguntar qual era o pó e nem se tinha barista. Apelei para um péssimo (melhor que horripilante, notem) Capuccino pelo resto da viagem e me refugiei no vinho do Porto, Mojitos e Limoncellos nos fins de tarde.

Em Buenos Aires e Punta, aí sim tomamos bons cafés. Mas, para nossa surpresa, a Illy tomou conta do mercado hermano. Sim, é um bom pó; sim, foram bem tirados; mas esperava um pouco mais de "criatividade" dos nossos vizinhos. Algo mais pessoal, com um terroir (gostou Romoaldo?) variado e não essa massificação que domina os lugares turísticos. Nos falaram que nas estâncias a coisa é menos globalizada, por assim dizer. Mas não tínhamos tempo para novas experiências. Então o jeito foi desembarcar em Santos.

De volta ao Brasil

Isso mesmo, de volta a Santos da Bolsa do Café, por onde no começo do século passado escoava a riqueza nacional. O prédio é lindo, vale a visita. Assim como o centro velho da cidade. Estão prometendo um programa de revitalização das fachadas. Espero que cumpram a promessa. Até lá, fico com o bom e sempre surpreendente centro de São Paulo, olhado com desdém pela maioria dos paulistanos, mas que melhora a olhos vistos.

Por baixo da camada de camelôs e prédios degradados está uma riqueza arquitetônica ímpar. O Martinelli, o Copam, a São Luís. Quem não conhece e prefere pegar um avião para se fascinar com a "downtown Buenos Aires", além de deslumbrado não sabe o que está perdendo. Mas, como quem gosta de pobreza por muito tempo é petista ou intelectual, seguimos o conselho do Ricardo Icassatti e fomos a um restaurante chamado D.O.M., pilotado pelo chef Alex Atala.

"Não é comida. É uma experiência gastronômica."

Pois é , Ricardo. Faço da sua frase (acima) a minha. Já fui a outros restaurantes cinco estrelas antes, mas em nenhum comi tão bem. Optamos por um menu degustação, com duas entradas, quatro pratos, um queijo e uma sobremesa. O chef Alex Atala e sua equipe realmente fazem por onde merecer que o D.O.M. figure como o único estabelecimento brasileiro no Guia Michelin, além de constar na lista dos melhores restaurantes do mundo por três anos consecutivos.

O lugar é no bairro Jardins. Simples e despretencioso, nem de longe lembra a ostentação doFasano ou o minimalismo do Emiliano. Não vou descrever os pratos para não estragar a surpresa de quem pensa em ir ao D.O.M. Nem os preços, para não chocá-los. Basta dizer que a tal espuma de manga (amassada à mão, passada em peneira fina e condensada no sifão) comsorbet de coco e cristais de gengibre, já valeu a pena.

O "lardo" de porco com redução de molho roti e mandioquinha, a ostra empanada na tapioca com sagu e ovas de salmão foram, como dizem os camelôs da 25 de Março, um "plus a mais". Sinto decepcioná-los, meninos, mas não pedimos café desta vez. Queríamos voltar para casa sem nenhum tipo de crítica mais maldosa. Fora que quanto mais lembrássemos do sabor da espuma de manga, melhor. Então, o jeito foi partir no dia seguinte para o Octavio Café.

Pense numa cafeteria que te recebe com esse assoalho

O Templo

A cafeteria Octavio é um daqueles lugares em que gente como a gente, que não sabe do assunto, vai e percebe que café é uma arte e que precisaríamos de anos de treinamento e conhecimento para aproveitar o que é servido. Tudo gira em torno dele, sua excelência o Alto Mogiana. Lá, as baristas ganham o lugar de destaque que merecem: o centro do estabelecimento. E, dali, comandam a ação de proporcionar prazer aos clientes.

Balcão dos Baristas, onde a magia acontece

Pedimos um espresso feito com o blend Octavio. Crema espessa, coloração boa, cheiro ótimo. O sabor tem toques de chocolate. Tanto que nenhum de nós ousou - nem precisou -, ó suprema heresia, adoçar o café! O retrogosto é marcante, mas não amargo. Acho que isso é bom (é?).

Espresso na Octavio é assim

A Raquel pediu ainda um café gratinado (espresso com marshmallow) e eu um Capuccino trufado. Para o meu paladar, bateu o até então imbatível Capuccino da cafeteria Cristallo. Por uma razão simples. O café é mais bem tirado e o pó é melhor na Octavio. No chocolate é pau a pau.

Cappuccino na Octavio é assim também

Expresso Oriente

Revigorados e nos achando os entendedores, no dia seguinte resolvemos ousar ainda mais. Fomos a uma casa turca especializada em kebabs, a Kebabs Salonu, na Rua Augusta, pertinho da Av. Paulista. Não nos arrependemos. O kebab de cordeiro com coalhada e o de linguiça estavam simplesmente maravilhosos! O pão Lavosh legítimo feito ali e a decoração em motivos orientais garantiram novas visitas em breve. Fora que o café servido é o blend da cafeteriaSanto Grão.

Podíamos pedir espressos, mas otomanos que somos, optamos pelo café turco. Forte (é como um café de marinheiro) como tem de ser, servido em copos de louça por um pequeno bule de prata, como manda a tradição. Para ganhar nota máxima, só faltou alguém para ler a borra e prever a desclassificação do Corinthians na Libertadores, ainda na primeira rodada ...

De volta para casa

Geladeira vazia, sabadão de calor no Extra ... Só me dei conta que estava de volta quando a Raquel vira para mim, aponta para a gôndola e fala: "Pega lá meio quilo de Santa Clara. Ali, perto do Café do Sítio".

É ... Voltamos. Mas conhecemos a ante-sala do Paraíso.

Caiã Messina e Raquel Ribeiro
Enviados especiais do Café & Conversa

A Música do Dia - Keb' Mo' - Keep It Simple


Esta não é a primeira vez que Keb’ Mo’, nome artístico do Kevin Moore, aparece aqui no Café & Conversa. Sua mais romântica canção, Closer, foi tema da despedida de fim de ano.

Hoje, esse californiano considerado por especialistas como uma das mais brilhantes estrelas do blues moderno, canta Keep It Simple, com a “simplicidade” dos gênios.

Keb’ Monão é simplesmente um cantor de blues. Ele toca sua guitarra como poucos e por isso mesmo é um requisitado instrumentista em programas de rádio, TV e filmes, sempre fazendo uma fusão única do tradicional blues com o pop, o rock e o R&B.

Em “longos dez anos”, como ele próprio disse ao Los Angeles Times, tocou diferentes instrumentos, a começar pelo trompete. Depois tentou percussão até chegar à guitarra. "Onde quer que me deixassem eu tocaria, até triângulo”, disse.

Keb’ Mo’ é uma das estrelas do documentário Playing for Change, do produtor Mark Johnson. Outra experiência de destaque na carreira de Keb’ Mo’ foi o projeto do cineasta Martin Scorsese, em 2003 no documentário contando a história do blues. Mo’ é uma das estrelas do musical que tem também, Carll Lumbly e John Mayall.

Nessa Keep It Simple, o blues man quer simplicidade, quer descomplicar a vida com uma xícara de café. Um cappuccino. “I don't wanna be a superman”, resume.

Tome um espresso. Desfrute dos deliciosos acordes dessa Keep It Simple, e tenha uma ótima terça-feira.

Siga o Café & Conversa no Twitter: www.twitter.com/CafeConversa

Romoaldo de Souza

Keep It Simple

Keb’ Mo’

Two cars, three kids, six phones
A whole lot of confusion up here in my home
Five-hundred stations on the TV screen
Five-hundred versions of the same ol' thing
 
Y'all know it's crazy
And it's drivin' me insane
Well, I don't wanna be a superman
I just wanna go somewhere, use my hands
And keep it simple
Oh real simple
 
You know I called my doctor on the telephone
The lines were open, but there was nobody home
Press one, press two, press pound, press three
Why can't somebody just pick up the phone and talk to me?
 
Y'all know it's crazy
You know it's driving me insane 
I don't wanna be a superman
I just wanna go somewhere, use my hands
And keep it simple
(Yes I do)
Real simple
 
(Play the blues)
 
Well I went down to the local coffee store
The menu went from the ceiling all the way down to the floor
Decaf, cappuccino, or latte said the cashier
I said gimme a small cup of coffee and let me get the hell up outta here
 
Y'all know it's crazy
Oh it's driving me insane
Well, I don't wanna be a superman
I just wanna go somewhere, use my hands 
And keep it simple
Oh lord, real simple
 
Well now I don't wanna be a superman
I just wanna go somewhere, use my hands
And keep it simple
Real simple
Real simple