quinta-feira, 11 de março de 2010
Café com Salgado
quarta-feira, 10 de março de 2010
Música do Dia - Serge Gainsbourg - Je T'aime Moi Non Plus
Serge Gainsbourg
Je t'aime
Oh oui je t'aime
Moi non plus
Oh mon amour...
Comme la vague irrésolue
Je t'aime
Je t'aime
Oh oui je t'aime
Moi non plus
Oh mon amour...
Tu es la vague, moi l'île nue
Tu vas
Tu vas et tu viens
Entre mes reins
Tu vas et tu viens
Entre mes reins
Et je te rejoins
Je t'aime
Je t'aime
Oh oui je t'aime
Moi non plus
Oh mon amour...
Comme la vague irrésolue
Je vais
Je vais et je viens
Entre tes reins
Je vais et je viens
Entre tes reins
Et je me retiens
I love you
Moi non plus
I love you
Moi non plus
Retiens moi
Tu vas
Tu vas et tu viens
Entre mes reins
Je vais et je viens
Je me retiens
- Non ! maintenant
Viens...
Panqueca de Chocolate com Frutas Vermelhas
- 1 ½ xícara (chá) de leite
- 2 ovos
- 1 xícara (chá) de farinha de trigo com fermento Dona Benta
- ½ xícara (chá) de chocolate em pó
- 4 colheres (sopa) de açúcar
- ½ xícara (chá) de açúcar
- 300g de morangos picados
- 300g de framboesa
- 300g de cerejas frescas picadas
- Calda das frutas
- 2 colheres (sopa) de rum
- 1 colher (sopa) de farinha de trigo com fermento Dona Benta
Folhas de hortelã
Bata no liquidificador o leite, os ovos, a farinha com fermento Dona Benta, chocolate em pó e o açúcar até obter uma mistura homogênea. Aqueça uma frigideira com 16cm de diâmetro, unte e coloque uma porção da massa (suficiente para formar uma camada fina que cubra o fundo da frigideira). Frite de um lado e vire para fritar o outro. Passe para um prato e continue a operação até terminar a massa.
Reserve duas frutas de cada para decorar. Em uma panela, coloque o açúcar e o restante das frutas e leve ao fogo médio. Cozinhe por cerca de 7 minutos ou até as frutas ficarem macias. Escorra e reserve a calda separadamente - deverá sobrar ½ xícara (chá) de calda. Coloque um pouco de recheio em cada panqueca e enrole. Reserve em lugar aquecido.
Em uma panela, misture a calda das frutas, a farinha de trigo com fermento Dona Benta e o rum. Leve ao fogo médio, mexendo sempre até encorpar. Arrume as panquecas em um prato, cubra com a calda e decore com as frutas e as folhas de hortelã. Sirva quente com sorvete de creme.
segunda-feira, 8 de março de 2010
A Música do Dia - Granpa Elliott & Oscar Castro - Only You
Oscar 2010 e a Alma Americana
domingo, 7 de março de 2010
Simplesmente Complicado e Divertidíssimo
sábado, 6 de março de 2010
A Música do Dia - A Véia Debaixo da Cama - Os Trapalhões
Romoaldo de Souza
Ouvindo o advogado falar que o governador-preso, José Roberto Arruda, “virou bode expiatório” quando o Supremo Tribunal Federal negou o habeas corpus e manteve o chefe da organização atrás das grades, eu me senti obrigado a concordar com o causídico. “Cadê os outros?” das outras organizações, dos outros crimes contra o dinheiro do cidadão. Pergunto, por que o STF não põe na cadeia o chefe da “organização criminosa” daquele outro “mensalão”?
Lendo a Wikipedia, sobre a expressão “bode expiatório” usada pelo advogado Nélio Machado, me lembrei da música de Genival Lacerda, cantada aqui pelos Trapalhões, “A Véia Debaixo da Cama”. A Véia em questão era criadora de vários animais, entre eles um bode.
Segundo o ritual Koranot, dois bodes e um touro eram levados a um altar para serem sacrificados. Mas, um deles era escolhido para “receber” os pecados do povo de Israel e ser solto. Não era queimado não. Caso conseguisse sobreviver... E alguém acha que essa gente mesmo carregando “os pecados” do povo nos bolsos, nas sacolas, no saco de supermercado, nas meias e nas cuecas não saberia sobreviver no Miami Beach Shopping?
Miami e os corruptos brasileiros sons of bitches
Deve ser por isso que o advogado disse que Arruda é o “bode expiatório”. O governador quer ser solto para tentar a própria sorte. Talvez em Miami ou nas Ilhas Cayman.
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A Véia Debaixo da Cama
(Genival Lacerda)
A véia debaixo da cama
A véia criava um rato
Na noite que se danava
O rato chiava, e a véia dizia:
"ai meu deus, que acabou tudo
Tanto bem que eu te queria"
A véia debaixo da cama
A véia criava um gato
Na noite que se danava
O rato chiava, o gato miava
E a véia dizia:
"ai meu deus, que acabou tudo
Tanto bem que eu te queria"
A véia debaixo da cama
A véia criava um cachorro
Na noite que se danava
O rato chiava, o gato miava,
Cachorro latia e a véia dizia:
"ai meu deus, que acabou tudo
Tanto bem que eu te queria"
A véia debaixo da cama
A véia criava um macaco
Na noite que se danava
O rato chiava, o gato miava,
Cachorro latia, macaco pulava
E a véia dizia:
"ai meu deus, que acabou tudo
Tanto bem que eu te queria"
A véia debaixo da cama
A véia criava um porco
Na noite que se danava
O rato chiava, o gato miava,
Cachorro latia, macaco pulava,
O porco fuçava e a véia dizia:
"ai meu deus, que acabou tudo
Tanto bem que eu te queria"
A véia debaixo da cama
A véia criava um bode
Na noite que se danava
O rato chiava, o gato miava,
Cachorro latia, macaco pulava,
O porco fuçava, o bode berrava
E a véia dizia:
"ai meu deus, que acabou tudo
Tanto bem que eu te queria"
A véia debaixo da cama
A véia criava uma cobra
A cobra mordeu o rato,
Mordeu o gato, mordeu o cachorro,
Mordeu o macaco, mordeu o porco,
Mordeu o bode... ihhhh
E a véia
Dedé, a veia
A veia
- que que tem a véia?
A veia
- a véia??
A véia
- a véia morreu?
Não, a cobra...
A cobra morreu..
A cobra mordeu a veia
E a cobra morreu, dedé
Por que a véia tinha que criar uma cobra?


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