segunda-feira, 5 de abril de 2010

A Música do Dia - Tierra Santa - Los Pinguos


Romoaldo de Souza

Outro dia, eu falei aqui desses argentinos que se juntaram em 1999 para tocar nas “boliche” as discotecas, as casas de baladas da juventude de Buenos Aires.

Dois anos depois, Los Pinguos juntaram os trapos e foram para a Califórnia. Em Los Angeles, Los Pinguos começaram a tocar em casas especializadas em música latina, como Latin Lounge e Ley Club.

Los Pinguos levaram a música argentina
às paradas de sucesso nos Estados Unidos

No ano passado, Adrián Buono, José Agote, Juan Manzur y Juan Manuel Leguizamón integraram um dos projetos culturais mais importantes da década, Playing for Change também lançado aqui no Café & Conversa, tocando La Cumbia.

Nesta segunda-feira, depois dos excessos da Páscoa, seja no bacalhau, que por alguma razão não consegui provar um prato sequer, sejam pelos chocolates. Los Pinguos e essa Tierra Santa.

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Atraídos Pelo Crime


Ricardo Icassatti Hermano

Na aviação existe um termo técnico chamado "point of no return" (ponto de não retorno). O termo designa um determinado ponto da pista do aeroporto que, uma vez ultrapassado pelo avião, a única alternativa que resta ao piloto é decolar.

Custe o que custar, pois não há mais a possibilidade de freiar, parar a aeronave e retornar. Não há mais pista disponível. Quando não ocorre um acidente fatal, o piloto decola, faz uma curva, pousa de volta e os passageiros ganham uma história horripilante para contar aos parentes e amigos.

Se passar do ponto, fudeu!

Já enfrentei essa situação numa viagem a trabalho. O avião decolava de Fortaleza em direção ao Rio de Janeiro. A turbina fazia um barulho estranho e o avião trepidava muito. Felizmente, o comandante resolveu abortar a decolagem faltando poucos metros para atingir o ponto de não retorno.

Com uma longa freiada, muito barulho, fumaça, trepidação, máscaras caindo, bagageiros se abrindo e malas despencando, paramos a um metro do final da pista. Tivemos que retornar a pé para o terminal com a choradeira, gritaria e rezas das mulheres. Foi bem divertido : )

Minha Nossa Senhora! Socoooorro!

Mas, o ponto de não retorno não se aplica apenas à aviação. Nós também temos os nossos pontos de não retorno. Não posso dizer que seja um padrão inevitável na vida de todo ser humano, mas às vezes acontece de chegarmos àquele ponto. Para o bem ou para o mal, uma vez ultrapassado, não há mais retorno à vida anterior. O que está feito, está feito.

Ontem, fui assistir ao filme Atraídos Pelo Crime (Brooklyn´s Finest). Recém-lançado no Brasil, com elenco estelar e muito buxixo em torno do desempenho do ator Wesley Snipes, no papel do traficante do Brooklyn, Caz.

Cartaz do filme

Li críticas muito elogiosas, forçando uma barra ao afirmar que a atuação dele seria digna de Oscar. Huuummmmm ... sei não. Me pareceu apenas o velho Wesley Snipes de sempre. Sem os golpes de Kung Fu, espada de Samurai ou dentes de vampiro.

O bom e velho Snipes

O filme pode ser classificado como policial, suspense e, com um pouquinho de esforço, até noir. Na verdade, a história é justamente sobre o ponto de não retorno de três policiais - um infiltrado entre os traficantes que quer cair fora do pior trabalho que um policial pode fazer; um desiludido com a profissão, com a vida e a sete dias de se aposentar; e outro que precisa desesperadamente de dinheiro porque não sabe usar uma camisinha e passa a roubar dos traficantes.

Os três policiais, interpretados por Don Cheadle (o infiltrado), Richard Gere (prestes a se aposentar) e Ethan Hawke (o desesperado), não se conhecem, nunca se viram, nunca se falaram. Mas, atingem o ponto de não retorno ao mesmo tempo e no mesmo lugar. Coincidência? Acredito nisso tanto quanto em pesquisas do Vox Populi, do Sensus ou do Ibope.

Don Cheadle sempre manda bem

As interpretações são excelentes, mas é preciso abrir um parêntese para a atuação de Ethan Hawke. O cara deu um show. Parece estar havendo uma saudável guinada na carreira de alguns atores de Hollywood. Talvez pela idade ou por não precisarem de mais dinheiro, estão se arriscando em papéis bem elaborados, que exigem refinamento, e deixando de lado as comédias românticas e outras bobagens.

Hawke faz atuação impressionante

Isso é muito bom para nós, cinéfilos que querem e gostam de assistir histórias bem contadas. Para tanto, são precisos bons roteiros, bons elencos, boas equipes técnicas e excelentes diretores. Neste caso, o diretor é o aclamado Antoine Fuqua, responsável por Dia de Treinamento, que deu o Oscar a Denzel Washington, e Atirador, com Mark Wahlberg. Ou seja, um craque.

Fuqua dirigindo Gere, que no penúltimo filme foi coadjuvante de um cachorro

Após o filme, fui tomar um café no Saborella, que agora aposta em blend próprio. Pedi um espresso curto e senti que se trata de um café bem balanceado, com notas de chocolate, torra um tantinho acentuada, ácido e medianamente doce.

Mas, a sua principal característica é a untuosidade. Algo como colocar uma diminuta porção de manteiga na língua e deixá-la derreter pelo céu da boca. 

Café & Conversa assistiu a Atraídos Pelo Crime e classificou a película como "Filmaço". Pode assistir traquilamente que você não vai se arrepender. O trailer está logo aí embaixo.

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domingo, 4 de abril de 2010

A Música do Dia - Apokalipso - Darko Rundek


Romoaldo de Souza


Hoje, para os cristãos, é a Páscoa. A festa da ressurreição. Supostamente, Cristo teria despertado da morte e subido aos céus. É a passagem da morte para a vida. Mas hoje, eu quero falar do Apocalipse. Um passo adiante.


A Bíblia, o mais famoso livro das religiões cristãs, conta que João teria visto sete anjos parados diante de Deus, com sete trombetas, cada um enviando uma desgraça, como chuvas de pedras, mares de sangue, estrelas caindo na terra e por ai a fora.


Um dos anjos tinha nas mãos, um turíbulo de ouro, cheio de brasa. Deus tomou o turíbulo das mãos do auxiliar, soprou as brasas e lançou o fogo sobre a terra e houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto.


Nas mãos de um coroinha qualquer,

um turíbulo como esse já faz um estrago,

imagine nas mãos de um Deus irado!

Sai de perto, Ricardo!


E outro dia eu estava no Haiti, quando a terra tremeu e nem sabia que estava diante do Apocalipse. Mas essa é uma visão bíblica.


O cantor, compositor, poeta e dramaturgo Darko Rundek tem outro ponto de vista sobre o Apocalipse.


Para quem nasceu na Croácia, que antes era a Iugoslávia, enfrentou a ditadura comunista de Tito ou o outro sanguinário, Slobodan Milosevic, o artista Darko Rundek vê o Apocalipse de um ângulo deveras interessante. Pelas pernas de uma mulher.


"Você é jovem demais

E eu estou velho demais para esperar

Cheiro no ar é mole

Desde que eu me encontrei com os olhos

O sonho desta noite

está começando”, diz Rundek


Então se o seu Apocalipse ainda não chegou; se o seu vizinho não ligou aquela música chata; se não toca um batidão pelas imediações da sua casa; se os pagodeiros foram todos abduzidos pelo incenso do Senhor Deus, escute e veja como Darko Rundek “enxerga” o Apocalipse dele. E o seu como será, hein?



Apokalipso

Darko Rundek


Ti si premlada

A ja sam prestar za èekanje

Miris u zraku mekan je

Otkada tvoje sreo sam oèi

San ove noæi

Poèinje


Apokalipso sviraju


Crni i znojni anðeli

S cvjetom u kosi

Ritam te nosi

Dobit æu sve što zaželim


Sad uzmi mi ruku i vodi me


Pred nama nisu godine

Al mogu biti najdulji sati

Rado te pratim

Vodi me


Anðeli nek se odmore


A u nebeske ponore

Mi æemo skupa

Padati znati

Otvori širom prozore


Ti si ta koju sanjam


Ja sam taj kojeg oduvijek znaš

Više nemamo želja

Jer sad plovimo do beskraja




sábado, 3 de abril de 2010

A Música do Dia - Bien o Mal - Julieta Venegas


Romoaldo de Souza

Moças bonitas soltam pum? Ou como diz Houaiss, "Justificarventosidade anal, ruidosa ou não; peido, traque”? E moças esquisitas, podem se casar, ter filhos, ser felizes? Esses parecem ser os mairoes dilemas da humanidade.

Muito mais importante que o paradoxo dos católicos se Jesus Cristo namorava ou não Maria Madalena. Ou para os agnósticos se há ou não vida, além dessa vida. Oh, vida! Oh, céus! Oh, dor! Odor!

Isso é fichinha diante da insolucionável dúvida masculina. Moças que usam decotes ou mulheres sensuais, sem sutiã, peidam? Ou ainda, do outro lado do balcão. É possível ser feliz na estranha fidelidade do casamento?


Fuminho bom esse, sô!
Houve uma época em que eu respondia, num programa de rádio, (Alvorada AM) aqui em Brasília, dúvidas como essas. Dilemas que Freud e seu plagiador Jacques Lacan levaram décadas estudando e fumando (cachimbo) e que nunca quiseram revelar a que conclusão chegaram. Fuminho esquisito aquele do doutor Sigmund Schlomo Freud.

Analisando bem a anatomia feminina, e pesquisando o que elas comem é até fácil responder se elas cometem esse, por assim dizer, ato de passar um telegrama sonoro.

Mesmo as deusas como
Sofia Loren e Monalisa tiveram seus momentos de intimidade intestinal. E nem por isso deixaram de ser admiradas. Queridas. Desejadas.

Olhe bem, na cara do mais famoso retrato (falado) de
Leonardo da Vinci. Em que, La Gioconda estava pessando? Pense bem!

Termina logo, Leo, preciso ir ao banho.

E Sofia Loren? No que pensava a deusa, quando precisava resolver suas embaraçosas situações. Cedo ou tarde, em alguma situação seremos todos iguais, pena que essa “igualdade” acabe nivelando por baixo...


Ah, Romoaldo! Você pensou o que, heim meu chapa? Sou linda, mas sou humana, gracinha!
Bom, mas por que eu falei desse tema tão humano, hoje? É que a cantora Julieta Venegas, queridinha de gente como Lenine e Marisa Monte, juntou uma porção de moças de Tijuana, ali na "Faixa-de-Gaza", mexicana e gravou esse clipe.

Elas comem, batem palmas e soltam puns! Como qualquer ser animal. A diferença é que umas são mais animais que outras.
Pena que à época da Alvorada AM ainda não tinha sido inventada a internet, Julieta Venegas. E peido sim. Ah, por alguma razão a produtora de Venegas mandou desabilitar o video no YouTube. Clique no endereço ali abaixo para assistir o videoclipe.
Bien o Mal
Julieta Venegas

Desde que te aparesiste
De repente
Todo parece brillar
Todas esta melodias
No decian nada, y aora dicen mas
Aaaahh
Aora dicen mas
Todo lo que me importaba desde
Tu llegada, no, importa ya
Lo que parecia dificil
Ya no representa dificultad
Aaaahhh
Fluye con facilidad
Pero me pongo a dudar
Me confundo y no distingo
Si esta bien o si esta mal
Si esta bien... Agradezco y te correspondere
Si esta mal... Como nunca llorare
Mientras tanto apuesto todo por saber
Me gusta encontrar que existe en la vida esta posibilidad
De que todo se de vuelta, cuando no esperaba ya no vendra
Aaaaahhh
Llego bien , algo se va
Pero me pongo a dudar, me confundo y no distingo
Si esta bien o si esta mal
Si esta bien
Agradezco y te correspondere
Si esta mal
Como nunca llorare
Mientras tanto apuesto todo por saber x2
Uuuuh uuuh uuuuuuh
Si esta bien agaradezco y te correspondere
Si esta mal como nunca llorare
Mientras tanto apuesto todo por saber




A Cartada Final - Talento de verdade


Ricardo Icassatti Hermano

Dias atrás, postei aqui a crítica sobre o mais recente filme do diretor Martin Scorsese e seu novo muso Leonardo de Caprio. O nome do filme é A Ilha do Medo (Shutter Island). Recebi protestos da ala feminina.

Eu sei que o Di Caprio tem sua legião de fãs, com ampla maioria feminina e o Rick Martin. O seu rosto e voz eternamente juvenis exercem algum encanto sobre as meninas sonhadoras que se acabaram de tanto chorar com o filme Titanic. Todas elas reproduziram à exaustão a cena na proa do navio, gritando: "I'm the king of the world!".

Mas, talento é outra história. Não se sabe porque Scorsese trocou de muso. Antes era o Robert De Niro. Agora é o Di Caprio. Certamente não é porque acha o último mais talentoso.

Para provar a minha "tese", procurei um filme que pudesse mostrar claramente o meu ponto de vista. Encontrei o que procurava na película A Cartada Final (The Score). Lançado em 2001, deixou registrada a última aparição na tela do incrível ator Marlon Brando. Depois desse trabalho, ele ainda fez uma gravação apenas de voz para o último filme da trilogia O Poderoso Chefão (Godfather). Ele faleceu em 2004.

Cartaz do filmaço

Agora imagine um filme com ótimo roteiro, um diretor competente - Frank Oz - e um elenco absolutamente magnífico. É talento demais para um filme só. Em A Cartada Final contracenam Robert De Niro, Marlon Brando e Edward Norton.

Os dois viveram o papel de Don Corleone

Não há o que falar do show, do banho de interpretacão dos dois primeiros. Eles fazem o trabalho de ator parecer algo fácil, natural e espontâneo. Mas, é o jovem Edward Norton que surpreende com uma atuação impecável e magistral. Está aí um ator que ainda não teve o merecido reconhecimento. Esse é um artista do tipo que faz a diferença num filme. Isso é raro e definitivamente não é a praia do Di Caprio.

Edward Norton, um ator excepcional

Se quiserem conferir e comparar, o filme é facilmente encontrado em DVD nos melhores video clubes da cidade. Meninas, acordem, cresçam e virem mocinhas. Abaixo uma pequena amostra no trailler.



sexta-feira, 2 de abril de 2010

A Musica do Dia - Princesa - Sacha Nairobi


Romoaldo de Souza

O que é isso, minha gente!?! A pergunta requer uma resposta urgente! Você que sempre me acompanha aqui no Café & Conversa sabe que não gosto de música qualquer, não. Tem de ter algo mais que um barquinho, um violão ou uma batida mais inteligente que o berimbau dos baianos. Tem que ter um certo, "appeal". Tem que ter um apelo. Isso aqui não é página para moças bem comportadas, que não queiram ver o outro lado do muro. Tem de ser um tanto quanto ousada, se é que me compreende!

Sacha Nairobi é assim. É um apelo. É sexy, é bonita, é charmosa, é inteligente e... uma excelente cantora e compositora. Nascida em família venezuelana, que gostava de fazer rodadas de boa música, do jazz americano ao mambo cubano, passando pelas cumbias andinas.

Sacha Nairobi mistura sátira e versatilidade. Consegue por na mesma composição, frases sentindo a perda de uma limusine e as regalias de quem foi de férias a Itália, com criadas, babá e muito dinheiro, e tem de retomar o cotidiano de dona de casa, preparando a marmita do marido. Ah, mulheres! Oh, marmitas!

CD que levou Sacha Nairobi a bater recordes
de vendagem nos Estados Unidos

A moça de quem falo chamou certo dia o produtor Germán Ortiz para ouvir uma das composições que tinha guardado sob sete chaves. Pela ousadia de Sacha Nairobi, vou reduzir isso para cinco chaves. É o máximo que ela consegue esconder. Cinco chaves. Duvida? Dê uma olhada no decote da moça. Acha mesmo que quem tem essa generosidade toda, no decote, tem algo a esconder?

Pois bem, antes que eu me perca nos devaneios de quem viaja nessa bondade venezuelana, quero retomar o fio da meada. Germán Ortiz é o responsável pelos melhores trabalhos musicais de instrumentistas como Al Dimeola ou o agora pluridimensional e arauto da sexualidade universal, Ricky Martin, que por sinal revelou ao mundo algo que só ele ainda não sabia.

Foi graças à fusão da genialidade de Ortiz com a sagacidade de Sacha Nairobi que a Sony Internacional investiu pesado, lançando mão de uma ampla campanha de midia, fazendo o álbum que leva o nome dela, bater recordes de vendagens nos Estados Unidos.

Bom, chega, não é? Com vocês Sacha Nairobi dirigida por Framer, com edição de Milcho, fotografia de Augusto Gallardo e direção de arte de Carolina Pagni, Princesa. E você sabe... Café & Conversa está toda hora no seu twitter. Tuíte comigo: www.twitter.com/CafeConversa

Ah, antes uma pergunta. Se Sacha Nairobi trocou Gucci, Prada, Versace e Christian Dior pelo louco amor, quanto você me dar por um Lenovo que vive travando o tempo todo?


Princesa
Sacha Nairobi

No tengo dinero, pero tengo amor.

Mira, me acostumbre a las cosas buenas de la vida
ya tanto tiempo que no viajo en limousina
los sacrificios que hago por ti.

Antes de vacaciones cuatro meses para Italia
con todo pago, tres criadas y una nana
ahora me quedo en la casita preparandote comida.

Era princesa, pero no era feliz de esa manera.
y ahora contigo estoy mejor aunque no tenga dinero
porque yo me alimento de tus besos.

Mi cielo, mi cielo.

No tengo dinero, pero tengo amor.
No tengo dinero, pero tengo amor.

Gucci, Prada, Versace y Christian Dior ya no son nada
te digo, la paso bien sin ropa entre tu cama, que rico
y ahora mis amigas ricas mueren de la envidia.

Era princesa, pero no era feliz de esa manera.
y ahora contigo estoy mejor aunque no tenga dinero
porque yo me alimento de tus besos.

Mi cielo, mi cielo.

Era princesa, pero no era feliz de esa manera.
y ahora contigo estoy mejor aunque no tenga dinero
porque yo me alimento de tus besos.

Mi cielo, mi cielo.

No tengo dinero, pero tengo amor.
No tengo diamante, pero tengo tu calor.

No tengo dinero, pero tengo amor.
Ya no tengo luz, pero tengo tu pasión.

No tengo dinero, pero tengo amor.
Tengo una vida llena de amor.

No tengo dinero, pero tengo amor.
tengo amor, tengo amor.

Como yo naide te queire princesita,
mamacita, tu boquita de azuquitar que me vuelve loco
(...) lo que quieras que te de, lo que quieras te lo doy.

Y si tengo dinero, te prometo que te compro el cielo
y te lleno de diamantes como tenias antes, pero esta vez vas a brillar de amor.

Era princesa, no tengo dinero, pero tengo amor.
ahora soy tu reina, mi reina, no tengo dinero, pero tengo amor.

Nada me falta porque yo me alimento de tus besos.

Mi cielo, mi cielo.



Vida e Morte


Ricardo Icassatti Hermano

Há um antigo ensinamento budista que diz o seguinte:

"Um dia sem risadas é um dia perdido" - Monge Saydessa Lama

Eu já gostava muito de rir. Depois que aprendi esse ensinamento, faço questão que meus dias tenham muitas risadas. Acho até que tenho alma de humorista/comediante. Afinal, o que é a vida senão uma grande piada? E a morte? Ninguém sabe ao certo. Sendo assim, vamos rir dela também.

O humor já derrubou ditaduras retirando o medo do coração das pessoas, mostrando o ridículo do autoritarismo, a ignorância do violento, a impotência da força bruta. Basta olhar os irmãos Castro e Hugo Chavez. Além, é claro, dos "aprendizes" de ditadores que temos por aqui também.

Por isso, gostaria que meu funeral fosse como o memorial de Graham Chapman, um dos integrantes do genial grupo de comédia Monty Python. Até fiz um acordo com uma grande amiga, que também tem essa veia humorística, para me contar sua melhor piada no meu penúltimo suspiro. Quero deixar este mundo dando uma sonora gargalhada.



É Páscoa!!!


Ricardo Icassatti Hermano

O Café & Conversa explicou tudo sobre a Páscoa, a origem da palavra, da festa, do coelhinho, dos ovos e até disponibilizou receitas para qualquer candidato a chef fazer o maior sucesso em casa. Mas, se você ainda não entrou definitivamente no clima da Páscoa, aqui vai um videoclipe do sempre engraçadíssimo e genial Muppet Show com a música Stand by Me.