And a girl, so young and fair
I have seen many things in my life
Some of them I’ll never forget
Everywhere...
I was sent to prison
For having murdered my wife
Because she was living with him
I lost my head and shot her
This was my story in the past
And I’ll go to reform myself
I am paying for my mistake
I will never be the same man again
quinta-feira, 29 de abril de 2010
A Música do Dia - My Mistake - Pholhas
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Tribuna Independente
A Música do Dia - Um Rato para Hugo Chaves

E um comercial do queijo que deixou forte o rato que assusta o rei da Venezuela.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Chili con Carne, apimentando a relação

A Música do Dia - Sax for Sex

segunda-feira, 26 de abril de 2010
A Música do Dia - Tour de France - Kraftwerk
Acompanhando o dia a dia da ciclista e jornalista Katia Maia, no blog dela, eu me lembrei de dois episódios e decidimos, aqui na redação do Café & Conversa, por unanimidade, que vamos patrocinar essa promissora atleta. E para não parecer que vamos ficar somente nas promessas vãs, já fizemos a primeira parcela de contribuição. A trilha sonora do treinamento da mãe de Guilherme e Bernardo.

Bobinhos, já tenho patrocínio e vocês não!
No final da década de 1970, Ralf Hütter, um dos integrantes da banda alemã Kratwerk, pegou a Romiseta dele e foi até Saint Tropez, na França ver a passagem do Tour de France a mais importante prova de ciclismo do mundo.

Fosse no Brasil, quando o músico voltasse,
tinha meia dúzia de gente dizendo: "bem vigiado aí dotô!
Num vacilo, o alemão acabou atropelado por um ciclista que, como ele, observava a prova. Contam que Hütter só ficou bravo porque não foi um competidor que arrebentou com a rótula do comedor de chucrute com salsicha.
Ainda no hospital, o músico-programador de sintetizadores e consultor informal da Apple nas horas vagas, começou a rabiscar uma música para lembrar a prova de fogo que é o Tour de France e a prova que ele teve de vencer entre ter deixado a romiseta abandonada numa das estreitas ruas de Saint Tropez. Uma semana depois que saiu do hospital o carro estava lá, intacto. Não tinham levado nem o som e ele voltou a Berlin cantarolando Tour de France.
A banda Kraftwerk usa e abusa, nessa Tour de France, de vozes e sons que vão se juntando com os movimentos dos ciclistas.

Kraftwerk "criou" essa capa para o disco gravado em 1983
Bom, agora vamos voltar a nossa patrocinada. Katia Maia narra no blog dela as dificuldades para participar do Audax, "prova de auto superação realizada no mundo todo". Nossa atleta não conseguiu vencer a primeira etapa, por pura falta de patrocínio, por isso, estamos investindo na carreira da jornalista da CBN, já que a rádio que "toca notícia" não se toca para os atletas que tem…
Katia Maia treina, agora, ouvindo Tour de France, pensando nas futuras provas, enquanto medita sobre a transubstanciação da carreira de jornalista na área de infraestrutura, nos apertados comitês de imprensa da Esplanada dos Ministérios.
Tour de France
Ralf Hütter e Maxime Schmitt
L'enfer du Nord: Paris - Roubaix
La Cote d'Azur et Saint Tropez
Les Alpes et les Pyrennees
Derniere etape Champs-Elysees
Galibier et Tourmalet
En danseuse jusqu'au sommet
Pedaler en grand braquet
Sprint final a l'arrivee
Crevaison sur les paves
Le velo vite repare
Le peloton est regroupe
Camarades et amitie
(=
The hell of the north: Paris - Roubaix
The Cote d'Azur and Saint Tropez
The Alps and the Pyrennees
Last stage Champs-Elysees
Galibier and Tourmalet (2 mountains)
Dancing even on the top
Bicycling at high gear
Final sprint at the finish
Flat tire on the paving stones
The bicycle is repaired quickly
The peloton is regrouped
Comrades and friendship)
Alice, o Retorno
domingo, 25 de abril de 2010
A Música do Dia - Araba - Mustafa Sandal


"Minha fascinação pelo Oriente começou há um ano, quando comecei a escrever meu primeiro livro. Algo modificou e abriu mente, coração, paladar e claro ouvido a novas experiências.
Comecei experimentando a música indiana. Meus amigos de lá mandavam sugestões e eu corria ao YouTube para procurar e ouvir. Baixei mp3 e enchi o iPod de sons de tambores, sinos e outros instrumentos que ainda estou aprendendo os nomes.
Foi o início de uma paixão por ritmos que não são tão monótonos e repetitivos. Algo que quando ouço invade meu corpo e me transporta. O que sinto é que as cores da Índia estavam em todos os lugares, inclusive na música.
Agora estou escrevendo meu segundo livro e os sons que estão invadindo meu espaço são da música turca. Clássica ou moderna, ela tem algo que me toca por sua força. Talvez seja por sua mistura de influências otomanas, bizantinas, das músicas folclóricas da Ásia Central, dentre outras. Enfim, uma mistura colorida, energética e muito sensual. Lembre-se da famosa belly dance (dança do ventre) dos haréns otomanos.
O poder da sonoridade dos instrumentos usados é intensa e cativou compositores como Hydn e Mozart que escreveram obras baseadas ou com inspirações turcas só para que pudessem utilizar tambor, pratos e sinos, instrumentos tipicamente turcos.
E a música moderna, da juventude turca, tem forte influência do Ocidente em sua apresentação, mas mantém aquela força e sensualidade orientais. Talvez seja pelo idioma. O mais provável é que ela ainda esteja impregnada dos sons do passado, da tradição de uma cultura milenar.
E minha fascinação por esses novos sons continua. São ricos, tocantes e me permitem aprender mais sobre a alma do povo que o cria e aprecia.
Bom dia!
Heleny!
Araba
Mustafa Sandal
Gönül ister aradigini
Hep mi bekler hep mi bulamaz
Gönül ister tanidigini
Hicmi bilmez hicmi soramaz
Beni alsa nafile nafile
Yerime birsey koyamaz
Yalvarsamda kal diye kal diye
O yerinde hic duramaz
Onun arabasi var güzel mi güzel
Söförüde var özel mi özel
Bastimi gaza gidermi gider
Malesef ruhu yok
Onun icin hic mi hic sansi yok











