quarta-feira, 19 de maio de 2010

A Música do Dia - Tower of Song - Leonard Cohen


Romoaldo de Souza


Nada acontece por acaso. Não. Eu não começaria um post, aqui, no Café & Conversa, citando Paulo Coelho. Não que tenha qualquer coisa contra ele. Da mesma forma como não tenho nada a favor, a não ser a época em que era compositor das músicas de Raul Seixas. Mas aí já é outra história. Era outro Paulo Coelho.

Olhando na internet, a frase "Nada acontece por acaso" em muitas citações, é atribuída ao escritor brasileiro, quando na verdade é bastante usual entre os budistas, antes de recitarem o mantra "Nam myoho rengue kyo". E nada acontece por acaso, vale para o escritor, compositor, poeta e instrumentista, Leonard Cohen.

Depois de sentir-se esgotado, passou um tempo de retiro espiritual, num mosteiro budista, para recarregar as energias. Mas, ao voltar da experiência monástica, descobriu que estava sem dinheiro. Sua agente teria levado perto de US$ 8 milhões da sua conta bancária.

Liso, Leonard Cohen começou a estudar propostas para uma turnê, que resultou no CD e DVD Live in London, de onde tiramos Tower of Song. Na minha opinião, a letra dessa música justifica o que sempre achei de Leonard Cohen, o poeta do pessimismo.

E aí sabendo que a leitora e seguidora do Café & Conversa, Heleny Galati tinha recentemente conhecido a música de Leonard Cohen, encomendei a ela o comentário - abaixo - para Tower of Song.

Cohen, o poeta do pessimismo, em Londres, 2009



Humildade é falta de originalidade. Sempre que ouço a música Tower of Song de Leonard Cohen é essa a idéia que me vem à cabeça.

A capacidade de abordar temas variados como sexo, religião, espiritualidade, poder ou seja, tudo aquilo que nos torna humanos deixa por vez uma sensação de que ele tem acesso a informações privilegiadas sobre a espécie.

A capacidade de transferir a uma letra o sentimento de tempo e de desejo que permanece quando subimos em direção a algum destino que desconhecemos está associada a sua total falta de humildade. Ele sabe que pode.

As lembranças dos acertos e erros, possibilidades perdidas e a forma como gradativamente vamos ficando em nossa companhia, exclusivamente, sem entretanto deixar de sentir e ser.

Leonard habita a Tower of Song, e cada um de nós habita uma torre própria construída, reconstruída e muitas vezes sequer percebida.

Heleny Galati, São Paulo, lua nova de maio de 2010.


Tower of Song

Leonard Cohen
Well my friends are gone and my hair is grey,
I ache in the places where I used to play
And I'm crazy for love but I'm not coming on.
I'm just paying my rent every day in the Tower of Song
I said to Hank Williams "How lonely does it get?"
Hank Williams . . . hasn't answered yet,
But I hear him coughing all night long,
A hundred floors above me in the Tower of Song.
I was born like this, I had no choice.
I was born with the gift of a golden voice,
And twenty-seven angels from the Great Beyond.
They tied me to this table right here in the Tower of Song.
So you can stick your little pins in that voodoo doll;
I'm very sorry, baby, doesn't look like me at all.
I'm standing by the window where the light is strong.
Ah they don't let a woman kill you, not in the Tower of Song.
Now you can say that I've grown bitter
but of this you may be sure:
The rich have got their channels in
the bedrooms of the poor.
And there's a mighty judgement coming,
But I may be wrong;
You see, I hear these funny voices
In the Tower of Song.
I see you standing on the other side,
I don't know how the river got so wide.
I loved you baby, way back when;
And all the bridges are burning that we might have crossed,
But I feel so close to everything that we lost,
We'll never have to lose it again.
Now I bid you farewell, I don't know when I'll be back;
They're moving us tomorrow to that tower down the track,
But you'll be hearing from me baby, long after I'm gone.
I'll be speaking to you sweetly, from a window in the Tower of Song.
Yeah my friends are gone and my hair is grey,
I ache in the places where I used to play,
And I'm crazy for love but I'm not coming on.
I'm just paying my rent every day in the Tower of Song.



terça-feira, 18 de maio de 2010

Logotipos de Cafeterias


Ricardo Icassatti Hermano

Cafeterias são excelentes lugares para conversar, filosofar, acelerar o raciocínio e trocar ideias. O café deixa o cérebro mais esperto e atiça a criatividade. Não é atoa que os profissionais das áreas criativas adoram café.

Para mim, uma das atividades mais bacanas da comunicação é a criação de logotipos e logomarcas. E as cafeterias são um campo fértil, embora a maioria dos donos acabem optando pela velha e surrada fórmula da "xícara fumegante".

Mas, mesmo dentro dessa temática limitadíssima - e talvez seja até por isso mesmo - é possível criar logotipos originais. O blog Choco La Design, do estudante de design gráfico, Willian Matiola, reuniu 16 logotipos de cafeterias para ajudar uma amiga a criar um trabalho. O blog é muito bom e merece uma visita de vocês.

É claro que não deixamos passar essa, porque tudo o que for relacionado a café nos interessa e muito. Vejam que beleza de logotipos.

















segunda-feira, 17 de maio de 2010

A Música do Dia - Pela Internet - Gilberto Gil


Romoaldo de Souza


Este 17 de maio, Dia Internacional da Internet, essa genial www (world wide web), me fez lembrar uma música de Gilberto Gil, Pela Internet, e um dedicado educador do interior de São Paulo que entrevistei, certa vez, para um programa de TV na RedeVida.


Anos atrás, conheci um paraense, professor de artes visuais, em Bertioga, São Paulo. Jacob Alves é de uma dedicação impressionante. Ele sempre leva uma música para a sala de aula e conduz os alunos dele a criarem um roteiro de videoclip.


"Pela Internet" é um painel desenhado e colorido com lápis de cor. Jacob contou que o desenho de cada um dos seus alunos, "segue na folha do amigo ao lado, resultando uma grande tira colorida. Depois tudo foi filmado e editado em vídeo". O trabalho final é esse clip, com base na música de Gil, que Café & Conversa apresenta aos seus seguidores.


O professor conta que o trabalho foi uma tabela entre as disciplinas de Inglês e Arte. Os passos para a realização do trabalho foram:


1 - primeiro ouvir a música com a letra na lousa leitura e interpretação da letra.

2 - foram feitos desenhos coloridos para as várias partes da música.

3 - fotografia dos vários desenhos.

4 - trabalho de edição em vídeo.


Está aí o resultado do trabalho do professor Jacob que, graças a internet, hoje será lido pelo seguidores do Café & Conversa.



Pela Internet

Gilberto Gil


Criar meu web site
Fazer minha home-page
Com quantos gigabytes
Se faz uma jangada
Um barco que veleja ...(2x)

Que veleje nesse informar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve um oriki do meu orixá
Ao porto de um disquete de um micro em Taipé

Um barco que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve meu e-mail até Calcutá
Depois de um hot-link
Num site de Helsinque
Para abastecer

Eu quero entrar na rede
Promover um debate
Juntar via Internet
Um grupo de tietes de Connecticut

De Connecticut de acessar
O chefe da Mac Milícia de Milão
Um hacker mafioso acaba de soltar
Um vírus para atacar os programas no Japão

Eu quero entrar na rede para contatar
Os lares do Nepal, os bares do Gabão
Que o chefe da polícia carioca avisa pelo celular

Que lá na praça 11, tem um videopôquer para se jogar...




Iron Man 2


Ricardo Icassatti Hermano

Finalmente assisti Iron Man 2. Um filme sensacional!!! São poucos os casos de sucesso em sequências. Esse filme é um deles. Colocar gente que entende de histórias em quadrinhos na produção de um filme baseado numa história em quadrinhos pode parecer algo óbvio. E é óbvio. Mas, os produtores de Hollywood ficam cegos, surdos e mudos diante de montanhas de dinheiro.

Cartaz do filmaço!!!

O sucesso retumbante de outros filmes como Homem Aranha, X-Men, Batman(os dois últimos), Hulk (o último) e Quarteto Fantástico, ajudou a clarear as coisas. Nesses filmes, os criadores das histórias originais foram chamados a participar. Foi isso que deu sentido aos roteiros e levou multidões aos cinemas.

Lição aprendida, veio o primeiro Iron Man. Um arraso, graças principalmente à mão de Stan Lee (seu criador) no roteiro, da direção de um fã de quadrinhos, Jon Favreau, e do trabalho de atuação de Robert Downey Jr. Certos atores e atrizes têm essa capacidade mágica de encarnar os personagens que vivem na tela. São poucos e merecem cada centavo dos milhões que recebem.

Robert Downey Jr. é o Iron Man

Nessa continuação foi utilizada a técnica dos quadrinhos. Sabemos que é uma sequência porque o super-heroi é o mesmo e tem um problema que persiste. A sua fonte de energia, aquele círculo luminoso no peito, ao mesmo tempo que o salva dos estilhaços também o mata por causa da bateria de paládio, um metal venenoso.

Reator à base de paládio não é legal

O resto é tudo novo. A cada gibi, um novo vilão para enfrentar. E aqui também cabe destacar o trabalho de Mickey Rourke. Desde que ele foi elogiadíssimo pelo filme O Lutador, parece ter tomado gosto pela boa atuação. Rourke está perfeito como o vilão russo em busca de vingança. O pai dele e o pai de Tony Stark foram os inventores daquele pequeno reator.

Rourke faz o vilão que vive encharcado de vodka

Além de tudo isso, o filme conta com as belezas estonteantes de Gwyneth Paltrow e Scarlett Johansson. Também tem muita comédia, pancadaria, tiros, explosões e tecnologia a dar com pau. Diversão garantida para toda a família. Preparem-se, porque a trama está ficando cada vez melhor, exatamente como no gibi.

Gibi e filme de super-heroi tem que ter mulheres bonitas

A novidade que o filme traz para a história do Iron Man é o descontrole sofrido por Tony Stark diante do sucesso e da morte iminente. Foi algo bem interessante de ver, por que isso nunca foi cogitado nos gibis. Os super-herois são sempre centrados e eticamente impecáveis, tirando o Homem-Aranha. Segundo o seu criador, Stan Lee, o personagem foi pensado assim mesmo, cheio de dúvidas e dificuldades da juventude. E o Hulk também, que é o próprio descontrole.

Mas, no final, Tony Stark finalmente pega a Pepper. AVISO! Não saia do cinema antes que acabe de passar todos os créditos do filme. É que de uns tempos para cá, os filmes baseados nos quadrinhos têm deixado uma pequena surpresa depois do The End. Portanto, seja paciente e espere sentado. Viva Stan Lee!!!

Para quem ainda não viu, o trailer de Iron Man 2. E naveguem nessa beleza de site.



domingo, 16 de maio de 2010

A Música do Dia - The Girl's Generation - Chocolate Love


Romoaldo de Souza


A brincadeira começou quando uma chocólatra e seguidora assídua do Café & Conversa começou a fazer provocações, com todo tipo de chantagem para ter seu nome incluído na lista daquelas felizardas pessoas que poderão um dia vir a participar do seleto grupo dos que possuem uma caneca personalizada do blog.


Assim mesmo, como os aficionados leitores disputam uma senha para visitar o "Recanto da Palavra", a maior livraria do mundo; ou embarcar numa daquelas gôndolas, na praça de São Marcos, em Veneza, ou ainda, para quem preferir, tomar um ônibus, às 6h30 da noite, na rodoviária de Brasília, com destino do Recanto das Emas. Assim tem sido a disputa pelas canecas do Café & Conversa.


Agora, mesmo, estou olhando pela brecha da janela, e lá embaixo do prédio, centenas de pessoas fazem fila para tentar interfonar meu apartamento e pedir para serem incluídas na lista do próximo sorteio. Eu só mostro a elas, uma cartaz escrito em creole, um dialeto que aprendi nas minhas inserções pelo Haiti. "Semèn pwochèn se desen tas kafe & konvèsasyon. Rete pwofitè!" Quem não souber o dialeto não pode nem pensar em querer participar do próximo sorteio.


Pois foi assim que a leitora, que assina o sugestivo nome de Regina Brasília, começou uma guerra de torpedos, mensagens subliminares, backgrounds. Também, não é - leia só a mensagem que a moça - tomadora de vinho importado, café espresso de primeira e moradora da "Petrópolis Brasilense". Além disso, tem no twitter dela: "Good girls go to heaven, bad girls go to everywhere". É claro que eu tremi todo.


- Que tipo de moça nossa leitora é? pensei.


A proposta de Regina Brasília era trocar uma caneca do Café & Conversa por uma receita de "brigadeirão de capuccino". Ai, quanta chantagem essa moça fez!


- Meu brigadeirão é conhecido aqui em Sobradinho. No meu trabalho, todo mundo conhece meu brigadeirão, dizia, feito um mascate, vendedor de anágua dos bons tempos em que as mulheres trocavam as "combinações" pelas anáguas.


- Sei não, mas essa leitora me fez ir longe demais, para quem prepara "regabofe", "assustados" e "vesperais". Acho que ela é capaz de quase tudo por uma caneca.


Conversa vai, conversa vem, até que pipoca no meu e-mail, uma esquisita mensagem devidamente criptografada. Tive de recorrer a outra leitora que é especialista em criptografia, Heleny Galati "To me success would be to be able to do your very best in everything you do", escritora e engenheira, foi quem me socorreu para "quebrar" as senhas da mensagem de Regina.


Pronto. Fiquei surpreso, a começar pelo subject: "leia". Claro. Li. Li e achei que deveria compartilhar com nossos queridos e amados seguidores.


Com vocês, a receita do "Brigadeirão de Capuccino" e essa sugestiva música do grupo japonês, Girl's Generation, Chocolate Love. Bom domingo, bons brigadeiros, bom café e felicidades!



Brigadeirão de Capuccino


- 1 lata de leite condensado

- 1 lata de creme de ceite sem soro

- 1/2 xícara (chá) de chocolate em pó (de caixinha, aquele dos frades)

- 1/2 xícara (chá) de café solúvel

- 4 colheres (sopa) de açúcar

- 1 colher (sopa) de manteiga em temperatura ambiente

- 3 ovos

- Manteiga para untar


Para decorar


- 1 xícara (chá) de creme de leite fresco

- 2 colheres (sopa) de leite condensado

- 1 colher (sopa) de chocolate em pó

- 1 pitada de canela, se gostar

- 1 xícara (chá) de chocolate granulado



Preparo


Bata no liquidificador o leite condensado, o creme de leite, o chocolate em pó, o café solúvel, o açúcar, a manteiga e os ovos. Quando ficar homogêneo, despeje em uma forma untada com manteiga. Leve ao microondas, ajustado com o tempo e potência de acordo com o fabricante e modelo de seu forno indica para pudim - em média 7 minutos. No forno convencional, asse em banho-maria or cerca de 1 hora e 30 min.


Desenforme ainda morno e leve à geladeira por cerca de 6 horas.


Antes de servir, prepare uma nuvem de chantilly:

Bata o creme de leite fresco até ficar bem espesso, mas um pouco antes do ponto de chantilly.

Acrescente o leite condensado, batendo levemente, e o chocolate em pó.

Se preferir ressaltar o sabor do café, substitua o chocolate por café solúvel.

Jogue um pouco da "nuvem" sobre o brigadeirão e cubra com chocolate granulado.

Polvilhe uma pitadinha de canela, se gostar.


Você pode servir o restante do chantilly à parte.


Agora, a música do dia!


Chocolate Love


Neol cheoeum bon sunganbuteo

Manjigo sipeo naman gajigo sipeo

Chocolate love!

Yosul gateun saeroun maeryeok geobuhal su itgenni


Dodohage saechimhage neol gamchugo isseo

Ireon neukkim cheoeumingeol nan ppajyeobeoryeotjyo


I got you babe, I call,

I call it chocolate love

Neoreul wonhae, gajillae

Dalkom dalkom oh chocolate love


Meotjidan mallon bujokhan geol

Moduga nollal geoya sseureojil geoya

Chocolate love! Brand new world...

Han madiro da seolmyeonghal su eomneun geol


Musimhage nalkaropge yuhokhago isseo

Ireon neukkim cheoeumingeol nan nogabeoryeotjyo


I got you babe, I call,

I call it chocolate love

Neoreul wonhae, gajillae

Ajjil ajjil oh chocolate love

I got you babe, I call,

I call it chocolate love

Neoreul wonhae, gajillae

Dalkom dalkom oh chocolate love


Woo~geudaen jebeop swipji anha boyeo

Hajiman neukkimi wayo

Ro~maentik hage chokollitcheoreom

Oh geureoke naege wayo

Woo~geudaen jebeop swipji anha boyeo

Hajiman neukkimi wayo

Ro~maentik hage chokollitcheoreom

Oh geureoke naege wayo


I got you babe, I call,

I call it chocolate love

Neoreul wonhae, gajillae

Ajjil ajjil oh chocolate love

I got you babe, I call,

I call it chocolate love

Neoreul wonhae, gajillae

Dalkom dalkom oh chocolate love




sábado, 15 de maio de 2010

Especial Colaboradoras


Ricardo Icassatti Hermano

Como já dissemos anteriormente, o blog Café & Conversa nasceu sob os signos da sorte e da beleza. Poderíamos acrescentar outros, mas hoje vamos nos ater a esses dois, pois queremos prestar uma homenagem.

Por que temos essa certeza? Ora, pelos amigos e amigas que nos honram com suas preciosas e inestimáveis colaborações. Todas as vezes que um(a) viaja, seja pelo Brasil ou para o exterior, encomendamos (na verdade, intimamos) um texto e fotos das cafeterias que conheceram por lá.

Pedimos que descrevam suas impressões como consumidores de bom gosto que são. Não queremos análises técnicas detalhadas. Isso deixamos para profissionais.

Todas as(os) colaboradoras(es) são jornalistas. Não é nenhuma escolha específica, apenas porque este é o nosso meio profissional, o jornalismo político. No entanto, não deixa de ser uma garantia de textos bem escritos e fotos bem batidas. Mas, o principal é a generosidade de todas essas pessoas maravilhosas.

Elas gastam tempo precioso de suas férias ou de trabalho para experimentar algo que, às vezes, nem estava nos planos. Esse tempo nunca é perdido, pois acabam descobrindo aromas, gostos e belezas que poderiam ter passado batido. No final, todos saímos ganhando. Especialmente os milhares de leitores do Café & Conversa.

Até aqui, falamos apenas do signo da sorte. O segundo signo é o da beleza. Mas, esse não precisa ser descrito. Basta olhar as fotos. Infelizmente não temos as fotos de todas mais o Caiã, mas já estamos providenciando e brevemente postaremos para não cometermos injustiças.

Raíssa Abreu


Jamila Gontijo


Elina Rodrigues

A todas essas lindas e maravilhosas criaturas, o nosso mais profundo agradecimento e admiração.