terça-feira, 16 de novembro de 2010
Recordações ... da Caneca e um quase assassinato
sábado, 13 de novembro de 2010
É (quase) Natal!
sábado, 6 de novembro de 2010
A Música do Dia - Better Days - Eddie Vedder
Romoaldo de Souza
Eu não fui ao cinema para ver Eat, Pray, Love. Fui pela companhia e pela trilha sonora que uma aluna minha tinha recomendado. Ponto para ela. Para a aluna que, como o diretor de Comer, Rezar, Amar, captou bem o sentido de uma trilha sonora. "Complementar um espaço por vezes vazio entre a imagem e o diálogo…".
Nem pretendo contar aqui, que a jornalista Liz Gilbert (Julia Roberts) sai pelo mundo em busca de autoconhecimento; nem que nas viagens que fez, descobriu o prazer pela gastronomia, na Itália, onde aprendeu a tomar um excelente café.
O best-seller de Elizabeth Gilbert, Comer, Rezar, Amar que dizem ser uma autobiografia mostra um Brasil caricatural. Tudo bem que Javier Bardem (o "brasileiro" Felipe) é um bom ator, mas aquele sotaque dele, aquele jeito esquisito de latin-lover supera a maneira como os atores da Globo interpretam personagens italianas. "Bambino, bambino, bambino". Felipe fica o tempo todo. "Querida! Querida! Querida!". Ainda bem que João Gilberto e a filha salvam o "núcleo brasileiro de Eat, Pray, Love.

Querida, querida, querida!!!
Por falar em café, se você ainda não viu Comer, Rezar e Amar, preste atenção, quando for, na amiga de Liz, na Itália. Uma nórdica, cabelos curtos. Acho que vou ver Eat Pray Love novamente só para "estudar" mais sua personagem. Vai que como Cecilia, em A Rosa Púrpura do Cairo que literalmente sai da tela e começa a conversar com alguém da plateia, a moça também em conversar comigo.
- Hello, Romu! Non querer tomar uma café com migo? - Poderia dizer a amiga de Liz, adorável adoradora de café. Sabe e ensina Liz a tomar um espresso corto.
Bom, mas eu não vou comentar o filme. Quero falar da cena final. Felipe, com aquele sotaque horroroso de brasileiro "descolado" insiste em levar Liz para uma ilha isolada, onde sozinhos os dois pombinhos poderiam se entender. Ela reluta. Vai e vem… Não se levante da cadeira. Eddie Vedder reserva uma surpresa agradabilíssima. Surpresa que, aliás, o Café & Conversa adianta um trecho, aqui.

Better Days
I feel part of the universe open up to meet me
my emotion so submerged broken down to kneeling
what's listening?
voices they care
had to somehow greet myself
greet myself
heard vibrations within my cells
in my cells
Singin' laaa
my love is saved for the universe
see me now I'm bursting
On one planet so many turns
different worlds
singin' haaa
fill my heart with discipline
put there for the teaching
in my head see clouds of stairs
help me as I'm reaching
the future's paved
with better days
night runnin'
from something
I'm running towards the day
wide awake
all whispered
once quiet
now rising to a scream
right in me
I'm fallin'
free fallin'
world's calling me
up off my knees
oh, I'm soaring
yeah, and darling
you'll be the one that I can need
and still be free
our future's paved with better days
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
A Música do Dia - Quero Morar com você na Califórnia - Ovelha
Romoaldo de Souza
Nas efemérides musicais, esse rapaz de quem vou falar hoje, parece ter tido o sucesso de um lampejo. Como diz a música de Lucio Dalla "Ele assim como veio partiu não se sabe pra onde…"
Cabelos longos, excessivamente oxigenados. Loiros como um borrego. Mas preferiu ser chamado de ovelha. Ganhou o apelido de Luiz Gonzaga, o rei do baião, quando ainda tocava na bandinha do "Camarão", em Olinda, onde nasceu. Pena que Ovelha não herdou do padrinho a genialidade.
Mas não deixa de ser esquisito que Ademir Rodrigues insista em colocar na sua biografia - isso mesmo, Ovelha tem biografia - que o apelido veio de outro pernambucano, o Chacrinha, e não de Luiz Gonzaga. O músico canhoto ao violão, ganhou um concurso da Discoteca do Chacrinha, em 1977, na cidade do Recife. Da mesma forma, Ovelha não carrega do "Velho Guerreiro" qualquer traço de destreza.
Ganhou outros concursos de música, entre os quais, no programa Raul Gil. Ganhou prêmios, discos de ouro, mas atualmente anda meio esquecido. Tanto é que se apresentou no Pânico na TV usando apenas sunga. Foi uma presepada de fazer dó.
Aqui, Café & Conversa traz essa "extraordinária" performance de Ovelha, cantando Hotel California em português. Como o pessoal do Eagles segue o nosso blog, quem sabe quando retomarem a turnê eles não chamam Ovelha para abrir os shows.
Quero Morar Com Você Na Califórnia
(Versão de Hotel California)
Se você for embora
Juro que vou sofrer
O amor que eu sinto agora
É o que me faz viver
Você tem minha vida
Não me deixe jamais
Eu preciso ter você comigo
Para viver em paz
Alguém na minha idade
Não pode viver só
Eu tenho muito que aprender
Com você meu amor
Você é minha vida
Está bom para mim
Vou embora com você pra longe
Vamos embora daqui
Morar com você na Califórnia
E viver feliz, e viver feliz
Quero morar com você na Califórnia
Foi o que eu sempre quis, o que eu sempre quis
Quero esquecer os problemas
Que houve entre nos dois
Se existe alguma coisa errada
Discutimos depois
Minha maior alegria
É ficar com você
Te mostrar um mundo novo meu amor
fazer você compreender
Que o mundo lá fora
É bonito demais (bonito demais)
E na Califórnia meu bem
Quero encontrar a paz
Vamos fazer um mundo de amor pra nos dois
Descobrir o que aqui tem de melhor
O resto eu vejo depois
Morar com você na Califórnia
E viver feliz, e viver feliz
Quero morar com você na Califórnia
Foi o que eu sempre quis, o que eu sempre quis
Alguém na minha idade
Não pode viver só
Eu tenho muito que aprender
Com você meu amor
Você é minha vida
Está bom para mim
Vou embora com você pra longe
Vamos embora daqui
Quero esquecer os problemas
Que houve entre nos dois
Se existe alguma coisa errada
Discutimos depois
Minha maior alegria
É ficar com você
Te mostrar um mundo novo meu amor
fazer você compreender























