Um estudo do Instituto Nacional do Câncer, dos Estados Unidos, desmistifica um assunto que para muitos é um tabu. Tudo bem, não sei se para muitos. Para alguns desavisados. Para nós já não era novidade que o chamado “vício” do café e da cafeína depende mais de como o fígado “recebe” a dose diária desse prazer.
A pesquisa foi publicada na revista Livraria Pública de Ciência e não encontrou vínculos firmes entre consumo de café e os genes envolvidos nos efeitos provocados, no cerébro, pela cafeína.
Era apenas um almoço. Em um restaurante bastante frequentado por pessoal de escritórios. Preço bom, comida boa. Excelente combinação. Logo se tornou o preferido da galera executiva. Ele comia ali muito antes de atingir esse status. Para ele, foi uma mudança até legal. Muita gente nova e bonita passou a frequentar o local.
Ele sentou-se à mesa de costume e o garçom até já sabia o prato que seria pedido. Fez o pedido e se jogou em seus pensamentos. O olhar fixo num horizonte interno, enquanto flutuava entre as imagens, ideias e sentimentos que moravam em sua mente. Ficou assim por um tempo que não saberia contar. Até que algo, um movimento suave, o tirou daquele estado meditativo.
Era um grupo de três moças que haviam acabado de chegar e se sentar numa mesa em frente. Ele olhou com a displicência de quem está acordando e seus olhos encontraram os olhos de uma das moças. Ela vinha olhando para ele desde que entrara no restaurante. Talvez tenha estranhado aquele olhar perdido no espaço, ou percebido a profundeza em que se encontrava aquele homem e tenha ficado intrigada. Mulheres são felinamente curiosas.
No decorrer do almoço, ele tentou não olhar muito para a mesa em frente, onde as moças conversavam baixinho e riam alto. Mas, aquela moça trajava um vestido desses com um rasgo na lateral e a sua coxa estava totalmente visível. Mas, não era isso que insistia em atrair o seu olhar. Era simplesmente a beleza facial da moça. Especialmente quando sorria. Ela também tentava não olhar diretamente para ele, mas era algo inevitável. Os olhares se esbarravam a todo momento.
Ele resolveu manter o foco no almoço. Mas, sabe como é. Ela resolveu mais ou menos o problema dela, prestando atenção numa das amigas que falava pelos cotovelos e, pelas risadas, deviam ser estórias bem engraçadas. Bom para ele, porque ela sorria o tempo todo. Olhando para a amiga, podia olhar também para ele, meio de lado. Claro que ele percebeu a manobra e se aproveitou da situação passando a olhar muito mais para ela, que sequer piscava.
Findo o almoço, ele pagou a conta, levantou-se e foi em direção à mesa das moças no momento em que o garçom servia cafés Nespresso. Virou e foi passando atrás da moça bonita, que já estava aflita, sem saber o que fazer. Ele percebeu o nervosismo geral na mesa. Deve inclusive ter sido tema de alguma daquelas conversas. Ele parou ao lado dela e perguntou:
- O que vocês acham desse café?
Elas sorriram nervosas por um momento, olharam para ele e falaram todas ao mesmo tempo. "É bom", "É isso", "É aquilo", "Não sei", "Mais ou menos".
Ele olhou diretamente para a moça bonita.
- O que você acha? É bom? É ruim? É mais ou menos?
Ela finalmente pôde olhar diretamente nos olhos dele sem se sentir constrangida.
- Eu acho um pouco forte demais. Por isso que eu sempre peço esse mais fraquinho.
- Mas, o gosto é bom pra você?
As outras meninas se calaram automaticamente e acompanhavam cada palavra dita, cada gesto, como se fosse um jogo de tênis. Ora olhavam para ele, ora olhavam para ela.
- É um pouco amargo.
- Porque esse não é um bom café. Deixe-me explicar. Sou barista e provador de café. Tenho acompanhado a evolução da Nespresso no Brasil e tenho notado que as pessoas enjoam rapidamente desse tipo de café.
- Realmente, já está ficando meio enjoativo. Mas, não tem outro, né? Todos os restaurantes estão servindo esse café.
- Eu tenho um blog onde escrevo sobre café, cultura, política e outras coisas. Estou numa campanha para que os restaurantes sirvam cafés melhores. Afinal de contas, o Brasil é o maior produtor e planta alguns dos melhores cafés do mundo.
- É, bem que eles poderiam servir um café melhorzinho.
- Obrigado pela atenção e pela opinião de vocês. Puxa ... sou muito mal-educado mesmo. Meu nome é Tony.
- O meu é ...
- Por favor, não me diga o seu nome.
- Por que?
- Se voltarmos a nos encontrar casualmente por mais duas vezes vezes, eu vou querer saber o seu nome.
Ela então abriu o sorriso mais lindo e luminoso que ele já havia visto em toda a sua vida. As outras moças puderam soltar o suspiro que estava preso há algum tempo. Ele saiu do restaurante deixando tudo nas mãos do destino. Pelo menos sabia onde iria almoçar toda terça-feira e que precisava manter geladeira e despensa abastecidas.
Com ou sem cafeína? A pergunta, assim de primeira, parece uma opção preferencial pelo café “menos agressivo”, mais agradável.
Parece. Mas não é. Os descafeinados brasileiros passam por um processo nem sempre saudável. É que a não ser uma ou outra indústria, como a italiana Illy e a suíça Nestlè, que usam métodos a base de gás para tirar a cafeína, tomar café descafeinado é ingerir produto químico.
História - Por volta de 1820, o escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe andava tomando muito café e sentia que cada vez mais ficava sem dormir, época em que escrevia Die Wahlverwandschaften. Foi aí que pediu uma ajuda a um amigo, o químico Ferdinand Runge. Conta a história que o poeta de Afinidades Eletivas tenha sido a primeira pessoa a tomar um descafeinado.
Essa e outras tantas dicas do café estão de segunda a sexta-feira, na CBN Recife, sempre as 9h30. Uma parceria do Café & Conversa com os amantes dos prazeres do café.
Bom, hoje é sexta-feira, você está aí, pensando em fazer compras e, de repente, percebeu que está faltando café. O que comprar, como comprar, são dúvidas que batem na hora de fazer a lista.
Nós estamos recomendando critérios na escolha do grão. A procedência é importante, o tipo de grão também deve ser levado em consideração. O importante é que você não vai mais comprar café pelo preço.
Na coluna de hoje, do Café & Conversa na CBN Recife, a gente tenta fazer com que o consumidor tenha, ao menos uma orientação para fazer a escolha.
Hoje, nós falamos na coluna na Rádio CBN Recife, sobre o dilema: açúcar ou adoçante. Porque é comum quando você chega numa cafeteria, a atendente perguntar:
- Açúcar ou adoçante?
- Como assim, com açúcar ou adoçante? - você pensa.
No seu próximo cafezinho, escolha um grão de qualidade e esse dilema não mais existirá.
Apesar de não passar de uma cidade do interior metida a besta, Brasília ainda é um lugar bacana de se viver. Pelo menos por enquanto. Já estamos sentindo as mazelas das cidades que crescem desordenadamente. Engarrafamentos, falta de estacionamento, grosseria no trânsito, violência, crimes e desrespeito estão chegando e se instalando. Mas, a vida é perigosa mesmo.
Brasília é assim, quando não chove é isso que vejo no final da tarde
Como aquele rock dos Raimundos, "Mulher de Fases", Brasília é uma cidade de fases. Moro aqui desde 1960 e acompanhei a fase dos botecos. Poucos sobreviveram. Veio a fase das lanchonetes e só ficaram as grandes redes. As boates tiveram seu tempo também e não sobrou nenhuma.
Conheço essa rapaziada desde que eram criancinhas
Em seguida, vieram os gordurosos bares "bolinho de bacalhau" e os restaurantes de sushi que ainda resistem. A fase das pizzarias está chegando ao fim e várias estão fechando. A fase atual é das cafeterias. Abre uma por mês. Vamos ver quantas irão sobreviver.
Dia desses, passei na frente do que costuma ser uma pizzaria, na CLS 308, e qual não foi o meu espanto ao ver que havia fechado e reluzia em sua fachada o nome "cafeteria". Procurei uma vaga, estacionei o carro e fui lá ver isso de perto. O lugar se chama Maria Amélia Cafeteria e tem apenas três meses de vida.
A cafeteria fica bem na esquina próxima à W-3
A casa é até simpática, bastante espaçosa - o que está ficando raro na cidade - e abriga várias mesas. Tem dois sofás balineses num canto com mesa baixa com jornais e revistas. Fui muito bem atendido pela garçonete, que respondeu minhas perguntas sem titubear.
Espaço privilegiado para uma cafeteria
O café Cristina servido ali não é dos melhores, mas até que não estava tão ruim. Talvez tenha sido o acompanhamento, um salgado que ainda não conhecia: Religiosa. Já ouviram falar dele ou dela? A massa lembra o empadão goiano, só que finíssima. A Religiosa é servida com vários recheios. Escolhi o de palmito e estava deliciosa.
Um espresso antes de comer a Religiosa ...
Mas, de cafeteria a Maria Amélia tem pouco. A quantidade de opções de salgados e doces remete mais a uma confeitaria. O café é apenas uma bebida complementar e não o foco central da casa. Se eles melhorarem a qualidade do café, disponibilizarem WiFi e derem uma caprichada na decoração, pode ficar bem legal.
Essas mesas cobertas com tampa de acrílico não ficaram legais
O importante é que tem gente investindo no segmento das cafeterias. E isso é um bom sinal. Significa evolução, civilização, fazendo contraponto à barbárie que se avizinha. Saindo dali, ainda vi outra cafeteria que visitarei em breve e trarei as informações para nossas(os) leitoras(es). Aguardem.
Pelo tamanho do cardápio dá para notar que ninguém passa fome ali
Olá! No programa desta quarta-feira (6), naCBN Recife, falamos sobre o cafezinho que é servido nos restaurantes. Será que o nível de exigência do cliente no restaurante, quando pede o prato que vai comer, se repete na hora de encerrar a refeição ao pedir um espresso? E se o café não estiver do agrado, o cliente pode devolver? Confira!
De segunda a sexta-feira, sempre às 9h30 no 90,3KHz essa importante parceira doCafé & Conversacom a rádio CBN Recife.
Nessa parceira do Café & Conversa com a Rádio CBN Recife, chegamos ao programa de número 3 (três). Hoje, demos dicas de como preparar um cafezinho em casa. Grãos selecionados e água mineral ou filtrada fazem a diferença.
O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, sempre por volta das 9h30 na Rádio CBN Recife, 90,3KHz. O seu blog predileto está sempre inovando : )
Dia desses assisti na TV paga um filme que fez muito sucesso em 1984. Chama-se The Woman in Red (A Dama de Vermelho, no Brasil). Eu tinha 28 anos e esse filme me marcou para sempre. Calma ... eu vou explicar o motivo.
Cartaz do filme
O filme revelou uma das belezas femininas mais impressionantes do cinema americano. Essa bela mulher é a atriz Kelly LeBrock, que encarnou o papel título, a modelo incrivelmente bela, alucinante, perturbadora e sensual Charlotte. Contracenando com ela, o desencantado executivo Theodore Pierce, interpretado pelo sempre fantástico Gene Wilder, que também ficou responsável pela direção. E aqui, Wilder mostrou que a sua genialidade não se restringe a atuação apenas.
Gene Wilder num dos meus filmes favoritos, O Jovem Frankenstein
A história é muito simples. Theodore Pierce é um executivo, se não me engano, de uma agência de publicidade. Casado e com vários filhos, está naquela meia idade do Lobo. A esposa dele, bem, é uma esposa comum, meio gorda, feiosa, desinteressante. E o casamento vai seguindo naquele banho-maria. Isso até o dia em que ele vê a modelo Charlotte.
Outro filme sensacional em que o Richard Pryor é cego e o Gene Wilder é surdo
Aí o diretor Gene Wilder faz uma releitura absolutamente genial da famosa cena protagonizada por Marilyn Monroe no filme O Pecado Mora ao Lado, quando ela se coloca sobre a saída de ar do metrô e a sua saia levanta com o vento. No outro filme, Charlotte também se coloca sobre uma saída de ar e dança sensualmente ... para o deleite espantado do pobre Theodore.
Vai dizer que você nunca viu essa cena?
Depois disso, ele passa a assediá-la e o filme vira uma comédia. Com o tempo, a modelo maravilhosa passa a dar atenção ao pobre Theodore e, aos poucos, vão se aproximando. Nessa aproximação, a beleza da modelo só vai aumentando. A sedução nos atinge em cheio e ficamos todos apaixonados por ela.
Sabe mulher do tipo SUA LINDA! Pois é ...
Até que finalmente um dia acontece. Charlotte finalmente cede aos "encantos" cômicos de Theodore e resolve levá-lo para a sua cama no dia do aniversário dele. Claro, ele recebe uma força dos amigos. Essa cena é demais. Ela está numa sessão de fotos para um comercial, onde repete cenas de fábulas infantis, vestida de princesa e de pastora dos cachinhos dourados com carneirinhos. Imagem da pura inocência sexy. Ninguém consegue tirar os olhos da tela. Todo mundo aguarda e acredita que Theodore mereceu o prêmio pelo esforço.
Na vida real, Kelly é casada com o Steven Seagal. Vai encarar?
Quando o ato finalmente vai se consumar, o interfone toca estridente. Charlotte se exaspera e grita para Theodore se vestir, se esconder, ir embora, qualquer coisa. Nós ficamos estupefatos na sala de cinema. Era o marido dela, um piloto de avião que chegou antes da hora. Todos nós, juntos com Theodore, estamos confusos. Ela é casada? Perguntamos enquanto ela tira um porta-retrato da gaveta com a foto do maridão e o coloca sobre o criado-mudo.
Se manda mané! Meu marido chegou! Sai fora senão ele mata nós dois!
De repente, aquela mulher linda, corpo e rosto perfeitos, jeito de anjo inocente, nos decepciona, nos rouba todo o encanto, mata o sonho e a paixão se esvai como água da chuva pelo bueiro. Ela fica subitamente ... feia. Há um ligeiro torpor e todos nós, juntos com Theodore, caimos na real. A vida é cruel assim mesmo. Não se iluda.
Mais um pouquinho da Kelly porque eu não sou de ferro
Mas, o filme ainda nos deixa uma esperança, quando Theodore, que estava escondido no parapeito do prédio é confundido com um suicida. Seus filhos e esposa feiosa vêem a cena transmitida ao vivo pela televisão. Os bombeiros preparam a rede de salvamento e gritam para ele pular. No meio da queda, ele vê a bela repórter da TV e ali mesmo já estabelece o contato. Sempre há esperança de uma nova paixão, um novo amor.
Esse filme eternizou o vermelho como a cor da sensualidade e dos mulherões
Agora, vocês sabem porque o filme me marcou e a toda uma geração que depois iria se aterrorizar com a Glenn Close em Atração Fatal ... como eu disse, a vida é cruel. Aos mais novos, recomendo que vejam A Dama de Vermelho. Aos mais velhos eu digo, revejam e lembrem-se que em matéria de lábios (e de corpo) a Kelly Lebrock dava de mil na Angelina Jolie. Por enquanto, fiquem com a cena final da pastorinha.
Well, todo mundo já assistiu, está assistindo ou vai assistir, então lá fui eu também assistir o filme que está dando - sem trocadilhos - o que falar e uma enorme bilheteria. Estou falando do filme Bruna Surfistinha, com a atriz Deborah Secco no papel título.
Cartaz do filme que está bombando
Aliás, uma escolha perfeita pois a atriz incorporou a personagem de maneira absolutamente convincente. Deborah Secco é linda, fascinante e transpira sensualidade por todos os poros. Além disso, ela realmente desempenhou na atuação e não teve tempo quente nem nas cenas mais ousadas, que são muitas.
Na Deborah Secco, até o silicone nos seios ficou bom
A história, retirada do livro O Doce Veneno do Escorpião, é que é manjadíssima e por isso não traz surpresas ou originalidade. O filme conta a história da garota adolescente que gosta de sexo e é sacaneada pelos colegas do colégio. Em vez de se tornar Carrie a Estranha, vai para o mundo da prostituição. Aqui abro um parêntese.
À esquerda, a Bruna Surfistinha real e autora do livro
Conheci duas histórias desse tipo na minha adolescência. Nas duas, tive que distribuir uns sopapos nos babacas envolvidos. Mais tarde, pensando sobre o assunto, cheguei à conclusão de que se trata de pura misoginia. Já disse aqui no blog que homens e mulheres só vão se entender de verdade no dia em que realmente gostarem das diferenças de gênero.
Falo dos homens porque não me atreveria a discorrer sobre o universo feminino. Os homens, de maneira geral, ainda não conseguiram evoluir da meninice, quando não gostavam das meninas. Com o tempo, muito desse "não gostar" virou misoginia, machismo, ódio puro e simples ou androcentrismo.
Eu sei ... mulher é complicada, mas eu aprecio até a complicação delas
São poucos os homens que sabem apreciar uma mulher pelo o que ela é e representa. São poucos os homens que apreciam as diferenças entre os dois universos. Mas, também são poucas as mulheres que tenham a mesma apreciação. É possível identificá-los quando encontrar casais felizes.
Mas, voltando ao filme. Já no mundo da prostituição, Bruna faz sucesso porque teve alguma educação e é criativa. Mas, como qualquer pessoa, não estava preparada para a fama. Daí vieram, as festas, as falsas amizades, as drogas e ela acabou expondo o pescoço para deleite dos vampiros.
É uma fantasia perversa achar que o mundo da prostituição é só alegria
Como era de se esperar, ela conhece o fundo do poço, de onde é salva pelo amor de um homem, um ex-cliente, com quem acabou se casando na vida real. Quem nunca viu uma história como essa antes? O filme vale pela atuação da Deborah Secco, que merece todos os prêmios brasileiros de cinema, pelas cenas de sexo, algumas hilárias.
E aqui abro um outro parêntese para uma observação estritamente pessoal e sem comprovação científica. Não sou psicólogo. Sou essencialmente um humorista, tenho alma de comediante e presto muita atencão em tudo que provoca risos nas pessoas. Há muito tempo venho notando que boa parte das pessoas ou não sabe distinguir o que é drama e o que é comédia, ou estão apenas exercitando um lado mórbido que ri histericamente da desgraça alheia.
Afinal, qual é a graça de uma pessoa desmaiar e quase morrer por causa de uma overdose de cocaína? Qual é a graça que tem uma mulher chorando por ter sido descoberta pelo irmão num puteiro?
Outra coisa que notei foi a grande audiência feminina. Segundo minhas fontes para assuntos femininos, as mulheres têm grande curiosidade sobre o mundo da prostituição. O que vocês acham? Em todo caso, o filme vale o ingresso e merece o sucesso de bilheteria que está tendo.
Habitualmente, coloco ao final da resenha o trailer do filme em questão. Mas, hoje, devido ao alerta das minhas fontes sobre a curiosidade feminina, trago outro vídeo com a Bruna Surfistinha em pessoa dando dicas sexuais para as mulheres, solteiras e casadas, sobre como apimentar a relação. Creio que será bastante útil.
Romoaldo de Souza e Ricardo Icassatti Hermano são jornalistas especializados em política, sendo que Ricardo também é barista e provador amador, e Romoaldo é juiz oficial da Associação de Baristas do Centro Oeste. Descobriram o interesse comum e passaram a procurar em Brasília uma cafeteria onde pudessem realmente degustar um bom café e conversar sobre política e a vida. Nesses encontros surgiu a idéia de um blog que auxiliasse as pessoas a tomar um bom café e, se possível, ajudar a desenvolver o mercado interno para os cafés especiais. Além, é claro, de "conversar" sobre os assuntos e as pessoas do momento.