O jornalista Carlos Kuppê mandou um e-mail querendo saber se o café estimula o hábito de fumar e quantas xícaras pode tomar por dia! Bom, conhecendo o colega jornalista que, nas horas vagas, tri-atleta, eu começaria a resposta pelo final.
Café é uma bebida estimulante e pode provocar sensações de euforia sendo tomado em excesso. Aliás, não é Kuppê, até exercício em demasia faz mal. O ideal é tomar até no máximo cinco xícaras de café por dia. Sem exageros.
Agora, quanto ao estímulo do hábito de fumar, eu outro dia vi uma entrevista do médico Bruno Mioto em que considera normal as pessoas fazerem associações, mas o cardiologista não encontrou, nos pacientes que pesquisou, indícios de um fato com outro.
Para saber mais, faça um clique e escute o podcast. Bom feriado.
A ouvinte Paula Mendes conta que é fã de gelatina e perguntou se existe gelatina de café. Olha, Paulinha, daquelas com sabor, que a gente encontra em supermercado não tem. Mas, você pode fazer em casa. Nós procuramos uma receita e encontramos várias, até misturando a gelatina de café com gelatinas de outros sabores.
A nossa preferida é a mais simples e veio lá do pessoal do blog Mexido de Ideias e foi postada por Stela Morato. Nessa receita, a gelatina não leva açúcar e é acompanhada de leite condensado, creme chantily ou outro acompanhamento doce para fazer o contraste de sabores.
Caso prefira a sua gelatina de café doce, basta adicionar o açúcar. Anote aí a receita.
Gelatina de café
Tempo de preparo: 4 horas
Rendimento: 6 porções
Ingredientes
- ½ litro de café 3 Corações (preparado com 4 colheres sopa
- 12 gr de gelatina em pó sem sabor (1 pacote)
- Leite condensado (para pincelar)
- Grãos de café (para enfeitar)
Preparo
Prepare o café e deixe esfriar. Dissolva a gelatina como manda o fabricante, misture ao café e coloque para gelar num recipiente quadrado.
Quando estiver endurecida, corte em quadradinhos, pincele leite condensado com uma colherzinha ou pincel de silicone. Coloque grãos de café para enfeitar.
Como temos repetido, o café é um dos produtos mais consumidos do mundo porque também é um dos mais versáteis, combina com quase tudo. Na culinária, já mostrou que vai bem até com sal, mas é na área dos doces que ele realmente faz sucesso.
Embora seja originário do Oriente Médio, o café se deu muito bem em terras tropicais e harmonizou perfeitamente com as frutas do novo mundo. Outro dia demos aqui a receita do Bolo de Coco com Café. Hoje, escolhemos outra fruta campeã de preferência dos brasileiros: a Banana.
Faça a nossa receita de bolo de banana e café e depois nos diga se não temos razão, ou nos chame para experimentarmos essa delícia
Ingredientes
2 ovos
1/2 colheres sopa de açúcar mascavo
1 banana madura e amassada com um garfo
5 colheres sopa de óleo vegetal (girassol, canola)
1/2 xícara de farinha de trigo integral
1/4 colheres chá de fermento em pó 3 colheres de sopa de pó de café moído para espresso
Recheio 375 g de cream cheese 3 colheres chá de pó de café moído para espresso 4 colheres sopa de mel Açúcar de confeiteiro para polvilhar
Preparo
Pré-aqueça o forno a 180º. Unte uma forma redonda (20 cm).
Bata os ovos junto com o açúcar mascavo e a banana por cerca de 7-8 minutos ou até que a mistura fique lisa e macia.
Adicione o óleo e bata por mais 2 minutos, misture e peneire por três vezes a farinha de trigo, o fermento e o pó de café.
Com uma espátula de silicone, adicione gradualmente, uma colher de sopa por vez, à mistura de ovos.
Coloque a mistura na forma untada e bata de leve para retirar bolhas de ar.
Leve ao forno e asse por cerca de 17-19 minutos ou até que um palito enfiado no bolo saia limpo. Enquanto o bolo estiver assando, misture os ingredientes do recheio e reserve.
Retire o bolo do forno e deixe esfriar completamente. Desenforme e divida o bolo em dois discos.
Cubra a parte de baixo com o recheio e coloque a outra parte por cima. Polvilhe com o açúcar de confeiteiro.
O ouvinte Tiê Gomes disse que desde cedo cultiva o hábito de tomar um café forte no início da tarde, logo depois do almoço, para ganhar coragem. Recentemente, ele tem comprado cafés especiais e não desgruda da cafeteira.
A italiana, também chamada de Moca, é a cafeteira caseira mais conhecida no mundo e é de simples manuseio para fazer um espresso em casa.
Para saber mais sobre a italiana, faça um clique aqui
O ouvinte José Geraldo ficou surpreso com duas coisas que viu numa cafeteria em Recife. A primeira é que café espresso estava escrito com esse e não com xis. Depois, ele teve um surpresa porque, quando abriu o cardápio, viu pelo menos três alternativas: um café longo, um curto e o pingado. E o ouvinte quer saber o que significa isso.
Para saber mais sobre espresso, com "s" e a quantidade dos cafés nas xícaras, faça um clique aqui.
A Esplanada dos Ministérios, o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto aderiram - ainda que por poucos dias - à Campanha Outubro Rosano combate ao Câncer de Mama. Aqui na redação também estamos de rosa, pelo menos nas letras e no pensamento. E hoje, na CBN Recife, falei de uma pesquisa feita em Estocolmo, na Suécia, sobre os efeitos do café, no combate ao câncer de mama.
Joffre Melo é um desses "gordinhos charmosos", que prefere perder peso e mandou uma consulta para o Twitter do Café & Conversa, perguntando se o cafezinho coado na hora, engorda.
- Posso tomar alguns durante a dieta? - Pergunta nosso leitor.
- Pode e deve, Joffre!
Cientistas australianos chegaram à conclusão que o café pode ajudar a queimar calorias, principalmente, se você estiver fazendo exercícios também.
Para saber mais e entrar em contato com Joffre Melo, faça um clique aqui.
Conta a lenda que, em 1511, o rei de Portugal mandou o conquistador Afonso de Albuquerque tomar o sultanato de Málaca, perto da atual Indonésia, com o objetivo de se apropriar da Noz Moscada, uma pequena castanha que custava uma fortuna e servia de tempero nos banquetes da Europa do Século 14.
Quinhentos e tantos anos depois, eu aproveitei uma expedição à casa de amigos, e atendendo o pedido da leitoraAmaranta Duartepreparei um drink de café, leite vaporizado e noz moscada. Faça um clique aqui, e veja como ficou.
Vai chegar o dia em que nenhum filme será mais feito em 2D. O cinema será totalmente 3D. O que é uma pena, pois tirando desenho animado e alguns tipos catastróficos de filmes, o cinema 2D é a melhor opção. Pelo menos para mim, o efeito 3D precisa ter um propósito, não pode nem deve ser utilizado indiscriminadamente ou apenas porque dá bilheteria. Bem mais cara por sinal.
Cartaz do filme
Imagine um filme como Meia Noite em Paris em 3D. Ficaria bobo, com cara de produção da Disney, ou pior, com cara de parque temático e montanha russa ... Também não é só por ser de ação que um filme precise ter efeito 3D. É o caso, por exemplo, do recém-lançado Os Três Mosqueteiros. Felizmente estamos vivendo aquela etapa de transição tecnológica, em que o velho convive com o novo até que o novo domine, e os filmes são lançados em 2D e 3D. Eu preferi assistir em 2D.
O 3D não adiciona nada, ao contrário, retira
A história é um clássico literário que se transformou num clássico cinematográfico do tipo aventura de capa e espada. Mas, o romance de Alexandre Dumas é um sucesso desde 1844 porque aborda valores caros ao ser humano, como a lealdade. Lembram do lema: "um por todos e todos por um"? E tem toda a aventura, é claro.
Tempos românticos, aventureiros
Assim como também fazemos com nossas Blog-Novelas, Dumas romanceou fatos importantes dos reinados de Luís XIII e Luís XIV e da Regência que se instaurou na França entre os dois governos. Ele também retratou as artimanhas do Cardeal Richelieu, uma eminência parda que tramava contra o rei a quem servia e, por consequência disso, as agruras da rainha Ana de Áustria.
O Cardeal, o Rei, a Rainha e os Mosqueteiros
O ator que interpreta o Cardeal (Christoph Waltz) é o mesmo que fez o psicopático Coronel Hans Landa em Bastardos Inglórios. Levou até uma merecidíssimo Oscar pela fabulosa interpretação. Talvez até por isso, vi em Richelieu um protótipo daquele que séculos depois aterrorizou a Europa e o mundo, Adolf Hitler. Tal como o alemão, o francês também tinha a sua Gestapo. Daí o conflito com a guarda pessoal do Rei, os Mosqueteiros.
Quatro contra 40, para ser uma luta justa e uma boa briga
Eu sou fã dessa história desde criança. Sonhava com aquelas aventuras e pautei minha vida por aí. Tornei-me um lutador e um viajante contumaz. O jornalismo apenas se encaixou nesse plano e foi bom porque me ajuda a contar minhas andanças pelo mundo. Agora, no final do ano, embarco em mais uma aventura. Mas, sobre isso, falarei após a viagem : )
Milla Jovovich faz a Milady de Winter e me fez lamentar
que as mulheres tenham trocado o espartilho pelo silicone
Sendo fã incondicional, devo ser também um caso raro, pois assisti todos - literalmente - os filmes dos Três Mosqueteiros já produzidos. Os mesmo aconteceu com os filmes do Tarzan. Acompanhei a evolução nas coreografias de lutas, no capricho das produções e na forma como os roteiristas se "baseiam" na história original.
Deve ser muito legal interpretar um Mosqueteiro
Nessa evolução, foram incorporados elementos dos filmes de artes marciais, do Missão Impossível, do 007 e muita, mas muita mesmo, imaginação. Ainda não sei se acho bom ou ruim. Sem dúvida, o filme fica mais animado, mas perde na localização de época, aspecto que aprecio quando é respeitado.
O filme é produzido e interpretado por ingleses. A velha rixa entre Inglaterra e França é naturalmente explorada. Claro que os ingleses não perderam a oportunidade de dar uma sacaneada, retratando a realeza francesa como um bando de bichas loucas preocupadas apenas com a moda. Não se deram ao trabalho nem de improvisar um sotaque afrancesado. Os atores e atrizes falam o mais puro e elegante inglês britânico e nós perdemos a chance de ouvir aquelas moças bonitas falando francês, o que, vamos combinar, é uma delícia.
Não sei porque os ingleses acham que parecem
menos bichas que os franceses
Me deu até saudade da Françoise, que me chamava de Ricardô e eu a chamava de Chiquinhá ... perdidos na selva/ mas que tremenda aventura/ você até jura/ nunca sentiu tamanha emoção/ meu uniforme brim cáqui/ não resistiu ao ataque/ das suas unhas vermelhas/ meu bem, você rasgou meu coração/ Oouooh/ eu e minha gata rolando na relva/ rolava de tudo/ covil de piratas pirados/ perdidos na selva ... (Gang 90 & As Absurdettes)
Bien, o filme é uma tremenda diversão, mas também fala de cavalheirismo, coragem, bravura, lealdade, ideais, honra, amor e amizade. Sempre com bastante humor. Há uma cena em que os Mosqueteiros Athos, Porthos e Aramis explicam a D'Artagnan como se tornaram obsoletos justamente por acreditar nessa nobreza de espírito. Algo que faz muita falta atualmente.
"Um por todos e todos por um"
O Café & Conversa preza tudo isso e recomenda o filme. Vale o ingresso e é diversão garantida para toda a família. Veja o trailer.
Frederico Araujo chegou no trabalho ontem, levando um pacote de café e um coador de pano, para espanto do pessoal que trabalha no escritório de frente para o Oceano Atlântico.
Daquele jeito bem curioso, uma colega de trabalho quis saber por que o jornalista resolveu aposentar o coador de papel e passou a usar o de pano, tão tradicional nas famílias do interior de Pernambuco.
Bom, para saber como ficou o café do Fred, faça um clique aqui
Romoaldo de Souza e Ricardo Icassatti Hermano são jornalistas especializados em política, sendo que Ricardo também é barista e provador amador, e Romoaldo é juiz oficial da Associação de Baristas do Centro Oeste. Descobriram o interesse comum e passaram a procurar em Brasília uma cafeteria onde pudessem realmente degustar um bom café e conversar sobre política e a vida. Nesses encontros surgiu a idéia de um blog que auxiliasse as pessoas a tomar um bom café e, se possível, ajudar a desenvolver o mercado interno para os cafés especiais. Além, é claro, de "conversar" sobre os assuntos e as pessoas do momento.