Leitor do blog manda uma mensagem perguntando o que fazer já que toda vez que chega na cafeteria predileta está tocando Axé, "pagode modernoso", forró.
Após assistir o filme Gigantes de Aço(Real Steel), fiquei com a nítida impressão que os produtores queriam homenagear o Sylvester Stallone. Mas, em vez de refilmar um dos seus blockbusters, resolveram juntar vários num só e fazer um mexidão. Encontrei várias referências a filmes da série Rocky Balboa e ao eterno Sessão da Tarde: Falcão, O Campeão dos Campeões (Over the Top).
Cartaz do filme
Copiar o que é bom e funciona não é demérito. Fazer mal feita a cópia, é. Felizmente, não é o caso desse filme, que foi muito bem produzido. O roteiro é previsível, claro. Um pai omisso, ex-lutador de boxe, irresponsável, imaturo, porém gente boa, ganha a guarda do filho que teve com uma namorada e a quem sequer conhece. O resto a gente já sabe. O que muda é o cenário. Neste caso, o mundo - e o submundo - das lutas de boxe entre robôs.
Pancadaria robótica come solta
Se você parar para pensar um pouco, é o futuro provável mesmo. Hoje pela manhã, vi no telejornal Bom Dia Brasil o mais novo robô japonês. Fiquei abismado. Ele pula, corre e tem um avanço incrível na operacionalidade das mãos. Consegue até abrir uma garrafa térmica. Esse extraordinário avanço vai permitir que ele seja usado nas áreas mais contaminadas da usina nuclear de Fukushima. O futuro é agora ...
Não vai demorar para vermos cenas como essa
No filme, os robôs são a salvação do boxe. Em determinada cena, o lutador interpretado pela paixão da minha amiga Elina Rodrigues, o Wolverine Hugh Jackman, explica que a sanguinolência do Vale Tudo e os estilos de luta no chão levaram à substituição dos lutadores humanos por robôs. Cita os Gracie etc. e tal. No filme, os robôs em questão lutam boxe. Pelo menos no circuito oficial e mais endinheirado. Porque no submundo, continua valendo tudo.
O filme ainda tem a gata Evangeline Lilly
Um aspecto bacana no filme é o reconhecimento de que para lutar direito é preciso ser lutador e não apenas um bom manuseador de joysticks. E é basicamente isso que se desenrola na trama. Um ex-lutador fracassado e perdido na vida que se reencontra na luta. Quem é lutador entende o que é lutar com técnica apurada e tem enorme prazer nisso.
Mais um pouco da bela Evangeline ... (suspiro)
Daí juntaram um lutador gente boa, uma gata (Evangeline Lilly), um garoto meio bicha e um robô simpático chamado Atom. Eis a fórmula do sucesso. A trajetória de um grupo de derrotados rumo ao sucesso e à fama. Parece firula, mas não é. O filme é entretenimento garantido, diversão para toda a família. Veja o trailer:
O pessoal especializado em fazer bons, bonitos e bem decorados cafés, realiza toda última quinta-feira de cada mês, o TNT – Thursday Night Throwdown – e desta vez, em Minas Gerais, um barista de Juiz de Fora, preparou o café Moca Gelado Floresta Negra e fez a decoração.
Mano Silva mandou a receita e disse que queria vê-la publicada aqui no blog. Pronto!
Um abraço, bom café!
Você vai precisar de um copo de café gelado, bem forte; uma colher de sopa de calda de chocolate; outra colher de sopa de xarope de framboesa, duas bolas de sorvete de baunilha e um pouco de chantilly para decorar.
Agora, vamos ao preparo.
Primeiro, numa vasilha média, coloque o copo de café forte e gelado. Despeje a calda de chocolate, o colher de xarope de framboesa e das duas bolas de sorvete de baunilha.
Não precisa mexer. O ideal, nesse drink, é que você vá se deliciando com cada um dos ingredientes, e refrescando o paladar.
Você que gosta de café, que quer aprender como se faz um bom espresso, que tem curiosidade por saber como os baristas são treinados e como é o julgamento deles, pois você tem um encontro marcado com o 1º Campeonato de Baristas de Pernambuco.
De 9 a 11 de novembro, quarta, quinta e sexta-feira, no Centro de Convenções de Recife, vai acontecer o evento que coloca as cafeterias e os profissionais de Pernambuco, no mesmo nível de outros centros gastronômicos, como Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.
Baristas estão sendo chamados a participar deste primeiro desafio. É só o começo
Eu já soube que tem gente treinando arduamente para fazer bonito. Serão julgados os melhores drinks de café, o melhor espresso e o melhor cappuccino.
O paraíso dos italianos são as massas e o céu é um café encorpado. Agora, você imagine juntar massas com café. Eu já disse que quem é apaixonado por café, esse povo meio diferente, leva o liquido precioso para todas as áreas da gastronomia.
Já falei de café com pimenta, com noz moscada, com temperos de todas as partes de mundo e, hoje, vou atender a um pedido feito por Aldo Germano, que apesar do nome é descendente de italianos e, como tal, apaixonado por massas e café.
Nunca é demais lembrar que os italianos são os criadores do café espresso e fabricam as melhores máquinas para tirar café do mundo. Além daquela cafeteira caseira, a Moka, a italiana.
Foi aí que Aldo Germano propôs um desafio. Encontrar uma receita que juntasse no mesmo prato os dois amores do nosso ouvinte. Café e massas.
O pessoal do Coffee Break, especializado em gastronomia, tem uma uma receita de massa feita com café e que leva farinha de trigo, cacau em pó, sal e café.
Fácil, fácil de fazer um macarrão com sabor de café.
Para a massa fresca, você vai precisar de:
Ingredientes
- 50 g de café solúvel instantâneo
- 250 g de farinha de trigo
- 5 g de cacau em pó
- 5 g de sal
- 1 ovo inteiro e 2 gemas
Preparo
Ferva 50 ml de água com o café solúvel e deixe esfriar. Peneire a farinha junto com o cacau sobre uma superfície plana.
Faça uma cavidade no meio da farinha e adicione o ovo, as gemas, o sal e o extrato de café frio. Com um garfo, vá misturando aos poucos os líquidos à farinha. Sove até desgrudar das mãos e obter uma massa homogênea. Embrulhe em papel-filme e leve ao refrigerador por uma hora. Abra a massa sobre uma superfície enfarinhada e corte em tiras finas. Enfarinhe as tiras, cubra com um pano de prato e reserve.
O jornalista Carlos Kuppê mandou um e-mail querendo saber se o café estimula o hábito de fumar e quantas xícaras pode tomar por dia! Bom, conhecendo o colega jornalista que, nas horas vagas, tri-atleta, eu começaria a resposta pelo final.
Café é uma bebida estimulante e pode provocar sensações de euforia sendo tomado em excesso. Aliás, não é Kuppê, até exercício em demasia faz mal. O ideal é tomar até no máximo cinco xícaras de café por dia. Sem exageros.
Agora, quanto ao estímulo do hábito de fumar, eu outro dia vi uma entrevista do médico Bruno Mioto em que considera normal as pessoas fazerem associações, mas o cardiologista não encontrou, nos pacientes que pesquisou, indícios de um fato com outro.
Para saber mais, faça um clique e escute o podcast. Bom feriado.
A ouvinte Paula Mendes conta que é fã de gelatina e perguntou se existe gelatina de café. Olha, Paulinha, daquelas com sabor, que a gente encontra em supermercado não tem. Mas, você pode fazer em casa. Nós procuramos uma receita e encontramos várias, até misturando a gelatina de café com gelatinas de outros sabores.
A nossa preferida é a mais simples e veio lá do pessoal do blog Mexido de Ideias e foi postada por Stela Morato. Nessa receita, a gelatina não leva açúcar e é acompanhada de leite condensado, creme chantily ou outro acompanhamento doce para fazer o contraste de sabores.
Caso prefira a sua gelatina de café doce, basta adicionar o açúcar. Anote aí a receita.
Gelatina de café
Tempo de preparo: 4 horas
Rendimento: 6 porções
Ingredientes
- ½ litro de café 3 Corações (preparado com 4 colheres sopa
- 12 gr de gelatina em pó sem sabor (1 pacote)
- Leite condensado (para pincelar)
- Grãos de café (para enfeitar)
Preparo
Prepare o café e deixe esfriar. Dissolva a gelatina como manda o fabricante, misture ao café e coloque para gelar num recipiente quadrado.
Quando estiver endurecida, corte em quadradinhos, pincele leite condensado com uma colherzinha ou pincel de silicone. Coloque grãos de café para enfeitar.
Como temos repetido, o café é um dos produtos mais consumidos do mundo porque também é um dos mais versáteis, combina com quase tudo. Na culinária, já mostrou que vai bem até com sal, mas é na área dos doces que ele realmente faz sucesso.
Embora seja originário do Oriente Médio, o café se deu muito bem em terras tropicais e harmonizou perfeitamente com as frutas do novo mundo. Outro dia demos aqui a receita do Bolo de Coco com Café. Hoje, escolhemos outra fruta campeã de preferência dos brasileiros: a Banana.
Faça a nossa receita de bolo de banana e café e depois nos diga se não temos razão, ou nos chame para experimentarmos essa delícia
Ingredientes
2 ovos
1/2 colheres sopa de açúcar mascavo
1 banana madura e amassada com um garfo
5 colheres sopa de óleo vegetal (girassol, canola)
1/2 xícara de farinha de trigo integral
1/4 colheres chá de fermento em pó 3 colheres de sopa de pó de café moído para espresso
Recheio 375 g de cream cheese 3 colheres chá de pó de café moído para espresso 4 colheres sopa de mel Açúcar de confeiteiro para polvilhar
Preparo
Pré-aqueça o forno a 180º. Unte uma forma redonda (20 cm).
Bata os ovos junto com o açúcar mascavo e a banana por cerca de 7-8 minutos ou até que a mistura fique lisa e macia.
Adicione o óleo e bata por mais 2 minutos, misture e peneire por três vezes a farinha de trigo, o fermento e o pó de café.
Com uma espátula de silicone, adicione gradualmente, uma colher de sopa por vez, à mistura de ovos.
Coloque a mistura na forma untada e bata de leve para retirar bolhas de ar.
Leve ao forno e asse por cerca de 17-19 minutos ou até que um palito enfiado no bolo saia limpo. Enquanto o bolo estiver assando, misture os ingredientes do recheio e reserve.
Retire o bolo do forno e deixe esfriar completamente. Desenforme e divida o bolo em dois discos.
Cubra a parte de baixo com o recheio e coloque a outra parte por cima. Polvilhe com o açúcar de confeiteiro.
O ouvinte Tiê Gomes disse que desde cedo cultiva o hábito de tomar um café forte no início da tarde, logo depois do almoço, para ganhar coragem. Recentemente, ele tem comprado cafés especiais e não desgruda da cafeteira.
A italiana, também chamada de Moca, é a cafeteira caseira mais conhecida no mundo e é de simples manuseio para fazer um espresso em casa.
Para saber mais sobre a italiana, faça um clique aqui
O ouvinte José Geraldo ficou surpreso com duas coisas que viu numa cafeteria em Recife. A primeira é que café espresso estava escrito com esse e não com xis. Depois, ele teve um surpresa porque, quando abriu o cardápio, viu pelo menos três alternativas: um café longo, um curto e o pingado. E o ouvinte quer saber o que significa isso.
Para saber mais sobre espresso, com "s" e a quantidade dos cafés nas xícaras, faça um clique aqui.
Romoaldo de Souza e Ricardo Icassatti Hermano são jornalistas especializados em política, sendo que Ricardo também é barista e provador amador, e Romoaldo é juiz oficial da Associação de Baristas do Centro Oeste. Descobriram o interesse comum e passaram a procurar em Brasília uma cafeteria onde pudessem realmente degustar um bom café e conversar sobre política e a vida. Nesses encontros surgiu a idéia de um blog que auxiliasse as pessoas a tomar um bom café e, se possível, ajudar a desenvolver o mercado interno para os cafés especiais. Além, é claro, de "conversar" sobre os assuntos e as pessoas do momento.