Elias Rodriguez conta que tem um amigo garçom que toma café enquanto faz as refeições. O próprio Elias considera estranha aquela atitude e pergunta nossa opinião.
Diferente! Já tínhamos visto gente capaz de arrumar uma confusão se não tiver um cafezinho depois da refeição, agora, na hora em que está comendo...
Que tal, a caneca do Café & Conversa sendo servida de bandeja nos restaurantes de Recife?
Uma pesquisa da Universidade de Guelph, no Canadá, faz um alerta para os perigos da combinação de café e comidas gordurosas.
Nosso leitor Antonio Dionisio disse que se lembra da época em que estudava na Universidade Federal de Pernambuco e faltava dinheiro para comprar uma porção de coisas, mas sempre reservava uns trocados para tomar umas e outras e fazer umas festinhas principalmente, quando tirava nota boa. O tempo passou, nosso amigo agora dá aulas no Cabo de Santo Agostinho. Infelizmente ainda não nada na grana, mas pouco lhe falta. Que bom...
O professor Toninho disse que tem seguido à risca as receitas do pessoal do Café& Conversa, na CBN Recife, e está pedindo um drink que leve café mas tenha bebida alcoólica.
Foi aí que eu recorri às meninas do Mexido de Ideias. No blog delas tem umas dicas bem interessantes e trouxe o café gelado com vodka. Você só vai precisar de meio copo de café gelado, 1 colher de sopa de geléia de hortelã, 1 dose de vodka, de preferência uma vodka respeitada, uma vodka importada, cai bem nesse drink que ainda leva gelo e açúcar a gosto.
Para saber mais, como fazer esse drink vá na página do Mexido de Ideias e escute o podcast:
Jandro Medeiros disse que já não conta quanto tempo faz que não toma café com açúcar ou adoçante, mas o engenheiro reconhece que tem uma dificuldade grande de convencer os amigos ou mesmo ou parentes a deixarem de lado o hábito de adoçar o café.
Se fosse só você estava bom. Muita gente que deixou de lado esse costume, Jandro, tem os mais diferentes argumentos. O café sem adoçar é mais puro, para que o adoçante ou o açúcar não tirem algumas propriedades como o próprio sabor adocicado que muitos cafés apresentam.
É claro que esses diferentes argumentos podem ser contestados, principalmente por aquelas pessoas que ainda não tomaram gosto por todas as nuances do café.
Do sabor ao aroma! Se bem, que é bom que se diga que não chega a ser um pecado colocar açúcar ou adoçantes. O que nós temos recomendado é que essa mudança, deixar de adoçar o café, deve ser gradual.
A espionagem no cinema se divide basicamente em duas vertentes. A americana, que é centrada na ação com muita pancadaria, tiros, explosões, perseguições frenéticas e tecnologia a dar com pau. A outra é a inglesa, que privilegia a inteligência, as observações, os detalhes, a desconfiança absoluta, um verdadeiro jogo de xadrez.
Cartaz do filme, escola americana
Estão em cartaz nos cinemas de Brasília dois bons exemplos dessas duas escolas da indústria cinematográfica: Missão Impossível 4: Protocolo Fantasma e O Espião que Sabia Demais. O primeiro baseado em um seriado de TV e o segundo baseado em um clássico da literatura de espionagem do escritor e ex-espião do MI6 John Le Carré.
Cartaz do filme, escola inglesa
Mas, a espionagem de ação não é exclusividade americana. Afinal, os ingleses inventaram o James Bond, que era mais playboy do que espião. E foi descaradamente imitado pelos americanos com o James Coburn, que fez apenas dois filmes encarnando o super espião Flint. Para desbancar o Sean Connery, esse Flint era mestre em artes marciais, fluente em 47 idiomas, neurocirurgião, espadachim, físico nuclear e vivia numa mansão com quatro gatas lindíssimas. Obviamente inspirado em Hugh Hefner ... Essa é parte exagerada e engraçada dos filmes de espionagem.
O Flint era floda
Os americanos optaram por transformar o ofício da espionagem - no cinema - numa prova de decatlo. Os agentes secretos americanos sempre estão dando porrada em alguém, pulando, correndo, atirando, pilotando, voando, fugindo, chega dá um cansaço. A parte de inteligência mesmo fica relegada a segundo plano, por conta dos gadgets eletrônicos e de informática. Com apenas um laptop eles são capazes de burlar sistemas sofisticados de segurança e roubar informações valiosas. No final, ainda pegam a gata do filme.
Americanos adoram gadgets eletrônicos
Já os ingleses optaram claramente pelo cérebro, pela psicologia, pela respiração suspensa, por desfazer cada nó com muito cuidado, procurar os pontos fracos, pela estratégia. Enquanto Tom Cruise se pendura em prédios com luvas magnéticas eletrônicas, Gary Oldman retira os sapatos e anda de meias para não ser percebido. Enquanto Cruise só percebe o que está acontecendo após uma gigantesca explosão, Mark Strong sabe que a operação foi comprometida ao ver o suor excessivo no rosto do garçom. Sutilezas.
Gary Oldman, impecável
Missão Impossível continua sendo um bom entretenimento, mas sem surpresas ou grande esforço mental. E haja imaginação para recriar pela quarta vez a famosa cena de ficar pendurado a centímetros do chão ou de algo pontudo. Como sempre, há uma renovação nas gatas, agora com Paula Patton, que faz uma agente secreta da equipe de Cruise, e a francesa Léa Seydoux, que faz uma assassina profissional. Só para mexer com a imaginação um pouco, as duas saem na porrada : ) Aqui também o agente Ethan Hunt volta a ficar solteiro, para alegria das fãs.
Assassina Sabine Moreau, delícia, delícia, assim você me mata ...
O Espião que Sabia Demais talvez não seja o título ideal para resumir o que é este filme. O título original em inglês é Tinker Tailor Soldier Spy, que são os codinomes de alguns integrantes da cúpula do serviço secreto inglês. Após uma missão fracassada, o agente George Smiley, magistralmente interpretado por Gary Oldman, é forçado a se aposentar, acompanhando o cabeça do serviço secreto.
Gary Oldman e John Hurt, dupla da pesada
Acontece que existe a suspeita de haver um espião russo infiltrado na cúpula do serviço secreto. O ex-chefe estava investigando isso quando foi obrigado a se aposentar e morreu em seguida. Assim, sobra o agente Smiley, que é convocado para dar continuidade à investigação pelo lado de fora. Para vocês terem uma ideia, são disparados apenas quatro tiros neste filme. É, eu contei : )
Espionagem não é para qualquer um
Daqui em diante, é melhor vocês assistirem esse filme magnífico sob todos os aspectos. A interpretação fica a cargo de um time realmente estelar de atores ingleses. Além de Oldman e Hunt, ainda tem Colin Firth (Oscar de 2011 por O Discurso do Rei), John Hurt e Ciarán Hinds. Todos dando show.
Eu não disse que as duas se pegavam?
Ou você prefere ver dois machos se agarrando no MMA?
O Café & Conversa assistiu os dois filmes justamente pela oportunidade de comparar essas duas escolas cinematográficas. Aprovamos e gostamos das duas. Aliás, até o James Bond adotou uma postura mais psicopática, se modernizou e acompanhou a corrente da ação + eletrônica. Vejam os trailers.
Foi com enorme prazer que entregamos às "Pequenas Sereias", Luciana e Gabriela Sturba, proprietárias da Grenat Cafés Especiais, o certificado de Cafeteria do Ano - 2011, concedido pelo Café & Conversa após criteriosa avaliação e votação unânime de todos os integrantes da redação do blog. E o prêmio foi merecidíssimo.
Gabriela e Luciana não esconderam a surpresa e a emoção
ao receber o certificado
As duas são mulheres admiráveis e "peitudas" - no bom sentido -, tanto pela coragem de investir pesadamente na cafeteria quanto pela competência no trato com o seu principal produto, o café. Em 2011, a Grenat cresceu, atravessou a rua e mudou de endereço. A nova casa é um espetáculo e tem um cardápio de gostosuras sem fim, mas elas mantiveram o foco no café de qualidade.
Romoaldo destacou a ousadia e a coragem das "Pequenas Sereias"
e abraçou apertado
Mesmo enfrentando todas as dificuldades de uma importação kafkaniana, Luciana e Gabriela fecharam o ano passado com a instalação de um forno novinho em folha para a torra dos grãos de café. Mais um passo na direção da independência, que muito apreciamos. As duas meninas são baixinhas, mas se tornaram gigantes ante os olhos do Café & Conversa pela determinação e maestria que demonstraram nos momentos mais difíceis.
Pareço gigantesco ao lado das duas, mas elas são
muito maiores que eu em vários aspectos
Parabéns Grenat Cafés Especiais!!! Parabéns Luciana e Gabriela!!! Obrigado por nos proporcionar tantos cafés maravilhosos e momentos tão agradáveis. Conviver com vocês e ser seus fregueses tem sido uma experiência gratificante. Esperamos que vocês continuem nos deliciando e surpreendendo por muitos e muitos anos.
A ouvinte da CBN Recife e leitora deste blog, do Café & Conversa, Ruth Vilarino, está esperando Heitor, o primeiro filho da jornalista, para o mês de maio e ela pergunta se estando com cinco meses de gravidez pode tomar café ou tem de suspender a bebida.
Especialistas têm recomendado a mulheres gestantes que evitem ingerir grandes quantidades de cafeína, e aí vale também para chás, refrigerantes e chocolate. Agora, tem um estudo da organização March of Dimes, voltada para a qualidade de viva dos bebês, que aconselha gestantes a limitarem a dose de café a no máximo 200ml por dia.
Aqui no Brasil, apesar de sermos o maior produtor de café do mundo e um dos maiores consumidores, os estudos ainda não estão avançados. Mas eu li recentemente uma dissertação da nutricionista Rita Adriana Gomes de Souza onde ela chegou à conclusão que o consumo de cafeína em doses baixas não traz prejuízos para agravideze nem para o desenvolvimento do bebê.
Sem exagêros, crianças podem tomar café. Gestantes também!
Essa é uma receita para quem está vivendo um Verão de sol e calor. Nós, aqui em Brasília, estamos com o Verão mais frio e úmido da história. Trata-se de um campeão de audiência no calor, principalmente entre as crianças. É uma Raspadinha de Café. Alem de ser muito fácil de fazer, é ecologicamente correta pois reaproveita o pó já utilizado para o seu café habitual.
Tome nota:
Ingredientes
- Pó de café que você acabou de utilizar
- Água
- Açúcar a gosto
Preparo
Esquente a água até quase ferver. Retire a água do fogo. Coloque o pó de café e deixe em infusão por uns oito minutos. Coe, deixe esfriar um pouco, adoce e leve ao congelador numa forma grande. Quando virar gelo, basta raspar e servir com a cobertura da sua preferência.
Você ainda pode utilizar o pó de café como fertilizante em suas plantas. Reciclagem completa.
Nessa época do ano, os janeiros de Brasília são excessivamente chuvosos, a ponto de ontem eu ter escutado de um jornalista-turista dizer que a Capital Federal só tem duas estações: "com chuva e sem chuva".
Eu não tenho a menor intenção de ser bairrista, mas esta cidade sofre a síndrome da rejeição. Conheço muita gente que "não desfaz a mala" de jeito nenhum. É claro que essa é uma linguagem figurada. Profissionais que escolhem Brasília - ou são levados à escolha - mas não aceitam a cidade. É assim.
Bom, mas voltando ao tempo chuvoso que está fazendo por esses dias, ontem, à noite, uns amigos estavam fazendo uma canjiquinha de carne de sol e me chamaram. Pediram para que eu levasse um café.
Em algumas regiões do Nordeste, em Pernambuco particularmente, canjiquinha é chamada de xerém
Olhei no meu estoque e escolhi o Yaguara, por ser um café de baixa acidez, levemente adocicado, para combinar bem com a canjiquinha.
Outro dia, o Café & Conversa tratou do mel da flor de café
Agora, querendo saber mais, como foi a degustação do Yaguara com a canjiquinha, escute o podcast.
Um abraço, bom café!
A receita, completa, eu peguei no site: www.cybercook.terra.com.br
Ingredientes:
- 2 xícaras (chá) de canjiquinha amarela ou branca - (deixar de molho na véspera) - 500g de carne de sol ou frango em pedaços - ½ xícara de óleo - Tomate - Cebola - Alho - Cheiro verde - Louro - Sal a gosto
Modo de preparo:
Cozinhar bem a canjiquinha com água. Temperara carne à parte, refogá-la em óleo quente. Acrescentar os tomates picados. Juntar a água aos poucos para o cozimento. Quando estiver cozida, acrescentar a canjiquinha. Acrescentar mais água se for necessário. Ferver mais um pouco. Provar o gosto para ver se o sal e os temperos são suficientes.
Sou um crítico feroz dos títulos que colocam aqui no Brasil em filmes americanos e de outras nacionalidades. É cada absurdo que deveria haver uma lei para punir os responsáveis. Mas, às vezes, alguém acerta bonito. É o caso do filme Tudo pelo poder. O cara acertou na mosca. Até porque o nome original, The ides of March, exige um certo conhecimento para entender.
Cartaz do filme
Ides of March é uma expressão que vem do Latim Idus Martii, que dava nome ao dia 15 de março no calendário romano. Provavelmente se referia ao dia da Lua Cheia. Além de março, a expressão também nomeava o 15º dia dos meses de maio, julho e outubro e o 13º dia dos demais meses. Além disso, o dia 15 de março era dedicado ao deus Marte e uma grande parada militar era realizada em Roma.
Modernamente, a expressão Ides of March passou a ser conhecida como a data no ano 44 A.C. em que o imperador Júlio César foi esfaqueado 23 vezes no Senado Romano por um grupo de conspiradores liderados por Marcus Junius Brutus e Gaius Cassius Longinus.
Quadro La Morte di Cesare, de Vicenzo Camuccini,
do acervo da Galeria Nacional de Arte Moderna, em Roma
Segundo relato de Plutarco, César havia sido alertado por um oráculo sobre o perigo de ser assassinado até o Ides of March. Mas, o imperador desdenhou da profecia e disse que a época havia chegado e nada acontecera. Ao que o oráculo respondeu: "Ave, César, mas ainda não passou". Essa cena é maravilhosamente retratada na peça Julius Caesar, de William Shakespeare.
Pois bem, apesar do título original nos remeter ao mesmo contexto, ou seja, seres humanos capazes até de matar pelo poder, ele não é auto explicativo para quem não estudou História com afinco. O título Tudo pelo poder sintetiza melhor essa ganância desvairada e sem medidas de quem está disposto a pagar qualquer preço pela fugacidade do poder. Pura ilusão.
Conchavos, arranjos, negociatas e pronto!
Sua alma nas mãos do Diabo ...
O filme conta o drama de um jovem jornalista americano que se engaja idealisticamente na campanha eleitoral de um candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos. Mas, por que drama? Porque envolve fé, traição, morte e a perda de uma inocência renitente, quase inconsciente. O jornalista Stephen Meyers é interpretado por Ryan Gosling e o candidato governador Mike Morris é vivido por George Clooney, que também dirige o filme e assina o roteiro com outros três roteiristas.
Imagine uma vida em que não é possível confiar em ninguém
O elenco é da pesada e conta com as participações sensacionais das feras Paul Giamatti, Philip Seymour Hoffman e Marisa Tomei, além é claro da minha outra Musa 24 Horas, a deslumbrante Evan Rachel Wood ... (suspiro)
Minha Musa 24 Horas faz o papel de uma estagiária. Huuummmm ...
O enredo é bem conhecido. Política é um jogo sujo de ambições, traições, paranoia. Aqueles que se submetem a ele nem sabem o que querem fazer assim que chegarem lá. Querem apenas chegar lá. E para isso vale qualquer coisa, em qualquer posição de poder, não necessariamente apenas na política profissional.
Será que vale a pena se tornar um desalmado por algo tão fugaz?
Nada que eu ainda não tenha visto em meus 30 anos de jornalismo e 20 de cobertura política. Ah! Boa parte do discurso do candidato e seu material gráfico de campanha são claramente inspirados no discurso e no material utilizados pelo então candidato Barack Obama ...
Staff de campanha e a jornalista interpretada por Marisa Tomei
Relações perigosas ...
Alguns abandonam os escrúpulos ainda no berço. Outros vão abandonando pelo caminho e conforme as circunstâncias. Ainda sobram aqueles que vivem o momento decisivo, quando devem escolher se abandonam todos os escrúpulos, crenças, sonhos e ingenuidade de uma vez ou simplesmente se retiram de cena e mantêm a integridade e a alma.
Uma vez feita a escolha, não há volta
Esse é o dilema enfrentado pelo jovem jornalista Stephen Meyers ao se deparar com a verdade crua e nua sobre aqueles que o cercam e a quem admira. Não há diferença na política de qualquer país. Sempre haverá gente disposta a tudo pelo poder, seja democracia, monarquia ou ditadura. Até porque nessa busca insana estão envolvidos os defeitos mais básicos e universais dos seres humanos.
O grande jogo de interesses do poder: "Believe" ...
O filme é excelente e Clooney está visivelmente pavimentando uma carreira de diretor/roteirista. Talvez se espelhando em Clint Eastwood, uma lenda viva do cinema americano. E o cara está se saindo muito bem. O Café & Conversa assistiu, gostou e recomenda. Veja o trailer:
Com tantas novidades para quem quer desfrutar do prazer de tomar um saboroso café - como as cafeteiras que vêm com a cápsula pronta e você só precisa colocar na máquina e servir em casa ou no escritório - a pergunta que não quer calar é: ainda há espaço para o café coado?
Neste comercial, da italiana Lavazza, a atriz Julia Roberts recebeu perto de R$ 3 milhões por esse sorriso!
George Clooney e John Malkovich também foram bem pagos para fazer essa peça publicitária da Nespresso
Dizem os sites de fofoca que o pessoal do Café & Conversaencheu as burras de dinheiro nessa peça institucional da french press em parceria com aGrenat Cafés Especiais.
Bom, mas especulações à parte, em torno de quanto esses artistas andam recebendo de cachê, pesquisas apontam que o café coado está em voga, continua sendo o método mais querido pelos brasileiros. É que muitos de nós crescemos tomando café coado, aquele café passado no coador de pano da vovó.
Herdamos da avó o costume do café coado, mas não precisamos herdar também o coador
Para saber mais o que fazer com o coador de pano, escute nosso podcast!
Romoaldo de Souza e Ricardo Icassatti Hermano são jornalistas especializados em política, sendo que Ricardo também é barista e provador amador, e Romoaldo é juiz oficial da Associação de Baristas do Centro Oeste. Descobriram o interesse comum e passaram a procurar em Brasília uma cafeteria onde pudessem realmente degustar um bom café e conversar sobre política e a vida. Nesses encontros surgiu a idéia de um blog que auxiliasse as pessoas a tomar um bom café e, se possível, ajudar a desenvolver o mercado interno para os cafés especiais. Além, é claro, de "conversar" sobre os assuntos e as pessoas do momento.