terça-feira, 6 de março de 2012

Café brasileiro em Buenos Aires

Romoaldo de Souza


Patrícia Patriota está passando uma curta temporada em Buenos Aires e na capital argentina fez de tudo para tomar um café brasileiro. O máximo que conseguiu até agora, foi encontrar um grão que não tinha qualquer informação de origem a não ser que era produzido em Minas Gerais. Só isso!


O roteiro de cafeterias em Buenos Aires, que servem café da manhã, é imenso. Dezenas delas abrem por volta das 5 da manhã e só fecham perto do meio dia e em algumas o café brasileiro já está sendo servido, como na cafeteria Quebec, na av. Callao. Apesar de trazer o nome de uma das maiores cidades do Canadá, o café é paranaense. Da região de Londrina.

A foto das meninas do Idas e Vindas ilustra esse nosso comentário. Passe no blog delas



Um abraço, bom café!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Um conselho: tome um bom café!

Ricardo Icassatti Hermano e Romoaldo de Souza

A Organização Internacional do Café (OIC) constatou que o consumo mundial vem crescendo de forma consistente há mais de 40 anos, a uma taxa anual de 1,6%. Daí resolveram fazer uma projeção para os próximos 10 anos, só para saber quanto café seria necessário para abastecer o mercado e suprir a demanda. A OIC analisou três cenários de crescimento da demanda (1,5%, 2% e 2,5% ao ano) e o resultado é que enquanto o consumo aumenta fortemente, a produção não conseguirá acompanhar.

O consumo mundial de café em 2010 foi estimado em 135 milhões de sacas, um aumento de 2,4% sobre o ano anterior. Estimativas preliminares indicam um maior crescimento em 2011. A OIC também informa que, devido à alta nos preços nos últimos dois anos, os países produtores exportaram mais e os estoques de grãos verdes de café no ano safra 2011/12 atingiram 17,4 milhões de sacas, o menor volume desde 1990/91.

E aqui vai o nosso conselho de amigo. Aproveite para tomar o seu café especial enquanto tem e a preços acessíveis. Em 10 anos, esse café será escasso e caro.


Um abraço, bom café!

sábado, 3 de março de 2012

J. Edgar e a Oncinha Fedorenta

Ricardo Icassatti Hermano

Intimado por Little Mary, fui com ela assistir o filme não oscarizado J. Edgar, que deveria ser uma coisa - de acordo com a propaganda - e acabou sendo outra. Havia acompanhado o buxixo pré-lançamento. Gosto muito das entrevistas com diretores e protagonistas, pois sempre sai alguma revelação. Me chamou a atenção a insistência dos jornalistas em perguntar ao diretor Clint Eastwood sobre o homossexualismo do homem que inventou o FBI (Federal Bureau of Investigation).

Cartaz do filme

Interessante notar que, nos Estados Unidos, essa força policial federal está subordinada ao Departamento de Justiça, através do Procurador Geral (Attorney General). Aqui no Brasil, a Polícia Federal está subordinada ao Ministério da Justiça. Lá, quem expede autorizações para grampos é o Procurador Geral e, em alguns casos, o próprio FBI pode tomar a iniciativa. Aqui, somente um juiz pode autorizar grampo. Mas, isso é uma outra história.

Di Caprio interpreta Hoover em várias idades

Apesar de ser um republicano da gema, filiado ao partido desde 1951, Clint Eastwood não poupou J. Edgar Hoover. O filme destrói a figura pública e a imagem construída pelo criador do FBI ao longo de 48 anos. Como eu dizia, gosto de acompanhar os buxixos de pré-lançamento e vi algumas entrevistas com o diretor, que foi insistentemente questionado sobre o foco no homossexualismo de Hoover. O diretor, meio sem graça, se esquivou como pôde e disse que a sua intenção sempre foi mostrar a obra deixada pelo visionário que trouxe a ciência para a investigação policial.

Como podemos observar, Hoover não era
um bonitão como o Di Caprio

Mas, após assistir o filme tive certeza que a tal "obra" se limitou quase completamente ao caso homossexual de Hoover com seu sub-diretor Clyde Tolson, que foi seu "companheiro" por toda a vida. A parte da "obra" que seria interessante, serviu apenas como cenário, pano de fundo. Por que Clint teria feito isso? Se a intenção era mostrar como o homossexualismo de Hoover poderia ter influenciado a sua atuação à frente do FBI, isso não foi alcançado. Faltou o link que teria dado sentido ao filme. Do jeito que está, parece uma colcha de retalhos.

J. Edgar Hoover e Clyde Tolson formam o par romântico do filme ...

Eastwood lançou mão do mesmo artifício narrativo utilizado em outro filme: A Dama de Ferro. Cenas de um J. Edgar Hoover no fim da vida ditando suas memórias a outros agentes novinhos e estranhamente afetados, vão se intercalando com cenas do jovem brilhante, determinado e obcecado por segredos que soube usar para sobreviver a oito presidentes, 18 secretários de Justiça e se manter no cargo por quase cinco décadas. O problema é que se sabe muito pouco sobre essa lado da vida de Hoover. O que se sabe, foi produzido pelo seu marketing constante.

Hoover e Tolson

Ao longo da minha vida profissional tenho lidado com gente que persegue o poder. Poucos conseguem chegar lá e esses compartilham de uma característica peculiar: querem a todo custo reinventar o próprio passado. Hoover fez tudo para ser o heroi que imaginou, o homem másculo que não era, o líder poderoso e imaculado dos sonhos da sua mãe. Um prato cheio para Freud ... No filme, é retratado como uma bichona amargurada por não ter podido compatibilizar o seu projeto de poder com a abertura das portas do armário.

Será que Hoover gostaria de ser interpretado por Di Caprio?

Talvez Clint Eastwood não goste do Hoover, ou do FBI, sei lá eu. Dizem que o cara se manteve tanto tempo no cargo à custa de muita chantagem com informações confidenciais. Mas, não há como confirmar. O seu arquivo secreto desapareceu. Fora isso, comentou-se muito sobre a maquiagem, que hoje em dia causa assombro. Mas, pisaram na bola em pelo menos um dos personagens, o amante de Hoover. Os efeitos digitais para colocar um rosto no presidente "Nixon" também são toscos.

É claro que continuo fã do cara que recusa Photoshop

A atuação do Leonardo di Caprio está OK, mas parece forçada em alguns momentos. Talvez seja a forma meio caricata de falar em público. Embora não tenha gostado do filme, continuo fã de carteirinha do Clint Eastwood. E aí você grita daí: "e a oncinha fedorenta?"

Well, Little Mary é goianinha do pé rachado. Uma trabalhadora braçal que se levanta com as galinhas e se deita com o por do sol. Mulher, goiana, trabalhadora rural, jornalista. Passou a infância no lombo dos cavalos, aparteando gado, tirando leite de vaca e castrando porco. Mulé valente das mãozinhas calejadas, viajou o mundo, mas nunca conseguiu se adaptar à vida urbana. 

Mulher trabalhadeira, já dizia a poetisa Cora Coralina

Assim, não me surpreendi quando, já no escurinho do cinema, flagrei Little Mary retirando um saco plástico do fundo da bolsa. Ao abri-lo, reconheci imediatamente o aroma do tradicional petisco camponês: farofa de frango desfiado. Ela pegava um punhado daquilo, apertava várias vezes até formar um bolinho sólido, no formato de um quibe, e, num movimento rápido, jogava para dentro da boca, seguido de grandes goles de cerveja. Ainda bem que não era um arroz de pequi ...

Aroma inconfundível e, tipo assim, uma comfort food para Little Mary

A situação - vamos chamar assim - me lembrou a antiga piada da moça que tenta viajar com uma oncinha. Eu disse para Little Mary, que lutava para limpar os dedinhos engordurados e não via a farofa em torno da boca: 

- Se alguém reclamar que a oncinha está fedendo, eu aponto pra você e digo que a oncinha é sua ...
- Que oncinha?
- A da piada. Não conhece?
- Não ... nunca ouvi essa piada. Conta aí.
- Uma mulher foi visitar a família que morava em um vilarejo no final da Rodovia Transamazônica. Na hora de voltar, os parentes lhe deram de presente um filhote de onça. Diante da proibição legal de viajar com animais silvestres, ela colocou a oncinha debaixo da saia e entre as pernas, onde ficaria bem escondida.
A viagem longa somada ao calor amazônico, logo a oncinha começa a exalar um forte e mau cheiro que impesteia o fundo do ônibus.
Um passageiro, que percebera o que ela levava, se levanta, vai ao motorista e denuncia:
- Motorista, uma das passageiras está levando uma oncinha, que está provocando o maior fedor, lá no fundo!
O motorista, imediatamente para o ônibus, se levanta da poltrona, vira-se para os passageiros e diz;
- A mulher que está com a oncinha fedendo, favor descer do ônibus!
15 mulheres se levantaram e saíram, rapidinho ...

Veja o trailer do filme J. Edgar.


sexta-feira, 2 de março de 2012

Café Caribenho

Romoaldo de Souza

Michel Teles, que não é o Michel Teló, embora vez ou outra cante rumba e salsa, foi fazer um show em Santiago de Cuba e por lá tomou um drink de café. Anotou tudo e trouxe a receita para que divulgássemos aqui no Café & Conversa.

A receita chama-se Café Caribenho e leva calda de açúcar, uma dose de rum, licor de café, meia dose de Martini, gelo, creme de leite, de preferência light ou leite de coco, e café bem forte.

Siga, ouvindo o podcast para saber mais sobre essa delícia!


Coloque as taças onde vai servir  o drink na geladeira. Quando estiverem geladas molhe a borda da taça com Martini e depois passe na calda de açúcar. É bom polvilhar um pouquinho de açúcar para dar um clima mais cristalizado. Dentro de uma coqueteleira ou no liquidificador, coloque todos os ingredientes e bata até ficar bem cremoso, nesse calor, seu drink, Michel, vai fazer sucesso!!!


Um abraço e bom café!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Descafeinados com sabor

Romoaldo de Souza


No comentário anterior, eu tinha falado do processo para descafeinar um café, muitas vezes com a utilização de produtos químicos que, certamente, interferem no sabor. Foi aí, que o leitor Joffre Melo fez aquela pergunta característica.


- Café descafeinado tem sabor? - quis saber. 


Ter tem, até mesmo porque as empresas de pesquisa estão fazendo cruzamentos de grãos, mudanças genéticas para descafeinar o grão, sem que o café perca todo o sabor.

Mudanças genéticas para ticar a cafeína sem influenciar muito no resultado final do café

Escute o podcast -->  

Um abraço e bom café

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Café para quem amamenta

Romoaldo de Souza

Leo Meira Lins disse que a esposa dele está amamentando e informou que o casal gostaria de uma dica de café descafeinado.

- Olá, Café & Conversa, minha esposa está amamentando, queria uma dica de um bom descafeinado. Com a Nespresso ela não se deu bem... E agora? - pergunta o Leo.

O Brasil já produz cafés com baixos índices de cafeína. Pesquisadores da Embrapa também já desenvolveram grãos híbridos para reduzir o máximo a cafeína.

Dia desses, tomamos, aqui na redação um café produzido pelo pessoal do Ateliê do Café. Vale a pena.


Tem dicas e sugestão? Mande sua mensagem.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Borra de café no esgoto

Ricardo Icassatti Hermano e Romoaldo de Souza

Graças a um grupo de pesquisadores da Universidade da Cidade de Nova Iorque, o mau cheiro dos esgotos pode estar com os dias  contados. Segundo relato publicado no The Journal of Hazardous, a borra de café pode absorver o gás sulfato de hidrogênio, que é um dos principais responsáveis pelo mau cheiro do esgoto.

Nos Estados Unidos, as estações de tratamento utilizam o carvão ativado ou poroso para extrair o sulfato de hidrogênio do esgoto para combater o fedor. Mas, aqueles pesquisadores descobriram que ao transformar a borra do café em carbono ativado, a cafeína tem a capacidade de absorver enxofre muito bem.

A ideia da pesquisa surgiu quando a autora do relatório, a engenheira química da universidade americana, Teresa J. Bandosz, que também é apreciadora de café, jogou fora uma grande quantidade de borra de café. De acordo com a pesquisadora, a cafeína tem nitrogênio e com isso aumenta a capacidade do carbono de eliminar enxofre do ar. Para realizar o processo de carbonização, a borra de café é misturada com água e zinco. Em seguida, a mistura é levada ao forno para secar. O pó resultante é aplicado diretamente nos esgotos.

A cientista disse que o café fresco funcionaria ainda melhor, pois tem mais cafeína que a borra. Porém, ela explicou que não é economicamente viável esse tipo de uso. O perigo é virar moda entre os pecadores ser enterrado com um pouco de borra de café para evitar o mau cheiro do enxofre no Inferno.


Um abraço, bom café!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Café com nome e sobrenome

Ricardo Icassatti Hermano e Romoaldo de Souza

Você sabe o que um “café de atitude”? E olhe que estou falando em atitude e não altitude. Se bem, que neste caso, estamos falando das duas coisas, porque “café de atitude” é como os produtores de Minas Gerais estão chamando a estratégia para lançamento da marca: Região do Cerrado Mineiro que tem até o apoio da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).

O produtores querem mudar o foco do produto café e voltá-lo para as pessoas, o ambiente e o processo produtivo, valorizando a origem e o envolvimento de toda a comunidade. O Cerrado Mineiro começou a plantar café, na década de 1970 e hoje tem perto de 5 mil produtores que vendem quase todos os grãos para os Estados Unidos, o Japão e alguns países da Europa.

Importadores querem sabor, aroma e informação e esses dados
 já fazem parte dos cafés do Cerrado de Minas Gerais

O que acontece na prática é que os produtores de Minas Gerais estão dando nome e sobrenome ao café, porque café tem marca, origem e detalhes de como é plantado, o que demonstra valorização da origem e a sustentabilidade em todo o processo produtivo. No Oeste da Bahia, o produtores também já deram início ao processo de certificação do café plantado por lá.

Seria muito bom que outras regiões também se mobilizassem e dessem início aos seus próprios processos de certificação e/ou delimitação geográfica. O Sebrae tem o conhecimento, o governo do estado tem os recursos, só é preciso juntar a fome com a vontade de comer. Nós, os clientes, agradecemos.



Um abraço e bom café!

Os Descendentes

Ricardo Icassatti Hermano

Atendendo à calorosa recomendação da Little Mary, assisti o filme Os Descendentes. Sinceramente, não entendi porque o George Clooney foi indicado para o Oscar de melhor ator. O papel não exigiu dele nenhum esforço de atuação além do que ele costuma fazer em filmes medianos. As cenas que exigiram um pouco mais, emotivamente falando, não me convenceram. Ele poderia ter feito melhor. Talvez tenha sido indicado pela Academia diante da pobreza de boas atuações masculinas neste ano dominado pelas atrizes. Sei lá eu.

Por esse papel, o cara já levou o Globo de Ouro

O importante é que o filme é menos que razoável. A história gira em torno dos dilemas de um milionário pão duro de meia idade, pai de duas filhas e cuja esposa está nos seus últimos dias de vida em coma no hospital. Bateu a cabeça num acidente com  lancha de corrida oceânica, uma bon vivant que queria torrar mais a grana do marido. Desde que o humorista norte-americano Jerry Seinfeld mostrou que era possível manter um seriado no ar anos a fio falando sobre nada, o cinema resolveu imitar e fazer o mesmo. É o caso deste filme.

Cartaz do filme

Clooney interpreta esse milionário, Matt King, que tem um casamento falido, mas a partir do acidente que deixou a esposa em coma, passa a cuidar dela em tempo quase integral sem nenhuma dificuldade financeira. Menos um drama. O drama dele é lidar com uma filha adolescente que nem é tão rebelde assim, seu amigo adolescente retardado, a filha menor e a descoberta de que a esposa o chifrava à vontade com um corretor imobiliário igualmente casado e pai de dois garotos pequenos. Convenhamos.



Os personagens que compõem o núcleo "dramático"

Daí em diante, ele se ocupa em descobrir quem era o amante da sua esposa e aos poucos ir planejando o que fazer quando o encontrar. E não acontece absolutamente nada, sinto informar. Nem parece coisa de milionário. Está mais para nova classe média emergente deslumbrada. O cenário é o Havaí, mas pouco se mostra das suas belezas naturais. 



A garota coadjuvante quase rouba a cena ...

O que levei de bom do filme, foi a revelação da jovem atriz Shailene Woodley, que interpreta a filha adolescente. Também gostei do Nick Krause, que faz o adolescente retardado. A outra coisa boa foi uma frase, uma bela frase, que é um ensinamento do pai de Matt. É mais ou menos assim:

- Dê aos seus filhos dinheiro suficiente para fazerem alguma coisa e nunca dinheiro suficiente para não fazerem nada.
 

Aposto que esse garota vai fazer sucesso em Hollywood
O que vocês acham?

E é só. Não há catarse, ensinamento ou qualquer moral ao final do filme, assim como não há grandes emoções. Ouvi algumas pessoas fungando quando a esposa morre, mas foi só. É o tal do nada. A vida apenas continua e se você for um milionário, ela continua de maneira bem mais agradável. O engraçado foi perceber o comportamento dos casais no cinema. O silêncio é ensurdecedor quando Matt descobre que estava sendo chifrado pela esposa. Em seguida, os casais passam a se beijar ruidosamente. E o comportamento se repete toda vez que o assunto "chifre" retorna. Deve haver alguma mensagem aí nessa linguagem corporal ...


Esses dois se saíram muito bem

Não voltaria a assistir esse filme como fiz com o sensacional "Os Homens que não Amavam as Mulheres", que assisti novamente na companhia da Catita. Quando um filme é bom mesmo, a segunda vez que assisto é para prestar atenção em pequenos detalhes, cronometrar determinadas cenas, procurar erros e comparar, neste caso, com a versão sueca. Coisas de aficionado. Fiquem com o trailer.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Um bom atendimento cativa


Alexandre Lacerda, leitor do blog Café & Conversa, disse que, como a maioria dos consumidores, gosta de ser bem atendido. Mas, em geral, costuma dar um desconto principalmente, quando chega numa cafeteira e percebe que o empregado novato ainda está engatinhando na arte de servir um bom café.

Bom atendimento é um direito do consumidor
Nosso leitor lembra de situações em que os pedidos chegam trocados, o atendente se atrapalha até na hora de pedir desculpas, mas Alexandre diz que a culpa é do gerente ou do proprietário, que nem sempre oferece treinamento a altura dos estabelecimentos e o serviço básico acaba saindo mal feito.

Escute o podcast e tire suas próprias conclusões 


ou aqui




Um abraço, bom café!