segunda-feira, 1 de julho de 2013

Quando um liquidificador resolve a falta de um moedor

Um moedor caseiro, como este,
não depende de energia elétrica
e dá ao café o sabor da hora
Um sortudo ouvinte nosso ganhou de presente, numa aposta que fez, um pacote de café em grãos e não sabe a quem recorrer para moer o presente que de uma amiga com quem apostou que o Brasil faria 3 a 0 na Espanha. 

Luiz Ricardo quer saber como faz para moer o café que ganhou na aposta, sem ter de comprar um moedor ou sem precisar pedir favor na cafeteria mais próximas.

Uma alternativa seria ter um moedor da café caseiro, desses da fotografia, ao lado. Há quem tenha em casa, um pilão. Agora, você pode apelar para o liquidificador. Você só precisa ficar atento para o tempo de moagem. 

Não é porque você ganhou um café em grão e não tem moedor em casa, que vai ficar sem tomar café, moído na hora. Escute a nossa sugestão, ouvindo o podcast.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Receita da sexta-feira: Pudim de Banana com Café

Ricardo Icassatti Hermano - Texto
Romoaldo de Souza - Locução do podcast

Semana agitada merece uma pausa para a família e os amigos. E nada melhor que reunir todo mundo em torno de uma mesa. Os cientistas ainda não descobriram, mas a comida é a grande língua mundial. Os espíritos se aclamam e todo mundo se entende diante um prato de comida cheirosa e gostosa. Basta ver um almoço de domingo em família e mais agregados. É só alegria.

E para garantir essa alegria é que você corre aqui no seu blog predileto para conseguir receitas bacanas e de sucesso garantido. Nem precisa contar para todo mundo que você pegou a receita aqui. Pode dizer que é criação sua que a gente confirma. Afinal, estamos aqui para colaborar e reafirmar a paz entre os povos. 



Pudim de Banana com Café

Ingredientes

-  1/2 xícara de açúcar (para caramelizar)
- 3 colheres (sopa) de pó de café
- 1/2 xícara de água
- 1 xícara de açúcar
- 4 bananas nanicas cortada em rodelas
- 3 ovos
- 1/2 xícara de leite em pó
- 1 xícara (chá) de leite
- ¼ de xícara (de chá) de Castanhas-do-Pará picadas


Preparo

Preaqueça o forno a 220 °C. 
Com a 1/2 xícara de açúcar, caramelize uma forma de furo central, com 18 cm de diâmetro. Reserve. 
Prepare o café com a 1/2 xícara de água. Reserve.
No liquidificador, bata o café, o açúcar, as bananas, os ovos, o leite em pó, o leite e as castanhas. 
Coloque a mistura na forma e asse em banho-maria no forno por uma hora. Retire do forno e deixe esfriar. Leve à geladeira por algumas horas antes de servir.

terça-feira, 25 de junho de 2013

A personalidade de quem toma café

A minha preferência, pela praticidade e
o tempo em que o café fica em contato
com a água, é a french press
Mulheres sofisticadas preferem o cappuccino. Homens com cara de intelectual tomam café espresso. O café coado - no coador de pano - é uma opção dos casais, independente da idade. Café com leite, tanto o pingado como o macchiato, é a cara das mães de família, tentando influenciar os filhos. Café na french press ou na cafeteira italiana é a opção dos chamados "especialistas" em café. E você que café toma?

É claro que tudo isso é uma - digamos - pesquisa sem qualquer cientificidade. É somente para que você conheça diferentes tipos de fazer um café e se encaixar na maioria dessas modalidades.Ou em todas. Quem sabe. Para ouvir o podcast é só apertar o play.

domingo, 23 de junho de 2013

Café de licitação, um mal para combater a corrupção e atacar o estômago de quem toma

A foto de Kelly Mattos mostra um bourbon
vermelho sendo servido em uma cafeteira
frensh press. Aliás, café e cafeteira
comprados pelos jornalistas
A história que se segue foi publicada na Folha de São Paulo. E chama-se o movimento dos sem café.

"A ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) foi até o comitê de imprensa do Planalto na semana passada explicar a jornalistas um estudo do governo federal sobre o impacto das desonerações federais sobre tarifas de ônibus. Após a explanação, uma repórter brincou:
--A senhora pode vir aqui mais vezes que a gente não morde, ministra!
--Mas vocês nem me serviram um cafezinho...
Uma outra repórter arrematou:
--Mas a gente não tem cafeteira aqui. Vamos ter que inscrever o comitê no Minha Casa Melhor!"

Risos à parte, no Comitê de Imprensa do Senado essa cena não aconteceria. Desde que criamos o blog Café & Conversa instigamos os colegas jornalistas a participarem de uma "vaquinha" e toda semana compramos o café que é servido três, quatro vezes por dia.

Escute o podcast para entender o porquê da afirmação do título lá em cima. Aperte o play




Depois da Terra e a má vontade dos críticos

Ricardo Icassatti Hermano

Confesso que fiquei curioso para assistir ao filme Depois da Terra após ler algumas "críticas" na imprensa. Quando vi a turma descendo o cacete no filme com argumentos pra lá de duvidosos, me lembrei que "crítico de cinema" no Brasil só gosta de filme francês em preto e branco e com muita viadagem no meio. 

Cartaz do filme

Neste domingo fui lá conferir. E eu tinha razão. O filme é bom, dentro do que pretende, e a "crítica especializada" tem muita má vontade com o estilo ficção científica. Já vi "críticos" falando mal até de Blade Runner e Ridley Scott. As maiores objeções são devido ao fato de que Will Smith é pai do protagonista, Jaden Smith, e porque teve conhecimento e dinheiro suficientes para bancar a produção do filme. Inveja é feio e  mata. Por aí se pode medir o que são esses "críticos". 

Sim, o Will Smith bancou o filme para o filho. E daí?

O roteiro assinado por Gary Whitta, Will Smith e pelo diretor da película M. Night Shyamalan é redondo e bem amarrado. O cenário é a raça humana desterrada e vivendo em outro planeta após terem destruído a Terra. Alienígenas querem destruir os humanos e enviam uns animais chamados Ursa, que são cegos mas conseguem sentir o cheiro do medo (ferormônios) exalado pelos humanos. Combatentes chamados Rangers são treinados para matar essas criaturas e o general Cypher Raige (Will Smith) é quem descobre que basta não sentir medo que as tais Ursas não conseguem localizar suas vítimas. Vira um heroi.

As Ursas são uns bichos muito feios e não têm nada a ver
com as gatas da Cátia Seabra

No entanto, sua vida militar o mantém longe da família, que um dia é atacada. Sua filha mais velha é morta por uma Ursa e seu filho pequeno Kitai (Jaden Smith) nada pode fazer e se sente culpado por isso. O pai também não ajuda, pois continua longe da família. O história parte do ponto em que, seguindo as pegadas do pai, Kitai tenta se tornar um Ranger e sua mãe tenta reaproximar o filho do pai. O general resolve levar o filho em sua última missão antes da aposentadoria.

Esses cintos de segurança devem ter sido feitos quando o dinheiro da produção estava no final

Um acidente leva a nave espacial que leva os dois e mais uma Ursa, para o abandonado planeta Terra, agora povoado por uma fauna especializada em matar seres humanos. Na queda, o general Chypher Raige se fere gravemente e cabe a Kitai tentar salvar os dois. Aí começa a jornada de amadurecimento de Kitai, uma viagem sem volta ao mundo adulto, cheia de dor, medo, fadiga e superação. 

A nave espacial é muito invocada, por dentro e por fora

Mais do que isso não posso contar sob pena de estragar a sua diversão. Sim, porque esse filme não pretende nada além de entretenimento com bons efeitos digitais, capricho nas traquitanas tecnológicas e até um possível futuro modelo de iPad. O garoto Jaden está naquela fase difícil em que não somos  crianças, adolescentes nem adultos. Somos uma coisa com uma sombra de bigode e voz esquisita tentando nos afirmar. Mas, ele atuou bem neste filme.

Os efeitos e cenários digitais são bons,
com umas duas escorregadelas aqui e ali

O Café & Conversa assistiu, gostou e recomenda Depois da Terra como diversão para toda a família e os fãs de ficção científica não se desapontarão. Os "críticos" não gostaram, mas não se deixe influenciar pela má vontade deles. Faça como nós e tire suas dúvidas pessoalmente. Por enquanto, sinta um gostinho vendo o trailer:


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Marinada de Café Balsâmico

Ricardo Icassatti Hermano - Texto


O blog deu uma parada porque Romoaldo e eu fazemos cobertura jornalística de política. Com os recentes acontecimentos, andamos bem ocupados. Por isso, o blog deu uma parada, mas hoje não poderíamos deixar nossos leitores sem uma receita para saborear no final de semana. Afinal, há o que comemorar e o que lamentar. A mudança veio para ficar e a violência vai passar. Tudo passa. Menos a fome e o desejo por guloseimas. Então tome nota aí dos ingredientes para uma marinada inesquecível.

Marinada de Café Balsâmico

Ingredientes

1/2 colher (chá) café instantâneo
1/2 xícara de água quente
3 colheres (sopa) de vinagre balsâmico
3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
1 colher (sopa) de azeite extra virgem
3 dente de alho picado
2 colheres (chá) de grãos de pimenta do reino amassados
3/4 colher (chá) de sal

Preparo
Dissolva o café instantâneo na água quente e misture com vinagre, açúcar mascavo, azeite, alho, pimenta do reino e sal. Use 1/2 xícara para marinar carne de boi ou de cordeiro. Guarde o restante da marinada para regar a carne.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Pingado, o feijão com arroz das cafeterias

Para muitos, pingado de verdade só
quando vem em copo americano
Incentivador do Movimento de Valorização do Pingado, o mestre Ensei Neto classifica o café com leite, nosso tradicional pingado, de duas formas, o clássico e o moderno. 

O Clássico é aquele geralmente servido nas padocas (ou padarias…) num bom copo americano com café preparado no coador de pano (...) O Pingado Moderno é o que as boas cafeterias servem a partir de diferentes serviços como o Espresso e suas variações com o leite vaporizado: Macchiatto, Lattè e Cappuccino", escreve Ensei Neto no site The Coffee Traveler

Já nossa leitora Juliana Pereira pergunta o que fazer quando quer tomar um café com leite, depois que o médico proibiu produtos a base de lactose.

Neste podcast, ilustrado pela fotografia de Ensei Neto, falamos do Dia Nacional do Pingado, das diferentes formas de preparar um pingado e dicas para fazer o moderno e o clássico. Aperte o play

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Café mole, café duro


Entramos na "onda", pensando na frase: "Camarão que dorme a onda leva"
Mas é que um amigo fez essa placa e achei por bem compartilhar com vocês
- Café mole? Café duro - que "bixiga" é essa? perguntou um seguidor do blog Café & Conversa

Nosso ouvinte está em Vitória (ES) e passando no mercado público encontrou uma imensa variedade da grãos e em algumas das embalagens ele encontrou informações como café mole e café duro. 

Quando você for comprar um café e aparecerem essas classificações, é bom saber que c café mole é uma café suave, com aroma e sabor brando e adocidado. Se o café que você vai comprar tiver a informações estritamente mole. E, assim por diante.

Para saber mais sobre essas classificações de aroma e sabor, aperte o play.




domingo, 16 de junho de 2013

Star Trek, a emoção continua

Ricardo Icassatti Hermano

Nossas memórias são atreladas a músicas, cores, sabores e perfumes. Mas, são sempre, sempre carregadas de emoções, porque são elas que realmente marcam. Por isso, temos muito apego às nossas memórias e pouca exatidão nos fatos. Quando as relatamos, passamos sensações, impressões, versões da verdade nua e crua. Por que? Porque nos são caras, nos definem, nos limitam, nos revelam.

Assim, é sempre difícil assistir a um filme que é releitura de outro mais antigo e que nos marcou. É o caso do recém-lançado Além da Escuridão - Star Trek. Sou fã de ficção científica, do tipo chato mesmo. Quando criança e pré-adolescente, acompanhei toda a série de TV. Adulto, comprei tudo em DVD. Depois, assisti os filmes. Nem todos foram tão bons assim, mas tinham os atores originais do seriado. Só isso já me bastava. Eles mantinham as minhas memórias intactas.

Cartaz do filme

Com a nova rodada de releitura de Star Trek, confesso que fiquei ansioso e angustiado. Estaria o diretor J.J. Abrams à altura do desafio de não macular minhas memórias? O primeiro foi absolutamente fantástico. Sabiamente, começou do zero e contou toda a história que levou à grande amizade entre o capitão James T. Kirk e seu 1º Oficial, o impagável vulcano Dr. Spock. Ambos imortalizados pelos geniais atores William Shatner e Leonard Nimoy. Este último nos alegra com uma rápida aparição.

A amizade entre Kirk e Spock é o elemento fundamental do filme

Acertadíssima foi a decisão de procurar atores - Chris Pine e Zachary Quinto - que tivessem semelhança física com os atores originais, pelo menos os dois principais e os outros que formam o núcleo das aventuras. E aqui a coisa ficou realmente impressionante. O Spock então é brincadeira. Aí veio a renovação do visual futurista e também foi de arrepiar cabeça de careca. Os efeitos especiais são estonteantes e as batalhas no espaço são simplesmente espetaculares. Saí do cinema com minhas memórias intactas e renovadas.

A saga continua

Depois do tradicional almoço com a filharada e nora, fomos ver o segundo filme da série. Barriga cheia e coração apertado. Fiz um curso de edição de vídeo em que editávamos trailers de filmes. Sei como é fácil vender um filme ruim. Por aí não me pegam mais. Mas, novamente e felizmente J.J. Abrams me satisfez por completo. Meu filho caçula, por incrível que pareça, não conhecia a saga Star Trek. Todo moderninho, é ligado à ficção científica mais atual, da turma do Star Wars. Pois ele saiu do cinema de queixo caído. Adorou e disse que vai ver os outros filmes. Papai não erra, menino.

Curiosidade: o filme começa no planeta Nibiru ...

Neste novo filme, ressurge um dos vilões mais famosos do seriado, o alienígena Khan Noonien Singh. Um dos filmes antigos foi dedicado inteiramente a ele: A Vingança de Khan. Também foi interpretado pelo ator que viveu Khan na TV, o ator Ricardo Montalban, famoso por outro seriado, A Ilha da Fantasia. Na TV, ele não era um alienígena, mas um super humano melhorado geneticamente que chegou a dominar uma parte do planeta nas guerras eugênicas dos anos 1990. Foi congelado e depois descongelado pela tripulação da Enterprise em 2.267. Ficou melhor agora como alienígena super forte.

Montalban fez o vilão Khan na TV e um filme

Não sei se foi a direção que estabeleceu o perfil do novo Khan ou se foi trabalho do próprio ator, Benedict Cumberbatch, mas o vilão ficou parecido com o Félix da novela. Uma bicha má, com adição de super poderes e um vozeirão. A boca mole incomoda porque parece que ele vai babar a cada sílaba. Mas, o importante é que a semelhança acaba por fazer um bom contraponto com o capitão Kirk e não compromete o resultado final. 

O novo Khan é um Félix alienígena fortão

A supresa fica com a entrada na "família" de uma nova personagem, a 1ª Oficial cientista Carol, interpretada pela loiríssima, gatíssima e saradíssima Alice Eve. Ela é responsável por um dos pontos altos do filme.  Aliás, o ponto dela não é alto, é altíssimo. Ela é especialista em armamentos e filha do Comandante da Frota Estelar, Almirante Marcus, que tem importante papel na trama. 

Para com isso ...

Por falar na trama, o enredo mostra que a arte capta o momento melhor que qualquer marqueteiro e suas pesquisas. À certa altura, é dito que inimigos cruéis sempre existirão e que, para combatê-los, às vezes é necessário liberar nossos demônios internos. É verdade. Mas, também é aí que tudo começa a ficar confuso e perigoso. Como dizem lá no filme, é preciso nunca esquecer quem somos e que tipo de sociedade queremos ter.  É disso que o filme trata. Profético, tendo em vista todas as revoltas que acontecem hoje no mundo e no Brasil, e o escândalo da espionagem ampla, geral e irrestrita patrocinada pelo santo Obama. 

Agora tem uma Enterprise do mal, em preto fosco

A nave Enterprise desde sempre é um dos personagens mais importantes do seriado e dos filmes. Tanto é que foi destruída quando acabou a sequência de filmes com os atores originais. Série nova, Enterprise nova e ainda personagem. Ela apanha, perde pedaços e parte da tripulação morre, solta fumaça, ameaça explodir, mas sobrevive a danada. Uma lanternagem aqui, uma pintura ali, troca da fiação, um reator novo e voilá, ela está pronta para novas aventuras e "para audaciosamente ir aonde nenhum homem jamais esteve"

Ela é quem mais apanha, mas sempre dá no couro

Resumindo, o filme é sensacional e imperdível. O seu blog predileto Café & Conversa assistiu, gostou, aplaudiu e recomenda com a cotação de cinco canecas. Diversão para toda a família. Veja o trailer:


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Receita da sexta-feira: Bolo Moka

Ricardo Icassatti Hermano - Texto
Romoaldo de Souza - Locução do podcast

Sexta-feira chegou e sabemos que vocês estão ansiosos esperando a nossa receita para arrasar no final de semana. O frio está pegando e é tempo de comer algo mais calórico. Para quem esqueceu do Dia dos Namorados ou só conseguiu sua alma gêmea depois das comemorações, o Bolo Moka pode ser a salvação da lavoura. Afinal, quem não se rende a uma boa guloseima?

Apesar do nome, o bolo não tem qualquer relação com a cafeteira Moka, muito utilizada na Europa, especialmente na Itália. Mas, a receita leva café, claro. Anote aí os ingredientes e faça sucesso.


Bolo Moka

Ingredientes

- 1 xícara de farinha de trigo
- 1 xícara de farinho de trigo integral
- 1 colher (chá) de fermento em pó
- 1 colher (chpa) de bicarbonato de sódio
- 1/4 colher (chá) de sal
- 1 unidade de manteiga em barra (100g) sem sal, temperatura ambiente
- 1 xícara de açúcar granulado
- 2 colheres (sopa) de chocolate em pó
- 2 colheres (sopa) de café instantâneo em pó
- 2 ovos grandes
- 1 colher (chá) de extrato de baunilha
- 1 xícara de creme azedo
- Manteiga e farinha de trigo para untar a forma
- 2 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro

Preparo

Preaqueça o forno a 120°C.

Em um atigela, misture as farinhas, o fermento , o bicarbonato de sódio e o sal.

Em um copo de medida, misture o chocolate em pó e o café instantâneo em 2 1/2 colheres (sopa) de água quente. Misture bem até dissolver por completo e reserve. 

Numa batedeira elétrica, bata a manteiga e o açucar cristal. Adicione os ovos, um por vez, e depois o extrato de baunilha. Nessa mistura, vá adicionando alternadamente a mistura de farinhas e o creme azedo. Quando estiver completamente incorporado, adicione a mistura de chocolate e café. Bata até ficar bem homogêneo. 

Unte com manteiga e farinha de trigo uma forma redonda com furo no meio. Despeje a massa na forma e ajeite com uma espátula porque a massa ficará bem grossa. 

Asse no forno por 45 minutos ou até que um palito saia limpo. Retire e deixe esfriar por 15 minutos antes de desenformar. Deixe esfriar completamente e espalhe um pouco de açúcar de confeiteiro por cima.