segunda-feira, 15 de julho de 2013

Cápsulas amigas do meio ambiente

Ricardo Icassatti Hermano - Texto
Romoaldo de Souza - Locução do podcast

Há quem goste e há quem não goste. Mas, uma coisa é certa, o café em cápsulas veio para ficar. Certamente é um avanço tecnológico, facilita a vida de quem luta contra o tempo e a relação custo/benefício para restaurantes, por exemplo, é imbatível. Porém - e sempre há um porém -, as cápsulas não nos permitem ter o controle sobre o que estamos consumindo, deixando essa responsabilidade nas mãos da indústria alimentícia, o que nem sempre é uma boa ideia.

Outro problema é a própria cápsula. Feita de plástico e alumínio, uma vez usada e descartada passa a ser um problema ambiental. O material leva de 100 a 400 anos para se decompor na natureza, dependendo do tipo de plástico. Mas, os defensores do verde não precisam jogar suas máquinas de Nespresso no lixo, o que também causaria outro problema ambiental.

A BASF fez uma parceria com a Swiss Coffee Company para desenvolver uma cápsula biodegradável utilizando um tipo  de plástico chamado "ecovio". As cápsulas já estão à venda no mercado europeu com a marca "beanarella". Segundo a empresa suíça, o café contido nas cápsulas é orgânico e respeita as regulações do comércio justo. 

Agora, aperte o play para escutar o podcast




A nova cápsula recebeu o prêmio de inovação IDEE SUISSE 
Golden Idea Award 2013.

Se você estiver viajando pela Europa e encontrar essas cápsulas, traga algumas para que a redação do blog Café & Conversa faça uma degustação sustentável. Porque elas devem demorar para chegar ao Brasil. 

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Coffee Punch, a receita do fim de semana

Ricardo Icassatti Hermano - Texto
Romoaldo de Souza - Locução do podcast

A sexta-feira chegou e você quer mais é relaxar. Nada de complicações ou trabalho extra. Nós entendemos o seu problema. Todo mundo precisa descansar de vez em quando. Por isso, hoje trouxemos uma receita facílima para a sobremesa de domingo. Ninguém quer ficar o dia inteiro na cozinha preparando almoço, né? 

O nome dessa sobremesa é Coffe Punch. Em tradução livre seria algo como "Soco de Café". Talvez parecido com o soco que nocauteou o brasileiro Anderson Silva no UFC ... Mas, se você usar essa receita só vai nocautear de prazer os felizardos que sentarem à sua mesa. Anote aí os ingredientes e o modo de preparar essa delícia que dá entre oito e 10 porções.

Escute o podcast com os detalhes para preparar essa receita. Aperte o play



Coffee Puch

Ingredientes

- 1kg de sorvete de café
- 1 1/2 lata de cerveja
- 50ml de xarope de chocolate ou baunilha
- 1 1/2 lata de água gasosa

Preparo

Misture devagar todos os ingredientes e sirva em copos altos com canudinho.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Impressão no cappuccino

Let’s Café, um jeito diferente de pedir
um cappuccino personalizado
O governo brasileiro se debatendo, tentando entender o estrago causado pelos arapongas americanos, a ponto de o ministro da Defesa dizer que tem medo até de mandar um e-mail, e não é que uma empresa da China criou uma máquina que imprime fotos do cliente, na xícara de café?

- Bom dia. Eu quero um cappuccino - diz o cliente!
- Com ou sem foto? pergunta o barista.
- Como assim, café com foto? - assusta-se o cliente
- Isso mesmo. Com a sua foto - insiste o funcionário da cafeteria.
- Posso entregar um arquivo digitalizado? - perguntou a moça um tanto quanto tímida.

Escute o podcast e diga se não dá vontade de sair - por aí - tomando cappuccino a todo tempo? Aperte o play 







domingo, 7 de julho de 2013

Criatividade e Café

Ricardo Icassatti Hermano - Texto
Romoaldo de Souza - Locução do podcast

Imagine a seguinte situação: você está trabalhando em algo que exige bastante da sua criatividade. O tempo passa, o trabalho avança, o café acaba e você precisa desesperadamente de mais uma xícara. As - boas - cafeterias já estão fechadas. O que fazer? Nossa primeira recomendação é respirar fundo e acessar o blog Café & Conversa para descobrir uma saída.

Escute o podcast e descubra se você é um coffee geek. É só apertar o play


E vai ser na internet que você vai encontrar não o café, mas alguns paliativos que podem lhe trazer algum alívio e enganagr o cérebro até o sol raiar. O primeiro deles é música. Sim, música feita a partir dos sons emitidos quando preparamos nosso café. O compositor e sound designer, Diego Stocco, captou esses sons e fez música. Veja o vídeo:



Mas, aí você pode dizer que essa música só fez aumentar o seu desejo por um café. Ainda na área dos sons, pesquisadores americanos descobriram que o som ambiente de uma cafeteria estimula a critividade em ambiente de trabalho. Talvez seja porque muita gente gosta de trabalhar dentro das cafeterias. Basta então acessar o site Coffitivity, aumentar o som a fazer de conta que está na sua cafeteria predileta.

Ainda não ajudou? Então o negócio é relaxar. E nada melhor para isso do que jogar um game. Pois uma moça japonesa que vive nos Estadod Unidos e é apaixonada por café, está fazendo um curso de programação em linguagem Java e disponibilizou em seu blog seu primeiro trabalho: um game bem simples chamado Barista Training

Guerra Mundial Z, manual completo de sobrevivência

Ricardo Icassatti Hermano

Quando o apocalipse zumbi chegar - e vai chegar -, não coloque uma arma na mão de um cientista e nem um telefone celular na mão de uma mulher. Vai dar problema. Quando eu achei que já sabia o suficiente para sobreviver na Zumbilândia, recebo essas duas valiosas lições assistindo ao recém lançado filme Guerra Mundial Z junto com o meu caçula. Uma produção inteiramente montada em torno do ator Brad Pitt, que faz o papel principal: um investigador da ONU que é meio cientista e meio black op


Cartaz do filme

A vida está sorrindo para o ex-investigador da ONU Gerry Lane (Brad Pitt), sua esposa Karin Lane (Mirelle Enos) e duas adoráveis filhas. A mais velha é asmática. Aí começa uma epidemia desconhecida e incontrolável que transforma as pessoas em zumbis no prazo recorde de 10 segundos. Basta uma dentada. E aqui o filme se diferencia dos demais, onde os zumbis querem não apenas morder os vivos, mas também devorá-los. Neste filme, a epidemia se parece com a hidrofobia e o vírus quer se espalhar.


Ele só quer salvar a família

A história parece que foi criada apenas para o Brad Pitt. Todo o restante do elenco atua como "escada" para o galã. Isso torna o filme ruim? Não que eu tenha notado, porque o enredo é muito bom e os novos zumbis são extremamente assustadores e nos deixam tensos o tempo todo. Mas, o tal investigador (era ex, mas como é a cocada preta dos investigadores, acaba sendo recrutado para achar o que poderia ter iniciado a epidemia) parece o James Bond ou o Ethan Hunt de Missão Impossível. 


Pai de família, black op, investigador da ONU e matador de zumbis

O cara luta com zumbis em todos os lugares do planeta e vence. O cara sabe usar qualquer arma, de pé de cabra a granada. O cara sobrevive a uma queda de avião que ele mesmo provocou. O cara anda quilômetros com um pedaço de fuselagem atravessado na barriga. O cara injeta vírus em si mesmo e sobrevive. O cara é casado com a Angelina Jolie. O cara é foda! E também é bonitão. Aliás, Brad Pitt é a carta na manga para você convencer a sua namorada, noiva, esposa, ficante,  peguete, irmã, prima, mãe, tia, avó, a assistir a um filme de zumbi. O cinema estava cheio de mulheres, a maioria desacompanhada. Não acredito que, de uma hora para outra, passaram a gostar desse tipo de filme.


A mulherada vibra ...

A história tem umas mentirinhas? Tem, como todo filme deve ter. Uma delas é os militares americanos se preocupando em salvar diplomata da ONU. É de gargalhar. Outra é o Brad Pitt casado com mulher feia. A mulherada adora uma mentira sincera ... e Hollywood sabe como fazer isso. Os efeitos especiais são muito bons e os zumbis são um espetáculo à parte. É impossível não traçar paralelos com as manifestações populares no Brasil e no mundo. A população cresce e não tem para todo mundo. Uma hora as hordas vão botar para quebrar ou já estão botando pra quebrar. Felizmente, ainda não no nível de apocalipse zumbi. 


Manifestação popular? Não! É passeata zumbi mesmo

Li por aí que o final seria bobo e dá margem a uma continuação. O final não é bobo, pois é totalmente compatível com a trajetória do heroi. É clichê? Claro que é, e daí? Também li por aí que a continuação já começou a ser produzida. Espero que sim porque esse é o melhor filme de zumbi que vi desde Zombieland. Mas, esse era uma comédia. Meu caçula adorou e se sentiu aliviado quando terminou, tal o grau de tensão provocado pelos zumbis tresloucados e acelerados.


Quer sobreviver? Então não deixe de ler este livro

Não dá para contar mais que isso porque senão corro o risco de estragar o prazer alheio. Portanto, se você quer ver como será o apocalipse zumbi, aprender algo útil para a sua sobrevivência, ficar bastante tenso e se divertir, o blog Café & Conversa recomenda a película Guerra Mundial Z com a cotação cinco canecas. Entretenimento para toda a família e pode assistir até depois de comer. Não tem perigo de enjoar. Veja o trailer:


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Espresso V12 - A máquina


Com uma máquina dessa... o espresso sai expresso
Essa máquina de fazer café é para quem gosta de carro e adora um espresso. Ou seria para os adoradores de carro e que gostam de café?

Acredito que, nesse caso, a ordem seja de menos. Agora, já imaginou você acordar todo dia, e tomar café feito numa máquina de espresso, no mesmo desenho de um poderoso motor V12?

A Espresso Veloce V12 - que cedeu essa foto de divulgação - é uma homenagem a quem gosta de café encorpado e motores potentes.  Para saber mais sobre a Espresso V12, escute o podcast. É como se você estivesse ouvindo o ronco do motor, tomando um café de qualidade.

Aperte o play




quarta-feira, 3 de julho de 2013

Cafeína e legislação

Ricardo Icassatti Hermano 


Mais cedo ou mais tarde, a discussão sobre dosagem de cafeína nos produtos alimentícios e bebidas vai chegar ao Brasil também. Não por causa do nosso café, claro. Mas, por causa da cafeína sintética adicionada a produtos industrializados. 

Em 2010, a agência americana Food and Drug Administration (FDA) retirou do mercado as bebidas alcoólicas com cafeína, principalmente as de malte. Estudos indicam que a ingestão combinada de cafeína e álcool pode levar a situações de perigo e risco de vida. A cafeína tende a mascarar os estímulos sensoriais que determinam o nível de embriaguez. 

Mas, em matéria de lei, o Brasil está na frente dos Estados Unidos. Enquanto lá não é obrigatório declarar a quantidade de cafeína presente em bebidas energéticas, aqui a Resolução 273/2005 da Anvisa, estipula um teor máximo de  cafeína de 35 mg/100 ml e torna obrigatório declarar a quantidade de cafeína presente na porção do produto.


Além disso, devem constar, obrigatoriamente, na embalagem, as seguintes advertências, em destaque e em negrito:

a) Crianças, gestantes, nutrizes, idosos e portadores de enfermidades: consultar o médico antes de consumir o produto.

b) Não é recomendado o consumo com bebida alcoólica.

Não são permitidas expressões como “energético”, “estimulante”, “potencializador”, “melhora de desempenho” ou frase(s) equivalente(s), inclusive em outros idiomas.

Sempre aconselhamos moderação a nossos leitores. Qualquer coisa consumida em excesso faz mal à nossa saúde. Até água. 

Cafeína no esporte

Ricardo Icassatti Hermano - Texto
Romoaldo de Souza - Locução do podcast

Pelos poderes da cafeína. Eu tenho a força!
Cada vez mais os atletas estão descobrindo os efeitos positivos da cafeína em seus treinamentos. Mas, calma aí. Isso não pode ser considerado doping? Claro que não. Até porque a cafeína não atua diretamente sobre a performance do atleta, apenas acelera o metabolismo e ajuda na queima de gordura de forma mais rápida.

Nutricionistas recomendam que, além de uma dieta equilibrada e direcionada ao esporte, o atleta consuma duas xícaras e meia de café antes uma hora antes da atividade física. Os especialistas explicam que a cafeína mobiliza uma quantidade maior de gordura corporal e ajuda a acelerar a queima calórica. O efeito é maior para quem não consome café em excesso. 


Outra recomendação é que o atleta suspensa o consumo uma semana antes da competição, pois o café é um poderoso diurético. Com essa medida, o atleta evita uma perda de líquidos que poderia provocar desequilíbrio térmico, especialmente no caso de estar em um ambiente mais quente. Quanto ao tipo de café utilizado, os nutricionistas garantem que o melhor mesmo é o coado. A dica serve também para os malhadores de academia.

terça-feira, 2 de julho de 2013

A solução para o chulé

Ricardo Icassatti Hermano - Texto
Romoaldo de Souza - Locução do podcast

Desde que o homem passou a calçar sapatos, enfrenta um problema que parecia não ter solução. Estou falando do chulé, esse fedor criado pela ação de bactérias que se alimentam do suor e de todo material que se encontra sobre a pele. As bactérias estão presentes na epiderme, a camada superficial da pele.A umidade faz com que elas proliferem mais rapidamente.

Os microrganismos decompõem o suor excessivo.A decomposição é um processo de fermentação e libera gases mal cheirosos. Sapatos fechados, de borracha ou de plástico e meias sintéticas facilitam a produção de suor e impedem a ventilação dos pés. Para reduzir o mau cheiro provocado pelo chulé, é necessário fazer com que o suor dos pés diminua ou reduzir as bactérias que estão na região dos pés.




Mas, o pesadelo parece estar no fim. A empresa americana Ministry of Supply acaba de criar uma meia anti-chulé. O nome da meia é Atlas e este produto está sendo considerado "a revolução da meia". Daí, você me pergunta: "E o que isso tem a ver com café?". E eu respondo: "Tudo!". É que para exterminar o fedor, foi incorporada borra de café carbonizada na fibra do tecido. Já noticiamos aqui o uso da borra de café em redes de esgoto com a mesma finalidade.

Veja como a borra de café combate o chulé

A má notícia é que a meia Atlas ainda não está à venda. Por enquanto, teremos de continuar recorrendo aos talcos, sprays e aos bons e velhos sabonete e escova. Outra dica é colocar os sapatos no sol e usar meias de algodão. Evite tudo o que for sintético, especialmente a cafeína. Prefira sempre o natural.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Quando um liquidificador resolve a falta de um moedor

Um moedor caseiro, como este,
não depende de energia elétrica
e dá ao café o sabor da hora
Um sortudo ouvinte nosso ganhou de presente, numa aposta que fez, um pacote de café em grãos e não sabe a quem recorrer para moer o presente que de uma amiga com quem apostou que o Brasil faria 3 a 0 na Espanha. 

Luiz Ricardo quer saber como faz para moer o café que ganhou na aposta, sem ter de comprar um moedor ou sem precisar pedir favor na cafeteria mais próximas.

Uma alternativa seria ter um moedor da café caseiro, desses da fotografia, ao lado. Há quem tenha em casa, um pilão. Agora, você pode apelar para o liquidificador. Você só precisa ficar atento para o tempo de moagem. 

Não é porque você ganhou um café em grão e não tem moedor em casa, que vai ficar sem tomar café, moído na hora. Escute a nossa sugestão, ouvindo o podcast.