quarta-feira, 14 de maio de 2014

O café da mamãe é mais gostoso

Soubemos, pelo amigo Antonio Dionísio, autor desta foto, que vândalos depredaram
essa estátua do Rei do Baião. No tempo de Lampião, garanto que o "cabra" não
teria coragem de fazer isso, com Luiz Gonzaga

Sempre que alguém para e pensa a respeito das lembranças do café, quase sempre elas estão vinculadas à maneira como a avó, o pai ou a mãe preparavam a refeição pela manhã. Aroma, sabor e jeito de fazer o café, vão se repetindo.

Com a estudante de Ciências Políticas, Kenya Aline, não é diferente.

- Minha mãe, que também se chama Kenya, tem o costume de passar o café logo cedo. Ela quer despertar a família com o cheiro que sai da cozinha, passa pela casa toda e acorda quem ainda resiste - conta a aluna da Universidade Federal de Pernambuco.


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terça-feira, 13 de maio de 2014

Com internet é mais caro

"Con internet es mas caro"

A antropóloga Leide Alves queria conhecer Buenos Aires, os encantos da terra de Evita Perón e as cafeteiras da cidade.

- Minha primeira surpresa foi quando cheguei numa cafeteira da avenida Roque Sáenz Peña. A primeira informação que recebi foi que o café era um orgânico, plantado nas montanhas da Colômbia e que a casa cobrava o equivalente a R$ 2 por hora, para usar a internet - lembra assustada.

Na Sáenz Peña, cafeterias com diferentes estilos recebem turistas do mundo todo.
Nossa leitora, Leide Alves, se surpreendeu com a cobrança para usar a internet

Leide disse que considerou o preço justo.  "Para quem está procurando uma casa onde possa entrar nas redes sociais", postar uma foto da linda capital argentina, fazer um comentário das ruas, do comércio e do café colombiano que estava sendo servido.

A antropóloga, do alto de seus quase dois metros de altura, subiu nas tamancas e perguntou ao gerente qual a lógica de uma cafeteira moderna, café de primeira, atendimento impecável, ambiente requintado, cobrar pelo uso da internet.

"A senhora se importaria de tomar um cappuccino comigo?" Questionou o gerente para completar: "o café é por conta da casa"

Em Córdoba, cidade industrial da Argentina, essa cafeteira informa que a senha
da internet é o endereço da casa. Fácil!

- A cafeteira tem pouco interesse por clientes que chegam e ficam "pendurados" na internet. A casa quer que as pessoas saiam do virtual, se conheçam nas mesas coletivas, desfrutem das centenas de fotografias da cidade, coladas no cardápio - dramatizou o gerente.


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domingo, 11 de maio de 2014

Uma "Slingada" é sinônimo de sábado feliz

Ricardo Icassatti Hermano

Um sábado especial, com sol, céu azul e temperatura quase fria. Dia ideal para sair com a Susie Q., mas também perfeito para tomar um excelente café numa cafeteria bacana. Aproveitei o passeio para emendar com o almoço e experimentar um novo sanduíche da Objeto Encontrado (SCLN 102, Bloco B, fone: (61) 3081-8383). Lá sempre tem novidades e, dessa vez, não foi apenas o sanduíche.

Surpresa!

Pensei que iria encontrar a cafeteria meio vazia, o que prefiro. Mas, para minha surpresa estava lotada ... de bebês : ) Imagine um dia absolutamente lindo que fica mais bonito ainda com um flash mob baby. Explico. Criar eventos bacanas é uma das principais características da Objeto Encontrado e há algum tempo Bebel Hamu vinha convencendo a Marina Tanner a expor seu produto, o Sling Las Cholitas, um suporte muito bem bolado para que as mães e pais carreguem seus bebês junto ao corpo.

Os papais também gostaram da novidade

Nada a ver com aquele "Moisés" que arreganha as pernas das crianças e francamente me deixa alarmado toda vez que vejo bebês com as pernas abertas em 180º nas costas ou na frente das mães. Esse "Sling", ao contrário, coloca o bebê e até crianças já grandes numa posição naturalmente confortável, como se fosse uma rede. É uma belíssima ideia que pode ser conferida pelas mamães e seus rebentos a cada duas semanas lá na Objeto Encontrado. De quebra, ainda tomam um excelente café e experimentam as delícias gastronômicas de lá.

Alegria contagiante

A Marina Tanner me contou que há dois anos começou a confeccionar as peças para amigas que a viam usando. O volume de pedidos cresceu e ela resolveu levar a sério o empreendimento. Hoje já consegue lucrar com as vendas. E o tal do "Sling" é tão bom que a filha Cora, com seis anos de idade, ainda se pendura nela quando precisa de um colo. 

"Mãe, quero colo ..."

Como meus filhos e os filhos dos meus amigos já são adultos, fazia tempo que eu não convivia tão de perto com tantos bebês. Senti saudade do tempo em que os meus eram daquele tamanho. E o sentimento que ficou daquele encontro, que foi apelidado de "Slingada", foi o da mais pura alegria. Aquele grande encontro de pais, mães e bebês é a personificação da felicidade. Tendo oportunidade, não deixe de ir no próximo sábado. Eu já fiquei fã.

Bebel Hamu e sua princesinha sapeca

E quando você é mal atendido na cafeteria?

O que não quer dizer que a situação vivida por Luiz Ventura,
numa cafeteira do Recife, seja lugar comum
Dia desses, aqui no blog, contamos o bom exemplo de uma atendente do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Belo Horizonte, em que ela, ao trazer o pedido explicou de onde vinha o café e porque o pedido acompanhava um copo com água e um suspiro.

Desta vez a história foi diferente, Luiz Ventura, ao chegar em um shopping center do Recife e pedir um cappuccino, ficou completamente perdido. A bandeja, praticamente deixada sobre a mesa, não tinha açúcar, nem adoçante, e o pior, nem colherzinha para mexer.

Ventura sentiu que a viagem foi perdida, afinal, havia rodado cerca de 15km de Camaragibe até Recife para tomar o café. A pergunta que Luiz faz é a seguinte, "como agir em uma situação dessas? Ir ao balcão, pedir a colher e o açúcar sendo que talvez nem seja necessário o uso, afinal o cappuccino possui ingredientes que o deixam adocicado"?

Relevar, afinal não é todo dia que o atendente está em um bom dia, ou ir ao balcão e conversar com o gerente sobre o mau atendimento? Luiz, já que a viagem foi feita, saboreie até a última gota do seu café.






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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Perseguições ao café

Já imaginou ser proibido de tomar café ou então ser preso por consumir a bebida? Nos últimos 500 anos, o café sofreu perseguição em varias partes do mundo.  Em Constantinopla, antiga capital do Império Romano, além de ter proibido o consumo da bebida, o sultão Otomano mandava dar chibatadas em quem fosse pego consumindo a bebida.

Na Arábia Saudita, em Meca, considerada sagrada para os muçulmanos, diziam que o café era um estimulante. Já em Roma, na Itália, o café era considerado bebida do demônio e até foi banido pela Igreja Católica.

O café foi considerado, também, uma bebida inferior, na Prússia, uma poderosa nação europeia que dominou boa parte do centro do continente no século XIX, o rei decretou que ninguém poderia tomar café porque era uma bebida inferior à cerveja.

Mas pior mesmo era na Suécia, as xícaras eram confiscadas, e com autorização do Rei Gustavo 3º, a polícia tinha autorização para vasculhar a cozinha das pessoas, e prender estivesse consumindo a bebida.

Após tantos anos de perseguição, o mundo todo reconheceu a importância e os benefícios desta bebida considerada tão polêmica antigamente.






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quarta-feira, 7 de maio de 2014

3ª Semana do Café de Lorena lança programação com diversos eventos para celebrar o café


Criada em 2011 na cidade de Lorena, Vale do Paraíba em São Paulo, com o objetivo de não deixar o Dia Nacional do Café - comemorado dia 24 de maio - , passar em branco, o proprietário da cafeteria Malerba Café realizou a Semana do Café de Lorena.

Hoje, em sua 3ª edição, a Semana reúne cafeicultores, baristas, jornalistas, escritores, degustadores e amantes do café que se apresentam em um ciclo de palestras, workshops e debates.

Com entrada gratuita, os apreciadores da bebida terão até o dia 25 de maio, acesso a informações básicas, aulas práticas e até debates sobre temas atuais do meio.

Confira a programação completa do evento




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Um espresso por favor!

Certo dia, João Madureira, em passagem pelo Aeroporto Internacional Tancredo Neves, parou no balcão de uma grande cafeteria e pediu um espresso curto. Para quem não conhece, o espresso curto é uma xícara pequena com café até a metade.
Ao trazer o pedido, acompanhado de um copo com água e um suspiro, a atendente iniciou a explicação dizendo que o espresso curto, eram 25ml de um café do Sul de Minas, plantado em uma região de montanhas a quase mil metros de altitude.
Além das informações sobre a região de plantio do café, a atendente explicou também que Madureira iria sentir um leve toque de frutas vermelhas, que o suspiro era feito de açúcar com claras de ovos e essa era uma boa combinação para acompanhar o café mineiro.
Após a explicação da atendente, Madureira percebeu que todos os clientes que estavam no balcão da cafeteria ficaram admirados com as informações e os detalhes que a moça repassou. Essa é a forma correta de atender aos clientes, muita informação.




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terça-feira, 6 de maio de 2014

Um golaço do Brasil

O Brasil é conhecido mundialmente por suas conquistas no futebol e por sua receptividade. No entanto, o Brasil possui outro título que poucos brasileiros conhecem, o de maior produtor de café do mundo, além disso, o brasileiro é o segundo maior consumidor do produto.

O Brasil possui cerca de 287 mil produtores de café

Considerado um dos cafés mais saborosos, as qualidades do café brasileiro são pouco conhecidas entre o público no país. Pensando nisso, recomendo para as cafeterias de João Pessoa (PB) que façam eventos de gastronomia para incentivar o consumo dos grãos brasileiros.

Na América Latina, existe uma forte propaganda para o café da região. Na Colômbia, por exemplo, existe sempre um pacote de café colombiano exposto. Então nada melhor do que aproveitar este ano de Copa do Mundo para incentivar os turistas que virão ao país e os brasileiros a conhecerem melhor o nosso produto.




Uma janela, o cheiro de livro e de café no ar

Não há nada melhor do que acordar sentindo o aroma agradável de um café. Para a advogada Luciana Andrade, moradora no bairro da Torre em Recife (PE) essa sensação já virou rotina. Acostumada também a apreciar o leve aroma das páginas dos livros, Luciana aproveitou o bom tempo e foi buscar o lugar de onde aquele aroma tão agradável estava vindo.
A combinação perfeita



Chegando ao Paço Alfândega, Luciana avistou a livraria Cultura, onde é servido o café Suplicy, vindo do sul de Minas Gerais, com o rótulo rosado, um sabor intenso e o aroma marcante. Não tem como resistir aos livros e ao café, o lugar é tão agradável.  "A vontade era de não sair nunca mais de lá", disse.











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quinta-feira, 1 de maio de 2014

A precisão dos suíços sobre café brasileiro

Enquanto holandeses dizem que no Brasil é costume "encontrar grandes garrafas térmicas repletas de café", suíços afirmam que o maior produtor de grãos do mundo "não deixa nada a desejar". Será? 

Em João Pessoa (PB), o Empório Café é exemplo de atendimento de qualidade, cardápio impecável e espresso bem tirado
Primeiro foram os holandeses que divulgaram em uma importante revista de esportes, informações dizendo que os brasileiros não sabem tomar café de qualidade e que é comum encontrar grandes garrafas de café nos restaurantes e nos órgãos públicos. O que não deixa de ser verdade.

Depois dos holandeses da revista 90 Minutos que, em outras palavras, disseram que no Brasil bebe-se café ruim, agora, foi a vez de um jornal suíço fazer uma importante advertência. O La Liberte recomenda que o turista que vier ao Brasil, acompanhar os jogos da Copa do Mundo, deve fazer buscas completas na internet, porque as cafeteiras não deixam nada a desejar no critério de atendimento e produtos de qualidade. Ponto pra nós!

Deixando de lado picuinhas dos holandeses, os suíços foram na medida. O Brasil não apenas produz os melhores cafés do mundo, como boa parte das cafeterias tem atendimento de primeira, os drinks são bem preparados, o espresso é bem tirado, saboroso e pelo que conheço não vamos fazer feio, não.
A outra saída, é se hospedar na casa de brasileiros que tenham o costume de preparar um
bom café como recomenda Carolina Queiroz

Ao contrário. As cafeteiras nordestinas competem de igual com as mais antigas, do Centro e do Sudeste, e as casa especializadas de São Paulo, Rio de Janeiro, estão no mesmo nível que as boas cafeteiras dos Estados Unidos e da Europa.


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