quinta-feira, 5 de junho de 2014

O café e a máquina de escrever

Juntando depoimentos para escrever uma resenha de uma das músicas mais significantes, composta pelo americano Leroy Anderson, e que lembra a época em que estudava datilografia, em Princesa Isabel (PB), encontrei uma informação importante, sobre a vida do músico Altamiro Carrilho.
Fluminense, de Santo Antonio de Pádua o flautista adorava café, colhido ali nas fazendas do Sul de Minas Gerais, e era apaixonado pelo barulho da máquina de escrever.
Essa canção, gravada no final dos anos 70, tendo ao fundo uma sobrinha do flautista que era exímia datilografa, e um bule, cheio de café


O encontro de duas gerações: Altamiro Carrilho e Reco do Bandolim
Um desejo: divulgar a chorinho um dos mais antigos gêneros musicais do Brasil





terça-feira, 3 de junho de 2014

O café que Cafu toma

Natural de São Paulo, Marcos Evangelista de Morais já trabalhou em várias partes do mundo e adora café. Quando trabalhava na Europa, Marcos colocava um boné na cabeça e ia escondido em uma cafeteria tomar um espresso.
Marcos, é o nome verdadeiro de Cafú, capitão da Copa do Mundo de Futebol em 2002. Ontem, presente no Palácio do Planalto com a taça da Copa deste ano, o ex-capitão conta que aprendeu com os pais o hábito de tomar um bom café.
Cafú, ex-jogador da Seleção Brasileira (Foto: Liberty)
Não importa se estivesse jogando no Roma, Milan, Real Zaragoza,  Palmeiras ou na Seleção, Cafú não tirava da mente que depois do jogo tinha que ter um café. Para ele, o café tranquiliza "Ao contrário do que acontece com muita gente, para mim, o café acalma", disse Cafú.



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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Um café e uma Coca-Cola



Hoje, quem conta a história é o jornalista Ronaldo Belamiro, coordenador de jornalismo esportivo da CBN de João Pessoa (PE). Certo dia, em 2006, o jornalista em uma viagem para Maceió (AL) com alguns amigos param em um posto de gasolina próximo de Palmares, no interior de Pernambuco.

Ao chegar no balcão da lanchonete do posto, Ronaldo dá de cara com Reginaldo Rossi que também estava chegando ao local. Após muita conversa o cantor pediu uma Coca Cola, um copo de café e então colocou um pouco de refrigerante no copo de café e foi bebendo aos poucos até o refrigerante acabar.

Reginaldo Rossi (Foto: Correio24horas)

Como um bom jornalista, Ronaldo Belarmino ficou curioso e questionou o cantor sobre qual efeito aquela mistura resultaria. O cantor que estava a caminho de um show em Arapiraca respondeu dizendo que é um efeito de superdose de cafeína , e afirmou que motoristas, estudantes e artistas que precisam virar a noite fazem uso dessa dose dupla de cafeína. “É mais ou menos parecido com o efeito de um energético” disse o cantor.





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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Bom gosto que vem do berço



Na casa de Manuela Gonçalves, o café é passado logo cedo, e para o dia começar bem são necessárias pelo menos duas xícaras de café. O costume, e o gosto pelo café vieram de infância. Sempre que sente o cheiro de café, Manuela lembra que sua mãe preparava o café da manhã para os cinco filhos com tanto carinho que fica até emocionada. 

Ela lembra ainda, de uma história envolvendo sua avó. Todas as manhãs na hora do café os cinco filhos se sentavam a mesa, porém havia apenas quatro xícaras, o caçula de dois anos ainda não tomava café. Entretanto a avó de Manuela estava mudando essa realidade aos poucos pois era só a mãe da Manuela virar as costas que a avó mergulhava a chupeta do menino da xícara de café e ele adorava.



Sabe aquela expressão “mel na chupeta”? Então, na casa da Manuela, graças a avó, o ditado era “Café na chupeta” pois essa era a forma que o irmão caçula se acalmava.





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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Casa da vó é sempre muito bom



Comemorar um século de vida não é para qualquer um, ainda mais quando as comemorações nos fazem lembrar de momentos que marcaram nossa vida. Em João Pessoa, na Paraíba, nesta quarta-feira Dona Júlia Nobrega, completou 102 anos de vida. Seu neto, o jornalista Camilo Toscano, que atualmente mora em São Paulo, tentava a todo instante telefonar na casa de sua avó para desejar os parabéns, mas o telefone estava constantemente ocupado.


Constantemente Camilo volta ao seu estado para curtir as praias, mas principalmente para relembrar os instantes gastronômicos ao lado de Dona Júlia. O jornalista conta que sempre ao chegar à casa da avó, ela fazia questão de puxar uma cadeira para acomodar o neto e então ela preparava um cuscuz com ovo e uma xícara bem cheia de café. “Nunca mais me esqueci desses momentos. Sinto saudades da casa, do aconchego e do cheirinho de café”, diz Camilo com os olhos marejados.






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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Lembranças marcantes



Após o post “Sabor de Infância”, que aborda a sensação que o café causa nas pessoas o teólogo Daniel Antonio, que trabalha na Companhia de Trens Urbanos (CBTU) em Recife (PE), contou para nós a sua lembrança de infância.

Quando se fala em café, a lembrança que ele tem remete a uma receita um tanto quanto curiosa, quando a mãe de Daniel preparava uma farofa de café com carne seca. A receita era simples, segundo Daniel, era só colocar café, margarina derretida e farinha em um prato e misturar, quando a maçaroca estivesse com a liga, era só acrescentar pedaços de carne assada no óleo, ou na brasa e misturar tudo.

O prato é perfeito acompanhado de uma xícara de café bem quente. Para Daniel Antonio, quem gosta mesmo de café deveria experimentar esta receita de farofa. 







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