quarta-feira, 18 de junho de 2014

Café e romance



Algumas pessoas para desabafar tomam doses de whisky, vodka ou vinho. Já a taquígrafa Zarela Díaz, moradora do bairro do Cordeiro em Recife (PE) prefere tomar uma boa xícara de café para contar uma história de amor envolvendo a bebida.
Quando morava em Manaus (AM), Díaz viveu o primeiro amor nas margens do rio Negro quando tinha 17 anos de idade. As águas quentes do rio, o calor úmido de Manaus e o cheiro de café que vinha da única torneadora da cidade marcavam as tardes de namoro.
Foto: Shutterstock
Após muitos anos Zarela resolveu voltar ao local que marcou sua vida, mas a única lembrança que sobreviveu foi o rio Negro. Para relembrar aqueles tempos a taquigrafa tem preparado bules e mais bules de café, todos feitos na hora e com a cozinha tomada pelo cheiro das boas lembranças.




segunda-feira, 16 de junho de 2014

A primeira vez

Desde criança a advogada Jéssica Chalegre ouve os primos e amigos falarem sobre café e vez ou outra sentia o cheiro do café sendo passado, mas a mãe de Jéssica, dona Tiane, não achava saudável que a filha consumisse a bebida.

Jéssica acha que está pronta para começar a poder sentir o prazer de tomar uma bebida tão conceituada e tão bem falada, mas a advogada não sabe por onde começar. Quem deseja iniciar a apreciar o café deve ir em uma cafeteria e pedir um machiatto, que é café com leite e espuma de leite por cima. Dê preferência, o primeiro gole tome sem açúcar ou adoçante para ir acostumando o paladar.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Canjica com Café

Sempre que bate aquela saudade da terra natal, o jornalista Gabriel Garcia dá um jeitinho de pegar um avião e celebrar as raízes nordestinas, em Recife (PE), visitando os parentes.

No Comitê de Imprensa do Senado, Gabriel e outros colegas tiveram a ideia de realizar uma festa junina no local. O jornalista levou dez porções de canjica, conhecido aqui em Brasília como "curau", aquele milho de fazer pamonha com um pouco de canela por cima.
É de dar água na boca (foto: Codo Meletti)

Palpite vai e vem sobre a Copa do Mundo então Gabriel pergunta qual tipo de café combina com comida de milho. Gabriel, os cafés que tenham um pouco de acidez combinam com o doce do milho e ajudam a harmonizar o paladar.

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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Café made in Brazil

Além de movimentar o turismo Brasileiro a Copa do Mundo de Futebol vai trazer investimentos ao país. O projeto Copa do Mundo, realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) trará cerca de 2.500 compradores, investidores e formadores de opinião de mais de cem países para realizar agendas de negócios e acompanhar os jogos do mundial. 

#VaiTerCafé

Coordenadas pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), durante o campeonato, serão realizadas ações de promoção comercial e atração de investimentos que visam estimular as exportações brasileiras. 

Além disso, serão realizadas rodadas de negócios e visitas técnicas a fazendas produtoras.  O projeto pretende mostrar também, a qualidade e variedade dos grãos que são produzidos no país.






terça-feira, 10 de junho de 2014

Futebol e o café do capitão Lugano

Lugano prefere o café do Sul de Minas (Foto:São Paulo FC)
A copa se inicia em 12 de junho, e as seleções já estão chegando ao Brasil para os jogos desta primeira fase da Copa do Mundo.

A seleção do Uruguai desembarcou em Belo Horizonte (MG) e, ainda no aeroporto, o capitão Diego Lugano pediu um café mineiro. Lugano, que jogou por três anos no São Paulo é acostumado com os cafés brasileiros, as cafeterias de Paris e os drinks espanhóis.

Sem deixar de falar sobre futebol, Lugano disse ao seu colega Luiz Soares que mais do que repetir o "Maracanaço" de 1950, quando o país venceu o Brasil e levou a taça, ele queria ter a oportunidade de conhecer o que as pessoas fazem nas ruas, como vão à praia e como tomam café.

Na primeira fase, o Uruguai joga contra a Costa Rica, em Fortaleza; a Inglaterra, em Natal e a Itália, em São Paulo. Qualquer time que passar por essa peneira, assim como um bom café, estará classificado com honras.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Boas recordações do coador de pano



De longe, o coador de pano é o mais querido método para fazer café caseiro. Digo isso com base num sorteio que vou fazer hoje, à noite, na pagina do Café & Conversa. Até o início da noite de ontem cerca de 3 mil pessoas tinham participado. Mais de 100 delas, estão selecionadas para concorrer a uma xícara de 50ml e um coador de pano, também pequeno. 

As justificativas que as pessoas dão para quererem ganhar os presentes, são os mais variados. O principal deles é a recordação do encontro da família, da mãe ou da avó preparando um café na cozinha e o cheiro por toda a casa, encantando até quem não gosta da bebida.
Participe da promoção no Facebook e concorra a esta caneca e ao coador de pano

Por isso mesmo, muitos dos que deixaram lá na página, disseram que o Café coado em casa é o mais saboroso, mas harmonioso. E você, como prefere o seu café?

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quinta-feira, 5 de junho de 2014

O café e a máquina de escrever

Juntando depoimentos para escrever uma resenha de uma das músicas mais significantes, composta pelo americano Leroy Anderson, e que lembra a época em que estudava datilografia, em Princesa Isabel (PB), encontrei uma informação importante, sobre a vida do músico Altamiro Carrilho.
Fluminense, de Santo Antonio de Pádua o flautista adorava café, colhido ali nas fazendas do Sul de Minas Gerais, e era apaixonado pelo barulho da máquina de escrever.
Essa canção, gravada no final dos anos 70, tendo ao fundo uma sobrinha do flautista que era exímia datilografa, e um bule, cheio de café


O encontro de duas gerações: Altamiro Carrilho e Reco do Bandolim
Um desejo: divulgar a chorinho um dos mais antigos gêneros musicais do Brasil





terça-feira, 3 de junho de 2014

O café que Cafu toma

Natural de São Paulo, Marcos Evangelista de Morais já trabalhou em várias partes do mundo e adora café. Quando trabalhava na Europa, Marcos colocava um boné na cabeça e ia escondido em uma cafeteria tomar um espresso.
Marcos, é o nome verdadeiro de Cafú, capitão da Copa do Mundo de Futebol em 2002. Ontem, presente no Palácio do Planalto com a taça da Copa deste ano, o ex-capitão conta que aprendeu com os pais o hábito de tomar um bom café.
Cafú, ex-jogador da Seleção Brasileira (Foto: Liberty)
Não importa se estivesse jogando no Roma, Milan, Real Zaragoza,  Palmeiras ou na Seleção, Cafú não tirava da mente que depois do jogo tinha que ter um café. Para ele, o café tranquiliza "Ao contrário do que acontece com muita gente, para mim, o café acalma", disse Cafú.



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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Um café e uma Coca-Cola



Hoje, quem conta a história é o jornalista Ronaldo Belamiro, coordenador de jornalismo esportivo da CBN de João Pessoa (PE). Certo dia, em 2006, o jornalista em uma viagem para Maceió (AL) com alguns amigos param em um posto de gasolina próximo de Palmares, no interior de Pernambuco.

Ao chegar no balcão da lanchonete do posto, Ronaldo dá de cara com Reginaldo Rossi que também estava chegando ao local. Após muita conversa o cantor pediu uma Coca Cola, um copo de café e então colocou um pouco de refrigerante no copo de café e foi bebendo aos poucos até o refrigerante acabar.

Reginaldo Rossi (Foto: Correio24horas)

Como um bom jornalista, Ronaldo Belarmino ficou curioso e questionou o cantor sobre qual efeito aquela mistura resultaria. O cantor que estava a caminho de um show em Arapiraca respondeu dizendo que é um efeito de superdose de cafeína , e afirmou que motoristas, estudantes e artistas que precisam virar a noite fazem uso dessa dose dupla de cafeína. “É mais ou menos parecido com o efeito de um energético” disse o cantor.





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