terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Café (e comida, muita comida) a bordo!


O jovem e talentoso casal de jornalistas Caiã Messina e Raquel Ribeiro saíram em merecidas férias. Mas, antes que começassem a encher as malas com meias e cuecas (sem grana dentro), arranquei deles o compromisso de enviar ao blog Café & Conversa um relato sobre os cafés que tomassem ao longo da viagem. É claro que usei de muita chantagem. Eles estavam correndo na chuva e lhes ofereci uma carona providencial. Em seguida, veio a facada.

A viagem se deu em duas etapas. A primeira foi marítima, a bordo de um navio de cruzeiro na rota Santos - Buenos Aires - Punta del Este. A segunda foi em terra, na cornucópica megalópole chamada São Paulo. E os dois cumpriram o prometido, mas não nos deram as fotos deles no navio ...

Leiam a seguir o relato dos dois:

Café (e comida, muita comida) a bordo!

Não. Não entendo absolutamente nada de café. Mas, como prometi aos donos deste blog um relato fidedigno (se bem que após uma carona debaixo de chuva, a gente fala qualquer coisa), preciso antes de mais nada alertar o querido leitor. Alerta dado, vamos lá.

De cruzeiro a hermanos

Embarcamos em um cruzeiro marítimo com destino a Buenos Aires e Punta del Este em um baita naviozão, o Imperatriz, de bandeira panamenha. Pensei que o café servido lá seria tão cinco estrelas quanto a cabine, a comida e o serviço. Mas, me enganei ...

Posso não conhecer e entender todas as nuances da bebida, tão bem explicadas aqui, mas garanto a todos que consigo distinguir algo horripilante à distância. E esse foi o caso.

Fomos ao piano bar da embarcação, um espaço com direito a poltronas e sofás de couro e jazz ao vivo, na certeza de que tomaríamos um belo espresso. O cheiro era convidativo. A macchina, italiana. Mas, o produto servido era tão ruim, tão ruim, que não me animei a perguntar qual era o pó e nem se tinha barista. Apelei para um péssimo (melhor que horripilante, notem) Capuccino pelo resto da viagem e me refugiei no vinho do Porto, Mojitos e Limoncellos nos fins de tarde.

Em Buenos Aires e Punta, aí sim tomamos bons cafés. Mas, para nossa surpresa, a Illy tomou conta do mercado hermano. Sim, é um bom pó; sim, foram bem tirados; mas esperava um pouco mais de "criatividade" dos nossos vizinhos. Algo mais pessoal, com um terroir (gostou Romoaldo?) variado e não essa massificação que domina os lugares turísticos. Nos falaram que nas estâncias a coisa é menos globalizada, por assim dizer. Mas não tínhamos tempo para novas experiências. Então o jeito foi desembarcar em Santos.

De volta ao Brasil

Isso mesmo, de volta a Santos da Bolsa do Café, por onde no começo do século passado escoava a riqueza nacional. O prédio é lindo, vale a visita. Assim como o centro velho da cidade. Estão prometendo um programa de revitalização das fachadas. Espero que cumpram a promessa. Até lá, fico com o bom e sempre surpreendente centro de São Paulo, olhado com desdém pela maioria dos paulistanos, mas que melhora a olhos vistos.

Por baixo da camada de camelôs e prédios degradados está uma riqueza arquitetônica ímpar. O Martinelli, o Copam, a São Luís. Quem não conhece e prefere pegar um avião para se fascinar com a "downtown Buenos Aires", além de deslumbrado não sabe o que está perdendo. Mas, como quem gosta de pobreza por muito tempo é petista ou intelectual, seguimos o conselho do Ricardo Icassatti e fomos a um restaurante chamado D.O.M., pilotado pelo chef Alex Atala.

"Não é comida. É uma experiência gastronômica."

Pois é , Ricardo. Faço da sua frase (acima) a minha. Já fui a outros restaurantes cinco estrelas antes, mas em nenhum comi tão bem. Optamos por um menu degustação, com duas entradas, quatro pratos, um queijo e uma sobremesa. O chef Alex Atala e sua equipe realmente fazem por onde merecer que o D.O.M. figure como o único estabelecimento brasileiro no Guia Michelin, além de constar na lista dos melhores restaurantes do mundo por três anos consecutivos.

O lugar é no bairro Jardins. Simples e despretencioso, nem de longe lembra a ostentação doFasano ou o minimalismo do Emiliano. Não vou descrever os pratos para não estragar a surpresa de quem pensa em ir ao D.O.M. Nem os preços, para não chocá-los. Basta dizer que a tal espuma de manga (amassada à mão, passada em peneira fina e condensada no sifão) comsorbet de coco e cristais de gengibre, já valeu a pena.

O "lardo" de porco com redução de molho roti e mandioquinha, a ostra empanada na tapioca com sagu e ovas de salmão foram, como dizem os camelôs da 25 de Março, um "plus a mais". Sinto decepcioná-los, meninos, mas não pedimos café desta vez. Queríamos voltar para casa sem nenhum tipo de crítica mais maldosa. Fora que quanto mais lembrássemos do sabor da espuma de manga, melhor. Então, o jeito foi partir no dia seguinte para o Octavio Café.

Pense numa cafeteria que te recebe com esse assoalho

O Templo

A cafeteria Octavio é um daqueles lugares em que gente como a gente, que não sabe do assunto, vai e percebe que café é uma arte e que precisaríamos de anos de treinamento e conhecimento para aproveitar o que é servido. Tudo gira em torno dele, sua excelência o Alto Mogiana. Lá, as baristas ganham o lugar de destaque que merecem: o centro do estabelecimento. E, dali, comandam a ação de proporcionar prazer aos clientes.

Balcão dos Baristas, onde a magia acontece

Pedimos um espresso feito com o blend Octavio. Crema espessa, coloração boa, cheiro ótimo. O sabor tem toques de chocolate. Tanto que nenhum de nós ousou - nem precisou -, ó suprema heresia, adoçar o café! O retrogosto é marcante, mas não amargo. Acho que isso é bom (é?).

Espresso na Octavio é assim

A Raquel pediu ainda um café gratinado (espresso com marshmallow) e eu um Capuccino trufado. Para o meu paladar, bateu o até então imbatível Capuccino da cafeteria Cristallo. Por uma razão simples. O café é mais bem tirado e o pó é melhor na Octavio. No chocolate é pau a pau.

Cappuccino na Octavio é assim também

Expresso Oriente

Revigorados e nos achando os entendedores, no dia seguinte resolvemos ousar ainda mais. Fomos a uma casa turca especializada em kebabs, a Kebabs Salonu, na Rua Augusta, pertinho da Av. Paulista. Não nos arrependemos. O kebab de cordeiro com coalhada e o de linguiça estavam simplesmente maravilhosos! O pão Lavosh legítimo feito ali e a decoração em motivos orientais garantiram novas visitas em breve. Fora que o café servido é o blend da cafeteriaSanto Grão.

Podíamos pedir espressos, mas otomanos que somos, optamos pelo café turco. Forte (é como um café de marinheiro) como tem de ser, servido em copos de louça por um pequeno bule de prata, como manda a tradição. Para ganhar nota máxima, só faltou alguém para ler a borra e prever a desclassificação do Corinthians na Libertadores, ainda na primeira rodada ...

De volta para casa

Geladeira vazia, sabadão de calor no Extra ... Só me dei conta que estava de volta quando a Raquel vira para mim, aponta para a gôndola e fala: "Pega lá meio quilo de Santa Clara. Ali, perto do Café do Sítio".

É ... Voltamos. Mas conhecemos a ante-sala do Paraíso.

Caiã Messina e Raquel Ribeiro
Enviados especiais do Café & Conversa

A Música do Dia - Keb' Mo' - Keep It Simple


Esta não é a primeira vez que Keb’ Mo’, nome artístico do Kevin Moore, aparece aqui no Café & Conversa. Sua mais romântica canção, Closer, foi tema da despedida de fim de ano.

Hoje, esse californiano considerado por especialistas como uma das mais brilhantes estrelas do blues moderno, canta Keep It Simple, com a “simplicidade” dos gênios.

Keb’ Monão é simplesmente um cantor de blues. Ele toca sua guitarra como poucos e por isso mesmo é um requisitado instrumentista em programas de rádio, TV e filmes, sempre fazendo uma fusão única do tradicional blues com o pop, o rock e o R&B.

Em “longos dez anos”, como ele próprio disse ao Los Angeles Times, tocou diferentes instrumentos, a começar pelo trompete. Depois tentou percussão até chegar à guitarra. "Onde quer que me deixassem eu tocaria, até triângulo”, disse.

Keb’ Mo’ é uma das estrelas do documentário Playing for Change, do produtor Mark Johnson. Outra experiência de destaque na carreira de Keb’ Mo’ foi o projeto do cineasta Martin Scorsese, em 2003 no documentário contando a história do blues. Mo’ é uma das estrelas do musical que tem também, Carll Lumbly e John Mayall.

Nessa Keep It Simple, o blues man quer simplicidade, quer descomplicar a vida com uma xícara de café. Um cappuccino. “I don't wanna be a superman”, resume.

Tome um espresso. Desfrute dos deliciosos acordes dessa Keep It Simple, e tenha uma ótima terça-feira.

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Romoaldo de Souza

Keep It Simple

Keb’ Mo’

Two cars, three kids, six phones
A whole lot of confusion up here in my home
Five-hundred stations on the TV screen
Five-hundred versions of the same ol' thing
 
Y'all know it's crazy
And it's drivin' me insane
Well, I don't wanna be a superman
I just wanna go somewhere, use my hands
And keep it simple
Oh real simple
 
You know I called my doctor on the telephone
The lines were open, but there was nobody home
Press one, press two, press pound, press three
Why can't somebody just pick up the phone and talk to me?
 
Y'all know it's crazy
You know it's driving me insane 
I don't wanna be a superman
I just wanna go somewhere, use my hands
And keep it simple
(Yes I do)
Real simple
 
(Play the blues)
 
Well I went down to the local coffee store
The menu went from the ceiling all the way down to the floor
Decaf, cappuccino, or latte said the cashier
I said gimme a small cup of coffee and let me get the hell up outta here
 
Y'all know it's crazy
Oh it's driving me insane
Well, I don't wanna be a superman
I just wanna go somewhere, use my hands 
And keep it simple
Oh lord, real simple
 
Well now I don't wanna be a superman
I just wanna go somewhere, use my hands
And keep it simple
Real simple
Real simple

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A Música do Dia - Jam Session de "On The Sunny Side Of The Street"


Era início de uma tarde de abril de 1944, quando o premiado fotógrafo Gjon Mili, conhecido por estampar sucessivas capas da revista Life, reúne para uma jam session, dez dos mais destacados músicos da atualidade, para um desses inesquecíveis encontros musicais, sem roteiro, sem partitura, nem qualquer marcação. Tudo no improviso. Deixando que cada nota musical, cada compasso, cada passo, surja naturalmente.

À meia-luz, o mais famoso sax tenor do jazz, Lester Young, segura o cigarro entre os dedos, enquanto vai dedilhando cada um dos acordes.

Barney Kessel, único branco do grupo, “fraseia” com sua guitarra, enquanto Marlowe Morris, no piano, faz uma pequena escala para introduzir a voz de Marie Bryant nessa inesquecível On The Sunny Side Of The Street de Dorothy Fields e Jimmy McHugh, mais tarde também gravada por Billie Holiday, Frank Sinatra e mais recentemente por Diana Krall.

Gjon Mili conduz as filmagens de Jammin’the Blues abusando do close-up. Seja quando Harry Edison inicia seu show particular ao trompete ou quando Red ‘George” Callender parece massagear as cordas do baixo.

O clima noir ganha vitalidade, quando o outro tenor, Illinois Jacquet, “puxa” um bebop e Archie Savage “tira” Marie Bryant para dançar.

Jammin’the Blues ganhou prêmios como o renomado E.U. National Film Registry, da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, e foi indicado como Melhor Curta. Gordon Hollingshead; indicado para o Best Academy One-Reel Short e no mesmo ano, para Oscar de curta metragem.

Participam, ainda dessa filmagem, Joe Jones, na bateria; John Simmons no baixo.

O final Jammin’the Blues é apoteótico, com o sorriso do baterista Sidney Catlett deixando, claro no ar o clima de êxtase daquela memorável jam.

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Romoaldo de Souza


On The Sunny Side Of The Street

Dorothy Fields / Jimmy McHugh

Grab your coat and get your hat
Leave your worry on the doorstep
Just direct your feet
To the sunny side of the street

Can't you hear a pitter-pat
And that happy tune is your step
Life can be so sweet
On the sunny side of the street

I used to walk in the shade
With those blues on parade
But now I'm not afraid
This rover crossed over
If I'd never have a cent
I'd be rich as Rockefeller
Going to set my feet
On the sunny side of the street

Amor sem Escalas - Rapadura é doce mas não é mole não


Ricardo Icassatti Hermano

Amadurecimento é a aquisição e o acúmulo de parâmetros que nos levam a satisfazer necessidades e que propiciam o surgimento de novas necessidades. Por isso, quebramos ou mudamos regras que antes nos pareciam imutáveis ou confortáveis.

Ontem assisti o filme Amor sem Escalas (Up in the Air), estrelado por George Clooney, Vera Farmiga e a talentosa novata Anna Kendrick. A película tem a direção precisa e sensível de Jason Reitman, que também assina o sensacional roteiro junto com Sheldon Turner. Uma excelente história, contada originalmente em livro por Walter Kim. Uma produção de primeira linha. Um filme excelente.

Cartaz do filme

À primeira vista, o filme parece ser mais uma comédia romântica, mas trata justamente de amadurecimento, tendo como pano de fundo a recente crise econômica nos Estados Unidos e a sua pior consequência: o desemprego em massa. Clooney, no papel de Ryan Bingham, e Anna, encarnando Natalie Keener, trabalham numa empresa especializada em informar ao empregado que, a partir daquele momento, "seus serviços não serão mais necessários" e oferecer um manual com "opções".

Anna Kendrick, uma atriz de futuro

Aparentemente, as empresas americanas receiam a reação de empregados demitidos. Mesmo numa crise brutal. O noticiário, de vez em quando, mostra essas reações terminando em banhos de sangue ... Os americanos não lidam bem com rejeição.

O trabalho exige muitas viagens e o totalmente desconectado Ryan fez delas um estilo de vida, uma filosofia pregada em palestras de motivação, que ministra entre uma demissão e outra. Até o seu grande objetivo de vida é conseguir completar 10 milhões de milhas aéreas. Seria apenas a sétima pessoa no mundo a conseguir o feito. Ele faz questão de ressaltar que um número maior de pessoas já esteve na lua.

Natalie é aquela jovem brilhante que se formou com as melhores notas, mas ainda não sabe nada da vida real. Acha que sabe tudo e consegue fazer qualquer coisa apenas teorizando, argumentando e acenando diplomas. Nerd, antenada e conectada, ela tem a ideia de informatizar um processo que é pessoal e transferi-lo para a banda larga. As pessoas passariam a ser demitidas on line, através de um monitor com webcam. Tudo muito limpo, higiênico, impessoal, lógico e baratíssimo. Como uma empresa de telemarketing: "Estamos informando que estaremos demitindo ..."

A dupla representa o velho e o novo,
a experiência e o arrojo, quilometragem e inocência

Ryan mostra as falhas do sistema e acaba sendo obrigado a levar Natalie nas viagens. Vira uma espécie de mentor e o filme mostra o amadurecimento dela e dele, a mudança de parâmetros e necessidades. Para Natalie, o trabalho é o indutor da mudança. Para Ryan, é uma mulher. A belíssima Vera Farmiga, que interpreta a sensual Alex Goran, uma executiva que vive como ele viajando a trabalho.

Vera Farmiga induz mudança em qualquer um

Mais não conto, porque você já deve estar querendo assistir o filme. O blog Café & Conversa assistiu, saboreou dois espressos curtos da marca Illy e recomenda. Especialmente para duas jovens amigas que estão no limiar de mudanças e parecem um pouco perdidas. Mas, com elas, falarei pessoalmente.

O filme é bonito, sensível e um excelente programa. Hollywood não é mais a mesma e isso se deve a festivais como o de Sundance, que revela talentos todos os anos. O diretor Jason Reitman surgiu lá com o filme Juno, que acabou faturando o Oscar de Melhor Roteiro Original, escrito pela ex-striper Diablo Cody. Os grandes estúdios estão se adaptando. Aproveitem. O trailer está logo aí embaixo.



domingo, 24 de janeiro de 2010

Torta Gelada de Frutas Vermelhas


Ricardo Icassatti Hermano

É Verão! Tempo de calor e de amor. Por que será que a temperatura alta e esse sentimento estão sempre associados - junto com a cor vermelha - a essa estação do ano? Deve ser porque os dois dão uma suadeira danada ...

Mas, após a suadeira - ou até durante - a fome bate feroz. Nessa hora, você precisa estar preparado(a). Nada mais inconveniente do que ter de sair para procurar alguma coisa ou só ter o ventilador para refrescar.

Não se desespere. O seu blog amigo está aqui justamente para resolver esses problemas. É tudo uma simples questão de planejamento. Antes de partir para a suadeira, prepare a seguinte receita. Depois, você só receberá elogios pela elegância, premonição e bom gosto.


Torta Gelada de Frutas Vermelhas


INGREDIENTES

Para a massa
- 200g de biscoitos tipo cookies
- 50g de manteiga derretida

Para o recheio
- 500g de morangos frescos ou congelados
- 3/4 de xícara de açúcar
- 4 folhas de gelatina transparente
- 250g de framboesas congeladas
- 3 copinhos de iogurte (170 g cada)
- 1 xícara de creme de leite fresco
- 250g de morangos cortados em quatro para decorar


PREPARO

Massa
Unte com manteiga uma fôrma de 24cm de diâmetro com aro removível. Pique os cookies no processador até formar uma farofa. Junte a manteiga e bata de novo. Espalhe a farofa na base da fôrma e leve para gelar enquanto prepara o recheio.

Recheio
Cozinhe os morangos com 1/2 xícara de açúcar e 1/ 2 xícara de água por 5 minutos. Reserve.
Deixe a gelatina de molho em água fria por 5 minutos ou até que amoleça. Esprema e junte à panela do morango, mexendo, fora do fogo, até dissolver completamente. Bata o recheio com as framboesas congeladas no processador até obter um creme. Junte o iogurte e o creme de leite e pulse para misturar.
Despeje o creme sobre a base de cookies e leve ao freezer por 2 horas, até ficar firme.


Paixão, calor e torta gelada

Aproveitem, homens e mulheres, para demonstrar seus dotes artísticos e façam uma decoração como a da foto. Os homens demonstrarão seu lado feminino e as mulheres mostrarão delicadeza, habilidade, capricho, consideração ... essas coisas que homem nenhum presta atenção.