segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Um café para Lewis Hamilton

Ontem, o piloto britânico Lewis Hamilton comemorou o bi campeonato de Fórmula 1. Cumprimentos do príncipe Harry, pelo rádio, dizendo que era uma lenda, um beijo da namorada Nicole Scherzinger, um abraço do pai Anthony, dos mecânicos, dos diretores da Mercedes e, uma xícara de café queniano, antes do champanhe da vitória.

O iloto da Mercedes não teme a velocidade mesmo quando o carro está acima de 300km por hora. Além da Fórmula 1, outra paixão do piloto é o café. Sempre que pode, após a corrida, Hamilton toma uma xícara de café.

Neste domingo, após a vitória e antes de subir ao pódio, uma xícara de café queniano esperava o piloto. Considerado um dos mais conceituados cafés africanos, a bebida é forte, encorpada e ligeiramente ácida.



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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Proibido crianças

Uma cafeteria em Contagem, na Grande Belo Horizonte, tomou uma atitude radical e está dando o que falar. A Will Coffee limitou o atendimento e proibiu crianças menores de 10 anos de tomar café. 

Para justificar a atitude, a casa elaborou 10 motivos para não atender as crianças. Na cafeteria tem água quente e as crianças podem se queimar; tem copos, taças e pirex de vidro e pode causar cortes; obras de arte estão expostas, equipamentos eletrônicos funcionando, mesas e cadeiras que não estão adaptadas aos menores, falta de playground para as crianças brincarem, falta de fraldário para trocar as crianças e o mais importante, além da trilha sonora, é que os frequentadores vão às cafeteiras para conversar assuntos de gente grande, como religião, política, ciência, negócios e tudo isso, todos esses temas, deixam as crianças aborrecidas.


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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Café nacional ou internacional?

Tomar um café de qualidade tem seu custo. O custo que vale um café gourmet, grãos selecionados, torra especial, impostos, mão de obra e valor agregado. Em viagem ao Peru, um leitor do blog trouxe de lá um quilo de café por R$ 60. 

Quando chegou em casa, abriu o pacote de café, preparou a bebida e percebeu que os grãos não tinham a qualidade para o preço que foi cobrado. Mas em geral, é assim. Às vezes as pessoas se acostumam a pagar por um produto lá fora, bem mais caro do que o nacional.

Nesse caso, o café peruano deixava muito a desejar em comparação com os cafés de qualidade produzidos no Brasil. Colômbia, Guatemala, Jamaica e Quênia, são países que produzem bons cafés, que quando importado ao Brasil chega a custar até R$ 120 o quilo. Fazendo uma comparação, o Brasil produz café nesse mesmo preço com a mesma qualidade. 

Por isso, a recomendação de hoje é para conhecer mais os cafés brasileiros que não devem nada ao café produzido lá fora. É claro, que também aqui no Brasil tem uns cafés que não vale o que cobram, mas o bom café, o café selecionado, com informações onde foi produzido, esse pode pagar, que vale.


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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Jeitinho Brasileiro

A população é tão criativa que sempre arranja uma maneira alternativa para conseguir o que quer, é o famoso “jeitinho brasileiro”. Na internet existem exemplos até de pessoas que transformaram o ferro de passar roupa e o carrinho de supermercado em churrasqueira.

José Luiz é um desses brasileiros criativos que não desiste das coisas apenas por não possuir o objeto adequado. O leitor conta que chegou em casa com aquela vontade de tomar um café passado na hora.

Então ele colocou a água para esquentar, pegou o café moído e se lembrou que estava sem coador. E é aí que entra o jeitinho brasileiro. Luiz pegou uma folha do caderno da filha, escaldou o papel por três vezes e improvisou um filtro. 

Apesar de um grão ou outro ter passado, o vidraceiro ficou feliz com o resultado, realmente parecia que ele havia utilizado um filtro de verdade para passar o café.


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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Apostadores de café

Estamos fazendo apostas a todo instante, seja por desafio, ou dinheiro. Em Brasília, há um grupo que se reúne toda a quinta-feira à tarde para apostar xícaras de café.

As apostas são variáveis, desde qual o carro do cliente que acabou de chegar, estilo musical até qual time será vencedor do Brasileirão.


Como o valor da aposta é uma rodada de xícaras de café, até que o valor apostado é pequeno em relação ao prazer de estar entre amigos tomando um café de qualidade. 



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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Tapioca de Café

Para acompanhar uma xícara de café são várias as opções de comida e no nordeste a opção preferida é a tapioca. Amante das duas iguarias, o chef Rodrigo Oliveira, do Mocotó, um dos restaurantes mais pernambucanos de São Paulo, resolveu unir os dois ingredientes fazendo surgir a tapioca de café.

A proporção é de uma xícara de café (50ml) para cada quilo de polvilho. O café já deve estar coado e frio. Junte uma pitada de sal, o café, água e o polvilho. Vá misturando até virar uma farofa bem granulada. 
Essa união, mostrada na foto de Rodrigo Jorge, é uma das principais pedidas nas cafeterias
Com o fogo baixo, peneire essa massa e espalhe uma porção individual sobre uma tapioqueira ou frigideira antiaderente, espere firmar e então vire a massa. Sobre ela, espalhe um pouco de doce de leite e chocolate e espere o recheio esquentar para então fechar a tapioca. 

Caso a massa fique borrachuda é porque está muito úmida, para arrumar coloque mais polvilho. Se ela ficar quebradiça, adicione mais café. 


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domingo, 9 de novembro de 2014

É o amor ... Interestelar, o melhor filme do ano

Ricardo Icassatti Hermano

Épico! Não encontrei adjetivo melhor para o filme Interestelar, que assisti hoje com os filhotes. Somos uma família fã de ficção científica. Como todo filme épico, não se restringe ao pano de fundo da história, as viagens espaciais. Vai muito além. Como os astronautas do filme, que ultrapassam as fronteiras conhecidas no espaço, as fronteiras do conhecimento, do nosso plano dimensional, das relações e das emoções humanas. É um filme sobre a nossa condição, a nossa sobrevivência no pequeno planeta Terra. Saímos chapados do cinema. Eu, ainda por cima, chorando.

Cartaz do filme

O filme me pegou por todos os ângulos. Sempre digo que nasci no país errado. Tivesse eu nascido nos Estado Unidos, certamente seria um astronauta. Mas, como ressaltei, Interestelar não trata apenas disso e fez meus olhos grudarem na tela. Quando estava quase desmaiando, me lembrava que era necessário respirar. Os filhotes ficaram igualmente extasiados, mas algumas situações simplesmente não foram feitas para eles. Aí que o coração velho amoleceu e se entregou. Como o astronauta protagonista, o piloto da aeronave Cooper, interpretado pelo oscarizado Matthew McConaughey, também sou pai e amo meus filhos.

Provavelmente, McConaughey não levará o Oscar de Melhor Ator, 
mas o filme leva o resto

Primeiramente, vamos às apresentações. O roteiro do filme foi escrito a quatro mãos pelos irmãos Jonathan Nolan e Christopher Nolan, e dirigido pelo segundo. Os dois ingleses são conhecidos por outros filmes como Inception e a trilogia Batman.  Resumindo, os caras são bons pra cacete. Contracenando com McConaughey no papel da astronauta Brand, a belíssima e estonteante Anne Hathaway. O elenco ainda conta com as brilhantes participações de Jessica Chastain, Michael Caine, Casey Affleck e Matt Damon. Esse último já trabalhando em outro filme de ficção científica baseado em um livro sensacional que acabei de ler ontem: Perdido em Marte. Aconselho aos aficionados, é sensacional.

Você é fã de ficção científica? Então não pode perder esse livro

A trama tem como ponto de partida o fim da Terra e da humanidade, devido a mudanças climáticas drásticas e pragas que atingem as plantações, provocando fome em escala mundial. Enquanto as pessoas comuns lutam para sobreviver, os cientistas trabalham em soluções. Uma delas está sendo planejada e executada pela NASA, a mudança para outro planeta semelhante ao nosso. O ex-astronauta Cooper agora é um fazendeiro viúvo, pai de um casal de filhos, que luta com sua plantação de milho, um dos poucos produtos agrícolas ainda não atingidos pelas pragas.

Animação suspensa já é uma realidade para viagens espaciais

Sua filha, Murphy, está encasquetada com o que chama de "fantasma", que anda jogando livros da sua estante ao chão. O pai, astronauta e engenheiro, tenta convencê-la a tratar o fenômeno pelo ponto de vista científico, coletar dados, analisar etc., para não ser presa fácil de superstições e mitos. Enquanto isso, é claro que a humanidade está passando por mudanças. Gostei especialmente de uma cena que retratou muito bem isso. Os filhos de Cooper estão enfrentando dificuldades na escola (high school) e ele vai conversar com o diretor e a professora da filha. Em determinado ponto da conversa, a professora mostra um livro que a Murphy tem levado à escola, sobre a primeira viagem à lua.

Well, fala sério ...

Cooper diz que o livro é um dos seus favoritos e a professora diz que a menina precisa trocá-lo por um mais atual, "com as correções". Ele pergunta quais correções seriam essas. A professora responde que são aquelas que revelam ter sido uma mentira a ida do homem à lua. Segundo ela, aquela viagem espacial teria sido apenas propaganda para levar a Rússia à falência. É bestificante para Cooper. Foi assustador para mim, porque qualquer semelhança com um país governado pelo PT não é mera coincidência. As alterações em livros das nossas escolas para o que o "governo" acha que seja a "verdade" já são um fato deplorável bastante noticiado. Sem contar o fanfarrão que ficou oito anos dizendo que descobriu o Brasil ...

Para os "cumpanhêro", este cientista não passa de um bruxo neoliberal ...

Um dia, ao chegar em casa em meio a uma das enormes tempestades de poeira que assolam o planeta, Cooper descobre algo no fenômeno "poltergeist" que joga os livros de Murphy no chão. Ele encontra as coordenadas de uma instalação secreta da NASA, onde está sendo construída uma nave que levará astronautas além do horizonte espacial conhecido, rumo a um buraco negro ou buraco de minhoca, que os cientistas acreditam ter sido colocado ali nos limites do nosso sistema solar justamente para tirar a Terra do aperto em que se encontra. Mas, colocado por quem? A resposta é apenas "eles", integrantes de uma suposta civilização avançada que resolveu, sabe-se lá por quê, ajudar os humanos dando a chave para chegar a outra galáxia.

"Houston! Descobrimos o planeta água do Guilherme Arantes ..."

A NASA tem dois planos, o A e o B. O primeiro é chegar aos planetas para onde outros astronautas que já haviam sido enviados, confirmar as condições de sobrevivência e retornar para buscar a humanidade, que assim iria povoar a nova Terra. Caso não fosse possível retornar, o segundo plano seria utilizar um banco de óvulos congelados para procriar e povoar o novo lar. Dos astronautas enviados anteriormente, apenas três enviaram dados de planetas que reuniam as condições necessárias para a sobrevivência humana. E aí a história começa. Imagine um pai dizendo adeus aos filhos em nome de um bem maior. Um pai prometendo que retornará, mesmo sabendo que as chances são mínimas.

Tem gente que sonha com uma Ferrari. Eu sonho com uma dessa aí : )

Agora junte tudo, convide um astrofísico para calcular tudo e chegar à forma mais precisa possível de um buraco negro, exatamente como um astronauta veria ao encontrar-se com um. O diretor Christopher Nolan teve esse cuidado e eu o incluirei nas minhas orações por isso. É um espetáculo visual acachapante. Misture ainda física quântica, toda a teoria da relatividade de Einstein e as implicações temporais de uma viagem desse porte. Coloque também o altruísmo e as imperfeições humanas, a coragem e a covardia, as nossas confusas emoções e a maior de todas: o amor, na sua mais profunda, abrangente e possível compreensão. Somos seres limitados.

Se um dia você se deparar com um buraco negro, ele deverá ser muito semelhante a este do filme

Como se não bastasse isso tudo, prepare-se para ampliar a sua compreensão do que chamamos Deus. Certamente, não é um velho saradão de longos cabelos e barba brancos, como imaginou Michelangelo. E se a NASA precisar de um astronauta para povoar um planeta com a Anna Hathaway, estou à disposição e pronto para o sacrifício em nome da humanidade. Já avisei os filhotes.

Eu já disse que a Anne Hathaway está no filme?

Esse é o filme a que assisti e pretendo assistir novamente. Mas, preciso de um tempo para absorver o impacto. É muita informação e emoção para processar. Terei sonhos alucinógenos hoje ... O Café & Conversa viu, babou, tremeu, se emocionou, chorou, adorou e recomenda com a classificação máxima de cinco canecas. Veja o trailer:


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Cápsula ou sachê?

Estudante de jornalismo, Vinícius Ferraz juntou o dinheiro que recebe do estágio para comprar uma cafeteira caseira, mas está em dúvida. Qual escolher? Máquina de café em cápsula ou em sachê?



As máquinas de café em sachê tiram a bebida com menos pressão, aproveitando menos o sabor e aroma do café. Já a de cápsula apresenta mais opção e variedades.



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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Brasil bate record de exportação em grão verde

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou mais de 3 milhões de sacas de café verde. Na avaliação da Secex, existem dois fatores determinantes para o recorde de exportação.

O primeiro motivo é a preocupação da bolsa de mercadorias de Nova York com o risco de longa estiagem nas regiões produtoras. Após antecipação do comércio exterior, o café brasileiro ganha mais espaço no mercado internacional.

Outro motivo é a relação de paridade do real frente ao dólar, o que ajuda na exportação dos produtos brasileiros. De acordo com o setor produtivo, os próximos três meses ainda serão de boas notícias.
No Brasil, os consumidores não precisam se preocupar, o café de qualidade servido nas cafeterias não faltará.


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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Novembro, mês do bigode

Em um país onde 15 mil homens morrem, por ano, de câncer de próstata, campanhas de conscientização parecem importantes, como o novembro azul que ilumina os principais prédios públicos do Brasil, para chamar a atenção e ajudar a desmistificar a doença.

Aqui, no quadro Café & Conversa, vamos aderir ao movimento novembro, o mês do bigode, recomendando que todo homem deixe um bigodinho, bem aparado, de preferência, para despertar os colegas para os males da doença.
A tradição de usar um bigodinho surgiu em 1990, na Austrália, quando foi criado o movimento “Movember”, um junção de “mo” forma reduzida de moustache, bigode em inglês, e o mês de novembro.
Mas também é bom lembrar uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos que acompanhou perto de 48 mil homens. 

Nos últimos 25 anos eles foram avaliados pelos hábitos alimentares e a constatação foi que entre os homens que tomavam de três a cinco xícaras por dia, tinham menos chance de desenvolver o câncer de próstata.



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